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sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Três Reparos

Existem situações menos boas com as quais convivemos todos os dias e às quais não damos a devida importância. Contudo, quem chega de novo tem um olhar diferente e dá o alerta!
Existe uma rubrica de sucesso no jornal local O Setubalense chamada “Três Reparos”, um apontar o dedo, de forma simples e concisa, a uma situação menos boa que seja observada na Cidade de Setúbal e/ou arredores.
Felizmente, não temos situações neste pequeno e pacato bairro de Setúbal que nos levem a serem referidos com regularidade nesta secção do referido jornal. No passado dia 7 de Setembro, na sua edição de quarta-feira lá apareceu a nossa nódoa...

Reparámos que na rua Paulo da Gama, paralela à avenida D. Manuel I, existe uma habitação sem tecto e sem portas e janelas, que é usada por marginais. Fica muito perto da Escola Básica da Fonte do Lavra. Deveria ser emparedada na frente e traseiras por questões de segurança e saúde pública.

Passando nas imediações várias vezes por semana, acompanho esta situação que remonta à primavera de 2008. Após um incêndio nesta habitação, a família de etnia cigana que lá habitava foi realojada e a casa ficou ao abandono. Teve uma ocupação durante vários meses em finais de 2009/inicio de 2010 por um casal jovem de tóxico-dependentes e, neste ultimo ano é frequentada, de forma esporádica, por pessoas de aparência descuidada, provavelmente tóxico-dependentes, para ali se injectarem.
Obviamente que esta situação, dada a proximidade de uma escola do 1º ciclo, Escola Básica da Fonte do Lavra, não contribui em nada para uma boa educação, que se pretenda dar às nossas crianças.

As autarquias deveriam ter poderes, não para emparedar as janelas e portas, mas para demolir, caso os proprietários, num prazo razoável, não tomassem as providencias necessárias a não tornar os imóveis num antro de marginais, Se assim fosse, talvez não tivéssemos agora novamente um bairro de lata de grandes dimensões, na Estrada da Graça, na chamada Quinta da Parvoiça.
Esta fotografia foi tirada ao início da tarde de hoje mas, para os meus seguidores mais atentos já não é a minha primeira referencia ao assunto. Quando assumi uma outra personagem nas ultimas eleições autárquicas, a de Maria P, Morais, uma promissora candidata à Câmara Municipal de Setúbal, pelo M.A.C.A.U. - Movimento Alternativo contra as Aberrações Urbanísticas, foi publicada uma fotografia desta mesma habitação a propósito de uma limpeza mais cuidada, que a CMS resolveu agendar nesta zona, para assim apresentar serviço na véspera das Autárquicas 2009, no artigo Candidata visita Parque Infantil. Contudo, estes trabalhadores dedicados esqueceram-se de levar um barco que apodrecia a olhos vistos a cerca de 10 metros deste local (para o qual foi chamada a atenção à Sra Presidente Maria das Dores Meira, que no local prometeu aos moradores uma solução rápida e que depois demorou quase 2 anos...), barco esse que ainda é visível mais abaixo, na barra lateral direita deste blogue.

Para acabar este artigo adiciono mais dois reparos (ou nódoas no bairro), estes agora da minha autoria:
  1. Uma casa em ruínas no cimo da rua Gil Eanes, junto ao cruzamento com a Avenida da Bela Vista, que também é muito mal frequentada;

  2. Prostituição diurna, num baldio junto ao Poço da Bela Vista, onde uns boatos mentirosos afirmavam que a Mota-Engil ia recuperar o projecto para a construção de um hotel de alguma dimensão, com vista para o Estuário do Sado.

domingo, 1 de junho de 2008

Pensamento do dia

Num dia de muitos discursos de circunstância, relembramos que aquilo a que chamam o nosso parque infantil está num estado, que será anedótico considerá-lo como tal (nunca percebi porque põe as placas sem qualquer data, ficando sempre sem se saber quando serão efectuadas tais obras; daqui a pouco quem precisa de obras são as referidas placas identificativas dos Projectos de Reabilitação Urbana), que destruiram o parque infantil associado ao Grupo Desportivo "Os Amarelos" para dar lugar a um projecto imobiliário, e que a zona em que está a ser construido o "Muro" da Vergonha já teve um destino mais interessante.

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Como implantar um estaleiro de obra

Deve haver manuais para as boas práticas de como implantar um estaleiro de obra numa zona residencial. Para quem tem na construção a sua área de negócio deve esforçar-se para que a perturbação na zona envolvente à obra seja a menor possível.
Pelos vistos ainda há muita pedagogia a fazer.
Já foi objecto de vários artigos a sujidade continua na Rua Paulo da Gama a que tivemos de sobreviver (1) (2) (3).
Já foi objecto de um artigo a proximidade excessiva de um sanitário portátil.
Já foi objecto de um artigo a proximidade da grua e o barulho incomodativo do apito da grua que o seu operador utiliza para chamar a atenção, que em alturas de grande movimento é quase contínuo.
Já foi referido que o gerador que alimenta a obra é barulhento por estar demasiado perto do prédio que faz fronteira com a obra, obriga a acordar os moradores ao nascer do dia, mesmo ao fim-de-semana.
Por falta de manutenção ou por condições de vento não habituais, durante a tarde de hoje era impossível manter qualquer janela aberta tal era a quantidade de gases existentes junto à fachada sul e oeste do edifício contíguo.

Por haver princípios de intoxicação por gases numa bebé do rés-do-chão (distância ao escape do gerador de cerca de 6/7 metros) e como o gerador se mantinha ligado apesar da aparente inexistência de qualquer actividade dentro do recinto de obra, foi chamada ao local a PSP da Esquadra da Bela Vista que tomou conta da ocorrência.

O gerador foi desligado às 19:22 pelo segurança da obra.

segunda-feira, 3 de março de 2008

Memórias - Convívio de crianças

Dos tempos em que um convívio para crianças fazia noticia de primeira pagina.
Agora resta-nos o Dia Mundial da Criança, a 1 de Junho!