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sábado, 6 de dezembro de 2008

Procure as diferenças (Parte IV)

Nesta nova edição do jogo pretende-se que o visitante procure descobrir as diferenças na actuação da Sociedade de Construções H.Hagen que anda por estas paragens à cerca de um ano.
Na coluna da esquerda, temos quatro fotografias tiradas durante o dia de ontem, com as operações de aterro no 'Outro muro'.
Na coluna da direita temos quatro fotografias tiradas durante o mês de Janeiro de 2008, com as operações de aterro no 'Muro' da Vergonha.

Como infelizmente as fotografias existentes são muitas e porque pode haver quem julgue que é um aproveitamento maldoso de quem aparentemente não faz mais nada senão andar atrás destes senhores, ficam aqui mais duas fotografias de Janeiro de 2008.

Leitura auxiliar recomendada:

domingo, 31 de agosto de 2008

Sinais de mudança

Depois de várias ameaças, parece estar para breve a construção do "Muro" da Vergonha 2. Desde o final do verão passado que paira no ar a ameaça, de também do outro lado da Avenida D.Manuel I construírem um novo "mamarracho" para abrilhantar o novo bairro urbano de Setúbal.
De início, o que parece uma situação normal por estes lados, só iam instalar o estaleiro de obra, ficando depois à espera que fosse licenciado o projecto, podendo até iniciar a limpeza e o aterro se fosse oportuno. A visibilidade que foi dada à nossa contestação aconselhou prudência, e durante quase um ano não foram vistas grandes movimentações de pessoas com dossiers, plantas e afins.
Ao que consegui apurar na altura, o atraso no licenciamento tinha a ver com a forma como ia ser feito o prolongamento da Rua Bartolomeu Dias, com
passagem inferior sob a Avenida Belo Horizonte, fazendo com que esta ultima fique parecida com um carrossel (exemplo que também faz parte do best-seller "Urbanismo para Totós").

Já tal estava previsto na maquete 'falsa' do Manuel "Alcatrão" com a diferença que, nessa maquete estas zonas onde andam a construir mamarrachos, era uma zona verde!
Pelos vistos já resolveram a melhor forma de levar os carros para cima da Pedra Furada, onde está em fase adiantada de estudo, a construção de um Palácio de Congressos com 10 (dez) pisos!!!
Só nessa altura, o bairro fronteiriço -
Bairro da Parvoiça - que envergonha a cidade e os seus autarcas terá finalmente uma solução. Não se pode ter um local frequentado por VIP's com vista para bairros da lata.

Os sinais de mudança vem da remoção de um enorme painel publicitário do local. Espera-se agora a todo o momento a colocação das vedações em todo o recinto na nova obra e porque não também um nova companhia de circo.

O painel publicitário agora retirado, encontra-se no local à mais de um ano e tinha como principal cliente a Câmara Municipal de Setúbal, tendo uma das suas versões sido usada numa das minhas montagens.

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Faltam-nos sobreiros!

Setúbal (Vale da Rosa) foi hoje palco de uma acção de protesto/denuncia pelo abate de um numero substancial de sobreiros, para dar lugar a um projecto urbanístico de grandes dimensões - A Nova Setúbal.
A pergunta é pertinente: precisaremos nós de mais 7500 apartamentos para cerca de 30 mil habitantes? Claro que não!
A coberto da construção de um novo estádio para o clube de futebol local - Vitória Futebol Clube - que consegue pôr quase toda uma população de acordo e que segundo a QUERCUS não interfere com a mancha de sobreiros na zona

"A Quercus continua a considerar fundamental a revogação de uma decisão governamental, em nosso entender ilegal - o Despacho Conjunto nº 1051/2001 de 3 de Dezembro dos então Ministros da Agricultura, Capoulas Santos, e do Ambiente José Sócrates - que declarou a imprescindível utilidade pública do Plano de Pormenor referido, invocando a necessidade de urbanizar toda a área, abatendo 700 sobreiros para viabilizar a construção de um estádio de futebol, que apenas abrange uma pequeníssima fracção da área do Plano, e onde não existe nenhum povoamento de sobreiros, configurando uma decisão sobre a qual não há memória no nosso País."

Extracto do artigo - Quercus quer impedir o abate de 1200 sobreiros em Setúbal

vem toda uma gulodice imobiliária que se movimenta com grande à vontade nas altas esferas políticas, governamentais e autárquicas, e que na mira do lucro fácil relega para um plano muito baixo todos as implicações ambientais.
É com grande pesar que olho, para a nossa pouco mais de uma dezena de sobreiros, marcados para abate à cerca de um ano, também aqui para satisfazer a gulodice imobiliária, na edificação do novo bairro urbano de Setúbal.

Se fossem uma centena ou mais, talvez a Quercus, que foi alertada em Setembro do ano passado, talvez já nos tivesse feito uma visita.

Foto retirada do artigo - Quercus quer impedir abate de 1200 sobreiros

Artigos relacionados:

sexta-feira, 4 de julho de 2008

O buzinão

Nós que deveríamos ter o exclusivo dos protestos, fomos ultrapassados por um operador de grua que durante o dia de hoje se fartou de apitar na irritante buzina da grua, estando particularmente activo a seguir ao meio-dia.
Desconhece-se os motivos dos protestos, mas se o operador estava danado por o suposto rádio de comunicação não estar a funcionar, por o terem deixado abandonado no topo da grua ou por não o terem convidado para almoçar, os moradores estavam com os cabelos em pé com tamanha barulheira.
Pelos vistos ainda não assimilaram que estão a trabalhar numa zona residencial e não no meio do deserto de um qualquer pais do Norte de África.

quinta-feira, 5 de junho de 2008

A nossa bandeira

Fechado o concurso de ideias para os símbolos do nosso bairro, o júri do concurso já escolheu a bandeira que será um dos símbolos da nossa identidade. Aqui fica a imagem.

Continua por decidir o melhor hino do Bairro, que poderá já ser usados nas festas dos santos populares que se avizinham.

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Novo "look"

Não nos poderão nunca acusar de falta de imaginação. Resolvemos mudar o "look" do nosso protesto!

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Homenagem

Aves de mau agoiro sempre acharam que não era boa ideia apresentar a faixa preta tal como ela foi idealizada quando começaram os trabalhos no local. Como era um contra todos, permaneceu uma "meia-faixa" durante exactamente 5 meses.
Como ela agora vai para uma merecidas férias, o pessoal do contra concordou em dar-lhe as suas 24 horas de fama e eis que durante o dia de hoje foi visível a nossa primeira faixa negra em todo o seu esplendor.

Serve assim para homenagear todos os pintores que dedicaram as suas horas livres durante 2 dias, para pintar todas as letras à mão de um forma artesanal e sem qualquer tipo de experiência anterior.
Ficará sempre por descobrir, se o ter sido retirada enquanto era julgada a Providência Cautelar foi ou não a melhor opção. Os críticos dizem que não.
Pedimos desculpa ao Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) por não ter sido incluído na lista dos actores, mas na altura em que ficou decidido o que deveria constar na faixa, não se sabia que a sua intervenção no processo era bastante relevante. Como forma de o compensar vai ter direito a um artigo em breve, no qual vai ser o herói principal.