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sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Efeitos colaterais

Puderia o estado de sujidade continua na Rua Paulo da Gama, ser uma forma da construtora se vingar dos moradores que não lhe têm dado descanso. Mas que culpa terão os outros moradores das redondezas que vem tambem as suas ruas extremamente sujas e uma zona de aterro (de legalidade discutível) mesmo à sua porta.
Estamos a falar de bairro habitacional, perto do centro da cidade onde moram PESSOAS!

Uns dias chove ... outros dias faz sol (Parte II)

Faltam-me as palavras!
Como dizia o Sr. Pedro num comentário recente "Está a haver uma obra, não podemos esperar que esteja tudo limpo 24h por dia. Ou será que já estamos tão preguiçosos que já nem queremos limpar os pés ao chegar a casa?".
Estavamos proventura a ser exigentes demais.
A Câmara Municipal de Setúbal simplesmente ignorou o que foi dito na ultima Sessão Pública e as palavras da Sra. Presidente Maria das Dores Meira, levou-as o vento!
A ultima vez que esta zona foi limpa de alguma forma, foi no passado dia 8, já lá vão 10 dias. E já passou 1 semana desde que houve um compromisso de que a situação iria ser alvo dos serviços de fiscalização desta autarquia.
De referir também, que a muito má programação da chegada do material para a obra, obriga a que veículos de grandes dimensões (chegam a ser 4) ocupem durante longos períodos, locais de um suposto parque de ligeiros, restringindo de maneira significativa a oferta para os moradores, o que pode ser visto na foto correspondente ao dia 15-01-2008.
Toda esta zona habitacional, que rodeia o local onde a Sociedade de Construções H.Hagen pretende construir um projecto habitacional, está um NOJO!!!

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Denuncia pública

Porque a paciência tem limites, resta-nos sempre o direito à indignação e denuncia. A Administração do Condomínio da Avenida D.Manuel I, n.º 17 leu o seguinte Comunicado na Sessão Pública da Câmara Municipal de Setúbal de hoje, no espaço reservado aos munícipes.
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A Sra. Presidente da Camara Municipal de Setubal, prometeu entregar durante o dia de amanhã aos serviços de fiscalização da autarquia, a denuncia apresentada.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Uns dias chove ... outros dias faz sol

Uns dias a Rua Paulo da Gama está limpa ... outros dias está um nojo!
Depois da denuncia do passado sabado, durante todo o dia de ontem, uma maquina apareceu e ao percorrer a rua de tempos a tempos, em missão de limpeza, esta mantinha-se com um aspecto razoavelmente limpo. O dia passou, e hoje voltamos ao início: uma grande porcaria!
Volta-se a referir que a Sociedade de Construções H.Hagen que se enconta a construir no local, é uma empresa certificada.
Teremos de ser obrigados a ter os tapetes dos nossos carros sujos de terras e passar alguns minutos a limpar os pés antes de entrar em nossas casa? Porquê?
Foi informada da situação, a Divisão de Trânsito da PSP de Setúbal, desconhecendo-se se esta compareceu no local.

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sábado, 5 de janeiro de 2008

Certificado de Qualidade para quê? (Parte II)

Como foi o despertar na parte sul da Rua Paulo da Gama após o transito continuo de um camião basculante que durante toda a tarde de ontem movimentou terras do local de construção do Projecto 274/06 para o local do Projecto 172/07, ambos pertencentes à Sociedade de Construções H.Hagen que é uma empresa Certificada a nível de Qualidade.
Do outro lado da Avenida, no extremo sul da Rua Bastolomeu dias, o aspecto tambem não era o melhor!
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sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Certificado de Qualidade para quê?

É neste estado que se encontra presentemente a Rua Paulo da Gama com o transito continuo de um camião basculante que se encontra a movimentar terras do local de construção do Projecto 274/06 para o local do Projecto 172/07, ambos pertencentes à Sociedade de Construções H.Hagen que sendo uma empresa Certificada a nível de Qualidade devia dar bons exemplos.

Como minimizar as lamas nos arruamentos

As lamas que surgem nas imediações dos estaleiros podem resultar do arrastamento dos sedimentos pelas águas das chuvas e da saída de veículos do estaleiro com as rodas sujas de lama. Nos procedimentos de minimização deste impacto dos estaleiros, podem incluir-se algumas das medidas a seguir apresentadas. Estas deverão ser escolhidas de acordo com a especificidade da obra em causa:

- Evitar decapar superfícies de terreno superiores ao necessário é uma medida simples que pode diminuir o arrastamento de lamas para os arruamentos.

- Minimizar a actividade dos veículos durante o tempo húmido ou quando o estaleiro está lamacento.

- Tapar e repor o pavimento logo que possível, por forma a expor durante o menor período de tempo as terras resultantes da abertura de valas para implantação de infraestruturas enterradas.

- Remover das ruas e passeios as lamas que acidentalmente tenham ultrapassado os limites do estaleiro.

- Sempre que necessário, colocar estrados por forma que os transeuntes não tenham que pisar lama. Esta é uma medida particularmente importante em obras de reabilitação do espaço urbano e de remodelação de infraestruturas enterradas, situações em que a circulação pedonal é bastante dificultada, especialmente em tempo de chuva. Nestes casos, o avanço da obra por troços pode também facilitar a difícil convivência entre as pessoas e o desenvolvimento da obra.

- Verificar as condições de limpeza dos rodados dos veículos antes de estes abandonarem o estaleiro.

- Construir uma caixa de brita junto aos pontos de saída do estaleiro. Este procedimento deve também ser estendido às trajectórias mais utilizadas no interior do estaleiro, como por exemplo, o acesso à área destinada ao armazenamento de materiais.

- Colocar barreiras de sedimentos será uma outra forma de evitar que estes escorram pelos passeios e ruas. Este é um procedimento apresentado pela USGS (United States Geological Survey), E.U.A. [99] e pela EPA (Environment Protection Authority), Austrália [43]. Estas barreiras são constituídas por geotexteis fixos a barras verticais e ligeiramente enterrados. Deste modo, os sedimentos ficam retidos e a água escorre.

- Montar máquinas de lavagem de rodados e chassis. A implementação destas máquinas carece da instalação de rede de abastecimento de água, tanques de decantação, deposição das lamas, etc., [56], de modo que se justifica especialmente na impossibilidade de eliminar a fonte de enlameamento e quando a limpeza pontual de rodados e chassis é insuficiente.