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quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Falta de pontaria

Dois pequenos contratempos atrasaram a publicação deste artigo: a desmotivante falta de sorte em não ter conseguido a fotografia certa (forraram os vidros com jornal logo na semana seguinte e perdeu-se grande parte do impacto que a dita foto teria), e foi preciso algum trabalho de Photoshop para que a coisa tivesse o efeito visual mais ou menos pretendido.
Vamos então à história. Em meados de Junho, alguém não consegui resistir e fez dos 'apetecíveis' vidros de uma das lojas do 'Outro Muro', um alvo perfeito para testar a sua pontaria. Claro que com pouco treino conseguiu somente um misero ponto.
A situação teria um impacto diminuto se tal não pudesse repetir-se vezes sem conta, não chegando certamente os lucros da loja para pagar a contínua substituição de vidros. Quem comprou a loja considerou-a ideal para o seu negócio mas, as mentes brilhantes que idealizaram o projecto, acharam que a anormalidade iria colher frutos e agora cada um que se safe - 'The Tuga way'.

Mais lojas estão em risco e será (penso eu), uma questão de tempo até que alguém se lembre de fazer destas janelas o 'alvo perfeito'. A posicionada mais abaixo, na imagem seguinte, nem devia ser válida para nenhum campeonato, já que é demasiado fácil de acertar.

A minha construção de eleição, a que eu carinhosamente chamo 'Muro' da Vergonha, não corre semelhantes riscos, o de ser considerado um alvo. As varandas do rés-do-chão e 1º andar são mais adequadas para 'cestos', actividade muito do agrado da juventude, onde a vulgar bola de basket será substituída por latas ou garrafas.

Longe vão os tempos, em que os jovens que habitam nos bairros sociais das proximidades e que normalmente passam em bandos durante as noite e madrugadas de verão, a pé no Viaduto sobre a Avenida D.Manuel I, tinham somente como diversão arremessar coisas para os carros que passavam sob o Viaduto. Para não serem reconhecidos davam pontapés nos candeeiros de rua, para fundirem as lâmpadas e a zona ficar completamente às escuras.
Um desporto pouco habitual destes adolescentes, já que requeria alguma perícia (cerca de 40 metros), era tentar acertar no portão da garagem do prédio que faz fronteira a norte com este mamarracho, com as pedras que retiravam da calçada.

Quando se ouvia o barulho do impacto da pedra na chapa do portão e se vinha à janela, já era tarde de mais. Viam-se somente vultos a correr já perto do Depósito de Água da Bela Vista.
Com estes novos desafios, certamente poderão ser organizados vários campeonatos multidisciplinares, que possam de alguma forma ser integrados na nossa Agenda Cultural, sem eventos de relevo há já algum tempo. Já vamos um pouco atrasados para participarmos na 8º edição da Festanima que decorre a escassos metros deste local, entre os dias 13 e 22 de Agosto e que origina um transito anormal de pessoas a pé neste viaduto. Fica para uma próxima...

domingo, 21 de setembro de 2008

Perigo na Avenida!

Mais uma vez as tubagens de saneamento e águas pluviais andam com problemas.
A meio da semana (segundo me disseram) começou a sair água da tampa de saneamento na Avenida Belo Horizonte, perto da zona onde termina a parte oeste do tabuleiro do Viaduto sobre a Avenida D.Manuel I e mesmo junto a uma das muitas obras emblemáticas da Cidade de Setúbal.

Não seria objecto da minha atenção se o local não apresentasse alguma perigosidade, já que a gordura associada à água que continua a sair pela tampa poderá ocasionar algum acidente. Quem me chamou a atenção para este facto, referiu-me que quando pretendia curvar á direita para a Rua Comendador Lino da Silva, o carro simplesmente seguiu em frente!
Aproveitei o momento em que andava a tirar a foto semanal para também tirar uma foto a este local.
A pergunta que fica no ar é a seguinte: será que alguém ligado à obra alertou as Aguas do Sado para o problema, já que pode haver alguma relação entre o início dos trabalhos nas tubagens da nova construção e a avaria na conduta?

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

A ocasião faz o ladrão!

A instalação de vedações para o início de uma nova construção a escassos metros de outro edifício, deu origem a um corredor de passagem, que dia após dia foi ficando mais escuro. Existem moradores que não passam por aqui depois do escurecer com receio de um mau encontro.
Nesta zona sem lei - Terra de Ninguém - não existe entidade onde se possa reclamar pela alegada falta de segurança que este corredor (que também é um mau acesso a uma garagem) representa.

Local escuro, sem qualquer tipo de iluminação tornou-se assim num alvo apetecível para os amigos do alheio. Algum dia tinha que acontecer e foi esta noite.
Assaltaram um estabelecimento comercial que possui uma janela (com gradeamento) para este novo corredor escuro, tendo furtado vários pertences.
Os moradores do prédio não se aperceberam de nada e o vigilante/segurança da obra também não (!!!).
A ocasião fez o ladrão e se a empresa de construção não tivesse acumulado tantos prejuízos com a edificação de tão importante marco arquitectónico, fundamental para uma cidade que se quer com uma visão de futuro, onde vai ser normal construir em tudo que é sítio (o aumento da população assim o exige), já teria providenciado a instalação de projectores nas zonas mais escuras que rodeiam a obra.

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

O balanço

Terminada a Festanima 2008, pode a Organização estar contente pelo sucesso do evento, já que a opinião é unânime: bons negócios, boa afluência, boa organização.
Eu, apesar de morar a escassas dezenas de metros do evento estive a relaxar numa praia das proximidades durante toda a semana e somente a visitei poucas horas antes da sua abertura, tirei fotos na manhã seguinte e envolvi-me na enorme multidão que no ultimo dia fazia a despedida da Festanima e aguardava a chegada da hora do fogo de artifício.
A animação era muita a essa hora (cerca das 23:00) e das ruas laterais chegavam continuamente novos grupos de pessoas.
Depois de uma volta rápida pelo recinto, só não gostei de ver o Pavilhão da Câmara Municipal de Setúbal fechado àquela hora, contrastando com o grande Pavilhão da Junta de Freguesia de S.Sebastião, onde o seu Presidente Carlos Almeida, sempre interessado e atento, conversava com os seus fregueses e não só, e onde até se faziam entrevistas. Só sobressaiu por ser o único pavilhão fechado em todo o recinto àquela hora. Certamente que existirá uma explicação razoável, para não participar na festa de encerramento da Festanima 2008.
Como a confusão era muita, optei por regressar a casa, onde assisti da janela a uma exibição de fogo de artifício que me agradou, por ser diferente (para melhor) daquela a que estou habituado: menos barulho e melhor efeito visual.
Com o evento deste ano, ganhou o bairro de forma permanente, umas bandas de aviso de aproximação de passadeira, numa das poucas existentes neste troço da Avenida Belo Horizonte.

Aumentando de facto a visibilidade da mesma, não reduz de maneira nenhuma a regular exibição de carros modificados e principalmente motas, que talvez não exagere ao dizer que atingem neste local no sentido oeste-este, velocidades perto dos 200km/h.
Se tem algum vigia junto à esquadra que fica a cerca de 300 metros, ou simplesmente fazem estas exibições também pelo gosto da aventura e imprevisto, o que é certo é que estas decorrem por vezes em dias seguidos e com várias passagens por hora.

Aproveito para pedir desculpa a um grupo de simpáticas senhoras (já com uma idadezinha respeitável), com o seu pavilhão estrategicamente colocado quase junto ao palco (para melhor ouvir a musica certamente), por ter usado o seu pavilhão para uma montagem no artigo Stand de Vendas - Parte II (não era esse o titulo original), não resistindo à tentação, depois de ver um pavilhão sem grandes áreas na imagem para 'limpar' quando na manhã do dia 17/8 fazia a 'reportagem' fotográfica.

Num artigo anterior, demorei mais de um mês a tentar arranjar um pavilhão que servisse os meus propósitos, tendo acabado por fotografar um pavilhão que foi usada nas celebrações do dia 01 de Maio na Avenida Luisa Tody, mas que deu bastante trabalho a manipular.

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

A passadeira "invísível"

Existe uma passadeira no bairro, cuja localização não ajuda a torná-la segura e onde a visibilidade é bastante deficiente na perspectiva do condutor principalmente no sentido descendente.
Situa-se na avenida D. Manuel I, em frente ao Centro Comercial Dufa e regularmente lá vem mais uma noticia no jornal de um atropelamento com consequências graves. O ultimo digno de registo foi em 12-01-2008 do qual o jornal O Setubalense fez referencia no artigo Passadeira “invisível” preocupa moradores.
A passadeira que se pode ver nas imagens seguintes é utilizada por várias centenas de pessoas por dia, constituindo esta via um dos acessos principais à baixa da cidade com transito intenso durante quase todo o dia.

Poucas semanas depois, foi tema de debate na Reunião Ordinária da Câmara Municipal de Setúbal as passadeiras em Setúbal, mas esta passadeira em concreto não serviu de exemplo:

Sr. Vereador Paulo Valdez - (...) Constatara, já há algumas semanas, que as passagens para peões na Avenida 5 de Outubro tinham uma iluminação muito boa, ainda mais porque aquilo era uma artéria muito escura, mas perguntava se isto era uma situação pontual, ou se a Câmara Municipal estava a pensar colocar isto noutras passadeiras, especialmente nas que havia risco de atropelamento por falta de visibilidade. (...)

Sra. Presidente - (...) Relativamente às passagens para peões, o Sr. Vereador Eusébio Candeias também falaria disso. (...)

Sr. Vereador Eusébio Candeias - Em relação aos sinais luminosos, os chamados olhos de gato, que tinham sido colocados na Avenida 5 de Outubro, pensava que estes eram importantes em termos de visibilidade e de alerta para os condutores, quando se aproximavam das passadeiras, por razões de segurança. O que se estava afazer era um levantamento das situações eventualmente mais perigosas, nalgumas ruas ou avenidas da cidade, para implementarem mais sinalização desta. Havia a avenida Infante D.Henrique, A Avenida Guiné-Bissau, embora estas já tivesse tido uma intervenção que, de certo modo, já resolvia o problema, que eram as bandas cromáticas que identificavam perfeitamente as passadeiras, mas estava-se a fazer este levantamento para ver o que é que se conseguia em termos de orçamento, para depois se colocar em mais passadeiras. Sobre a questão da pintura das passadeiras em geral, e de artérias, no que dizia respeito à sinalização horizontal e que era uma das opções vais visíveis na cidade, estavam a preparar também uma empreitada, porque não tinham possibilidade, por administração directa, para fazer a manutenção de toda a rede viária, no que dizia respeito a toda a sinalização vertical e horizontal, nomeadamente esta ultima, porque a outra era de manutenção e recuperação de alguns sinais que se iam danificando e que era preciso substituir, e tendo em conta que também estava descentralizado em grande parte das Juntas, esta área, acabavam por ter capacidade de resposta. No que dizia respeito à sinalização horizontal, de facto, era mais difícil e teriam de recorrer a empresas porque não tinha, condições de equipamento para fazer a pintura a quente, o que dificultava a manutenção porque era menos duradoura aquela que iam fazendo. Estavam a preparar a obra, para se avançar com isto, porque se estava num tempo bom para esta intervenção. (...)

Extractos da Acta n.º 3-2008 da Câmara Municipal de Setúbal


Mais de seis meses depois não se notou nada de especial nas passadeiras da cidade para além da habitual pintura de beneficiação em vários locais.
Andam agora entretidos a testar novas teorias na (quase) renovada Avenida Luísa Tody: passadeiras com lombas, passadeiras sem lombas, passadeiras que já tiveram lombas, passadeiras (...) engrossando assim os custos finais da obra e fazendo a alegria dos empreiteiros.
Poderá estar englobada no Programa de Reabilitação Urbana - Consolidação e Tratamento de Espaços Públicos - Av. D.Manuel I, mas com o passar dos meses desenvolvi uma teoria dos motivos que levaram a esconder a placa à mais de nove meses numa rua periférica: é preciso enganar o povo votante, de forma a que pareça que se está empenhado a fazer alguma coisa, quando na realidade nada se faz, porque o dinheiro não abunda ou porque as verbas são desviadas com outros fins considerados mais urgentes. As restantes obras do Programa de Reabilitação Urbana são em zonas em que só passam setubalenses, restava a placa referente à Avenida D.Manuel I.
Como ainda faltavam muitos meses para as eleições autárquicas e portanto para que fosse dado seguimento a estas obras, foi a dita placa colocada longe dos olhos dos inúmeros visitantes que circulam nesta porta de entrada da cidade.
A falta de espaço na Avenida não é desculpa, assim como a proximidade de entradas de habitações ou lojas também não, já que a placa está colocada em frente a uma pastelaria, paredes meias com a sua esplanada, numa transversal da Avenida!
Encerrado o espaço de má língua voltamos à nossa passadeira.
Para o nosso caso não pretendemos uma passadeira radical como esta

Imagem original publicada em - Novas passadeiras

nem tão pouco uma passadeira com carácter

Fotografia original publicada em - O peão tem sempre razão!

nem tão pouco lombas, que seriam certamente para remover a curto prazo devido aos protestos dos automobilistas que mesmo a baixas velocidades danificam as suas viaturas

Pretendemos sim uma passadeira que seja assinalada com bastante antecedência, aos milhares de automobilistas que a cruzam nos dois sentidos.
A melhor forma no meu ponto de vista é a colocação de bandas sonoras (não confundir com bandas de aproximação) a uma distância razoável e porque não complementá-la com os 'olhos de gato'.

terça-feira, 15 de abril de 2008

Lembrando Bocage ...

Roto e com a casaca a pedir restauro, passeava-se Bocage com uma peça de tecido às costas.
Alguém o questionou:
- Porque andas tu assim todo maltrapilho,quando tens aí uma boa peça de tecido, que daria uma boa indumentária?
Responde fulminante Bocage:
- Estou à espera da última MODA !

Já lá vai quase um mês desde o aparecimento deste buraco. Pelo menos o final do buraco foi descoberto!

Devem estar não à espera da ultima moda, mas sim que haja um acidente.

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Como implantar um estaleiro de obra

Deve haver manuais para as boas práticas de como implantar um estaleiro de obra numa zona residencial. Para quem tem na construção a sua área de negócio deve esforçar-se para que a perturbação na zona envolvente à obra seja a menor possível.
Pelos vistos ainda há muita pedagogia a fazer.
Já foi objecto de vários artigos a sujidade continua na Rua Paulo da Gama a que tivemos de sobreviver (1) (2) (3).
Já foi objecto de um artigo a proximidade excessiva de um sanitário portátil.
Já foi objecto de um artigo a proximidade da grua e o barulho incomodativo do apito da grua que o seu operador utiliza para chamar a atenção, que em alturas de grande movimento é quase contínuo.
Já foi referido que o gerador que alimenta a obra é barulhento por estar demasiado perto do prédio que faz fronteira com a obra, obriga a acordar os moradores ao nascer do dia, mesmo ao fim-de-semana.
Por falta de manutenção ou por condições de vento não habituais, durante a tarde de hoje era impossível manter qualquer janela aberta tal era a quantidade de gases existentes junto à fachada sul e oeste do edifício contíguo.

Por haver princípios de intoxicação por gases numa bebé do rés-do-chão (distância ao escape do gerador de cerca de 6/7 metros) e como o gerador se mantinha ligado apesar da aparente inexistência de qualquer actividade dentro do recinto de obra, foi chamada ao local a PSP da Esquadra da Bela Vista que tomou conta da ocorrência.

O gerador foi desligado às 19:22 pelo segurança da obra.

sábado, 16 de fevereiro de 2008

Derrocada

Já não bastava a construção ter início a uma distância reduzida em relação ao prédio existente

como o exiguo espaço para o acesso à garagem ficou em risco com o aluimento de parte do terreno por debaixo do piso. Só por acaso não houve lugar a um acidente!

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Tipicamente português

No dia 04/02/2008 a empresa Águas do Sado compareceu no local da obra e fez as ligações à rede.
Na manhã de ontem recuperaram o passeio e hoje recuperaram o pavimento na zona de intervenção. Sobrou um montinho de pedras, de terra e um buraco ...

Essa intervenção terá sido associada à obra, já que a empresa Águas do Sado deu por terminados os seus trabalhos, e sendo assim, o arranjo poderia ter sido feito logo a seguir às ligações, ou seja, a partir do dia 4.
As obras deste tipo realizadas por trabalhadores pouco cuidadosos, deixam sempre um montinho de pedras e terra por perto. Tipicamente português...
Para quem anda por esse país fora, repara que não são poucos os montinhos de pedras e terra espalhados por tudo quanto é sitio.
Será que quem fez uma pequena obra não deveria dar um jeitinho e deixar a casa arrumada?

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Fato domingueiro

Assim como o Natal é quando o Homem quiser, o Domingo é quando a entidade patronal entender.
Apercebendo-me com o decorrer dos tempos como funciona a fiscalização das obras de construção civil, deparei-me com a seguinte situação, que a ser extensível a outras áreas do país é preocupante e uma total subversão do sistema.

As inspecções são feitas às terças-feiras de quinze em quinze dias. Nesses dias as obras estão um autentico luxo. Tudo vestido a rigor, tudo limpinho e os trabalhadores ilegais tem um dia extra de folga.
Quando uma maquina de aspirar ruas esteve em movimento quase permanente, na Rua Paulo da Gama no passado dia 8, isso foi entendido pelos moradores que a construtora tinha finalmente chegado à conclusão que os moradores mereciam um pouco mais de respeito e que os bocados de terra que saiam dos rodados dos camiões que transportavam a terra proveniente de um aterro em curso deviam ser limpos regularmente.
Ficamos preocupados quando na quarta de manhã um camião de transporte levou a referida maquina. Ficamos a pensar que talvez um 'graúdo' tenha vindo visitar a obra e não era bonito isto tudo estar um NOJO.
Passado 15 dias, novamente à terça feira, apareceu um camião de limpeza, agora da IPODEC a lavar a rua Paulo da Gama.

Talvez não fosse o mais apropriado para o efeito (demasiado grande), mas a rua ficou com um aspecto razoável. E se o camião de limpeza estava ao serviço dos órgãos autárquicos (pago com os nossos impostos) a limpar o que uma entidade privada sujou, não parece razoável.
Se tem que haver inspecções de rotina às obras de construção civil, por favor sejam originais e não vão em dias que todos os trabalhadores envergam o seu fato domingueiro. Talvez assim se reduza o número de acidentes de trabalho.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Uma grande volta (Parte II)

Como se não bastasse os nossos carros terem sido impedidos de utilizar o terreno baldio devido à colocação de vedações no local onde a Sociedade de Construções H.Hagen pretende construir o Projecto 274/06, agora os peões (moradores ou visitantes) quando soprar vento com alguma intensidade dos quadrantes de sul, irão certamente escolher um caminho seguro, apesar de terem de dar uma grande volta, para se deslocarem da Rua Paulo da Gama, local onde actualmente estacionam as suas viaturas, para a Avenida D.Manuel I, recorrendo para isso à Rua Gil Eanes, pois a passagem entre as vedações e as traseiras do prédio nº 17 se encontra com aspecto perigoso.

A vedação encontra-se danificada, não por um acesso de fúria de um morador, mas devido a uma manobra menos bem calculada na tarde de 2º feira de um camião basculante que se encontra a transportar terra deste local para o local onde a Sociedade de Construções H.Hagen pretende construir o Projecto 172/07.