sexta-feira, 16 de abril de 2010
Nós por cá
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Badalhoquices q.b.
Já não estamos a falar na Rua Paulo da Gama (1) (2) (3) (4) e arredores (1) (2) nos primeiros meses de 2008, nem nos meses finais de 2008 na Rua Bartolomeu Dias (1) e arredores, em que este mar de lama somente perturbava a qualidade de vida dos moradores e alguns visitantes.
Estamos sim, a falar de uma Avenida que faz parte das vias principais na entrada/saída da cidade, onde circulam diariamente muitos milhares de automobilistas.
Infelizmente as badalhoquices continuam e, cá estamos a actualizar este artigo em 20-01-2009.
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sábado, 17 de janeiro de 2009
Portugal, país de brandos costumes
Mas esta construtora já nos habituou a aparecer com alguma regularidade em trabalhos pesados ao sábado e portanto até aqui não era assim uma surpresa de maior.
Surpresa foi quando descobri para onde estava a ser levado todo este aterro: a Casa da Camila. Isso sim foi uma surpresa e tanto.
Numa acesa discussão entre moradores, num dos cafés locais das redondezas desta obra, um dos trabalhadores da obra fez o seguinte comentário: "Vocês acham que se a Câmara Municipal não autorizasse o despejo da terra naquele local, alguma vez a Policia nos deixava lá descarregar..." quando se comentava a noticia saída no Jornal "O Setubalense" em que responsáveis da autarquia reagiam com alguma surpresa às perguntas do jornalista.
Portugal, continua a ser (infelizmente) um país de brandos costumes, em que vale praticamente fazer tudo, a coberto de amizades e jogos de influência, isto para não utilizar uma palavra mais forte.
sábado, 6 de dezembro de 2008
Procure as diferenças (Parte IV)
Na coluna da esquerda, temos quatro fotografias tiradas durante o dia de ontem, com as operações de aterro no 'Outro muro'.
Na coluna da direita temos quatro fotografias tiradas durante o mês de Janeiro de 2008, com as operações de aterro no 'Muro' da Vergonha.
- Certificado de Qualidade para quê?
- Certificado de Qualidade para quê? (Parte II)
- Uns dias chove ... outros dias faz sol
- Denuncia pública
- Uns dias chove ... outros dias faz sol (Parte II)
- Efeitos colaterais
- Efeitos colaterais (Parte II)
- Uns dias chove ... outros dias faz sol (Parte III)...
quarta-feira, 9 de abril de 2008
O cata-vento
O cata-vento é um dispositivo que aproveita a energia dos ventos (energia eólica) para produzir trabalho. Algumas pessoas chamam de cata-vento, os simples indicadores de direção do vento, como setas que giram sobre um eixo vertical. Entretanto, o nome está associado comumente ao aproveitamento da energia eólica em aplicações mais engenhosas, como a moenda (os moinhos de vento), o bombeamento de água, ou mais modernamente, para gerar energia elétrica, como os aerogeradores.O cata-vento é formado por um conjunto de pás dispostas lateralmente sobre um eixo horizontal. Cada pá está levemente torcida (como uma hélice). Assim, o fluxo de ar, buscando o caminho mais fácil para passar, gera pressão que impulsiona cada pá para um mesmo sentido em relação ao eixo horizontal.
Para um cata-vento ser mais eficiente, deve também ser capaz de girar sobre um eixo vertical para aproveitar o vento oriundo de qualquer direção.
(...)Todas as Gruas de torre passaram a ser equipadas com um sistema de cata-vento eléctrico com alimentação de emergência, que vem substituir os actualmente utilizados, quer mecânicos quer eléctricos. Este sistema permite a posição das Gruas em cata-vento (obrigatório quando se coloca a Grua em "fora de serviço"), mesmo no caso de falha de energia. Com este sistema evita--se, no caso de falha de energia, a subida ao sistema de rotação para efectuar o desbloqueio manualmente.(...)
in: http://www.primenegocios.com/lernoticia.php?xid=594
Quando estão ventos Sul ...
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
Efeitos colaterais
Estamos a falar de bairro habitacional, perto do centro da cidade onde moram PESSOAS!
Uns dias chove ... outros dias faz sol (Parte II)
Como dizia o Sr. Pedro num comentário recente "Está a haver uma obra, não podemos esperar que esteja tudo limpo 24h por dia. Ou será que já estamos tão preguiçosos que já nem queremos limpar os pés ao chegar a casa?".
Estavamos proventura a ser exigentes demais.
A Câmara Municipal de Setúbal simplesmente ignorou o que foi dito na ultima Sessão Pública e as palavras da Sra. Presidente Maria das Dores Meira, levou-as o vento!
A ultima vez que esta zona foi limpa de alguma forma, foi no passado dia 8, já lá vão 10 dias. E já passou 1 semana desde que houve um compromisso de que a situação iria ser alvo dos serviços de fiscalização desta autarquia.
De referir também, que a muito má programação da chegada do material para a obra, obriga a que veículos de grandes dimensões (chegam a ser 4) ocupem durante longos períodos, locais de um suposto parque de ligeiros, restringindo de maneira significativa a oferta para os moradores, o que pode ser visto na foto correspondente ao dia 15-01-2008.
Toda esta zona habitacional, que rodeia o local onde a Sociedade de Construções H.Hagen pretende construir um projecto habitacional, está um NOJO!!!
quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
Uns dias chove ... outros dias faz sol
Volta-se a referir que a Sociedade de Construções H.Hagen que se enconta a construir no local, é uma empresa certificada.
Teremos de ser obrigados a ter os tapetes dos nossos carros sujos de terras e passar alguns minutos a limpar os pés antes de entrar em nossas casa? Porquê?
Foi informada da situação, a Divisão de Trânsito da PSP de Setúbal, desconhecendo-se se esta compareceu no local.
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sábado, 5 de janeiro de 2008
Certificado de Qualidade para quê? (Parte II)
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sexta-feira, 4 de janeiro de 2008
Certificado de Qualidade para quê?
É neste estado que se encontra presentemente a Rua Paulo da Gama com o transito continuo de um camião basculante que se encontra a movimentar terras do local de construção do Projecto 274/06 para o local do Projecto 172/07, ambos pertencentes à Sociedade de Construções H.Hagen que sendo uma empresa Certificada a nível de Qualidade devia dar bons exemplos.Como minimizar as lamas nos arruamentos
As lamas que surgem nas imediações dos estaleiros podem resultar do arrastamento dos sedimentos pelas águas das chuvas e da saída de veículos do estaleiro com as rodas sujas de lama. Nos procedimentos de minimização deste impacto dos estaleiros, podem incluir-se algumas das medidas a seguir apresentadas. Estas deverão ser escolhidas de acordo com a especificidade da obra em causa:
- Sempre que necessário, colocar estrados por forma que os transeuntes não tenham que pisar lama. Esta é uma medida particularmente importante em obras de reabilitação do espaço urbano e de remodelação de infraestruturas enterradas, situações em que a circulação pedonal é bastante dificultada, especialmente em tempo de chuva. Nestes casos, o avanço da obra por troços pode também facilitar a difícil convivência entre as pessoas e o desenvolvimento da obra.






