
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
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terça-feira, 11 de setembro de 2012
KO técnico

Segundo noticia do Jornal de Negócios (citando o jornal Publico), desapareceu do mundo da construção a empresa Hagen.
04 Setembro 2012 | 10:18
O fundo Vallis, criado para a recuperação de empresas do sector de construção, fechou acordo com a MonteAdriano e a Hagen na semana passada, adianta a edição de hoje do "Público", que cita Pedro Gonçalves, presidente do fundo. A Vallis fica assim com três empresas, depois da aquisição da Edifer em Março.[...]
Esperamos que tal notícia não signifique um novo adiamento, na data para que está agendada a Audiência de Julgamento do processo 293/08.5BEALM (Abril 2008), que opõe um grupo de moradores contra o Município de Setúbal, Sociedade de Construções H.Hagen e Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana, a realizar no próximo dia 20 de Setembro pelas 09:30, no Tribunal Fiscal e Administrativo de Almada.
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Mentiras, vigarices, trafulhices & afins
O que nos trás hoje por aqui? Quase no fim do prazo legal, demos entrada no Tribunal Fiscal e Administrativo de Almada faz hoje precisamente um ano da nossa acção principal, que pretende que seja reconhecido como ilegal (e portanto passível de ser demolido) o licenciamento por parte da Câmara Municipal de Setúbal, deste autentico atentado urbanístico com que brindaram o nosso bairro.
Longe vai o tempo em que a Câmara Municipal de Setúbal encomendou um parecer em que identificava esta construção e a construtora como buscando o lucro, não as isentado das caras taxas municipais (cujo diferendo atrasou em quase dois meses o licenciamento da obra), para mais tarde encomendar um novo parecer judicial ao mesmo advogado, agora atestando que o 'Muro' da Vergonha serviria para alojar as muitas famílias carenciadas de Setúbal, para algumas das quais chegou a enviar uma carta para se irem inscrever no local, tudo com o objectivo de ganhar alguns 'trunfos' no Tribunal. Só que a verdade vem sempre ao de cima (como o azeite) e agora vamos ver como é que eles se vão justificar no Tribunal, de quantas famílias carenciadas é que ali conseguiram alojar e aonde estão esses processos de candidatura.
Os 'gulosos' que por lá andam a tentar comprar uma vista para o rio podem ter de ser realojados dentro de alguns anos (como aconteceu recentemente em Ourem) por conta da autarquia que licenciou tal projecto, inclusive o solicito e incansável vendedor da CasaCaso que vai morar na torre de vigia do 'Muro' da Vergonha (ultimo piso do bloco central) num apartamento oferecido, a preço de amigos ou por ter sido um dos inúmeros candidatos das famílias carenciadas de Setúbal, contactados pela autarquia (um T4 para uma pequena família faz todo o sentido).
Aproveitando uma oportunidade, foi tirada à instantes uma foto no rio Sado onde se pode ver com está a ser eficaz a construção dos muros. Pouco a pouco lá vão eles conseguindo esconder um bairro!
Acrescentado em 26-04-2009
(...) E já agora pode mandar fazer outra lona? Não gosto muito das cores que utilizou.. Ou melhor utilize o dinheiro e tempo que gasta em prol dos outros. (...)
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
Faça uma pausa com KitKat ... (Parte II)
Não sendo possível alterar esta decisão, mesmo que haja recurso das outras partes envolvidas, espera-se que os trabalhos no local sejam interrompidos a todo o momento.
Assim, entregamo-nos nas mãos da Justiça, que irá decidir finalmente quem tem razão em toda esta polémica.
Logo que haja um paragem real no terreno, iremos retirar as faixas pretas, que ornamentam o prédio que faz fronteira com a obra em curso, que já fizeram a sua parte, quando se tratava de denunciar o que julgamos ser um conjunto de situações pouco claras e que por isso precisam de ser melhor esclarecidas em sede própria – os Tribunais.
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
A 3ª opinião (Parte II)
sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
Tantas vezes o cântaro vai à fonte ...

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
A 3ª opinião

Como o indeferimento tinha essencialmente a ver com questões formais, estas irão ser objecto de melhor análise e em vez de recorrer desta sentença, irá ser apresentada uma 2ª Providencia Cautelar.
Porque a justiça é cara
Contudo, não será a falta de recursos financeiros que impedirá a nossa tentativa de provar que a razão nos assiste.
Fica assim disponível a conta individual de um dos moradores envolvidos, para que todos os que se identificarem com a iniciativa, possam de alguma forma solidarizar-se com a mesma através de donativos anónimos.
Para salvaguardar alguma privacidade dos montantes envolvidos, será disponibilizado somente o numero de donativos e o montante em falta. Mensalmente serão divulgados estes valores.
Na eventualidade do numero de donativos ou respectivos montantes ficarem acima do esperado serão divulgados antes do final do mês esses valores.
Banco Comercial Português
NIB - 0033 0000 00000000000 00 (conta encerrada)
Adicionado em 02/03/2008
| Mês | Contributos | Valor | Em falta |
| Fevereiro | 0 | 0 | --- |
Adicionado a 04/03/2008
Adicionado a 26/03/2008
Adicionado a 09/04/2008
| Mês | Contributos | Valor | Em falta |
| Fevereiro | 0 | 0 | --- |
| Março | 0 | 0 | --- |
Já passou o tempo (felizmente) em que o crime compensava e depois de algum tempo embargado era só necessário pagar as multas respectivas para que os 'abortos' tivessem direito a viver.
Adicionado a 04/05/2008
| Mês | Contributos | Valor | Em falta |
| Fevereiro | 0 | 0 | --- |
| Março | 0 | 0 | --- |
| Abril | 0 | 0 | --- |
Adicionado a 08/06/2008
| Mês | Contributos | Valor | Em falta |
| Fevereiro | 0 | 0 | --- |
| Março | 0 | 0 | --- |
| Abril | 0 | 0 | --- |
| Maio | 0 | 0 | --- |
Adicionado a 03/06/2008
| Mês | Contributos | Valor | Em falta |
| Fevereiro | 0 | 0 | --- |
| Março | 0 | 0 | --- |
| Abril | 0 | 0 | --- |
| Maio | 0 | 0 | --- |
| Junho | 0 | 0 | --- |
Adicionado a 15/08/2008
| Mês | Contributos | Valor | Em falta | |||
| Fevereiro | 0 | 0 | --- | |||
| Março | 0 | 0 | --- | |||
| Abril | 0 | 0 | --- | |||
| Maio | 0 | 0 | --- | |||
| Junho | 1 | 0.50 | --- | |||
| Julho | 1 | 50.00 | --- |
Foi devido a um engano ao efectuar a transferência, que apareceu o valor 0.50 euros referidos anteriormente. Quando tal erro foi detectado foi feita uma nova transferência, agora no valor de 50 euros, que era o contributo pretendido.
Adicionado a 10/10/2008
| Mês | Contributos | Valor | Em falta | |||
| Maio | 0 | 0 | --- | |||
| Junho | 1 | 0.50 | --- | |||
| Julho | 1 | 50.00 | --- | |||
| Agosto | 0 | 0 | --- | |||
| Setembro | 0 | 0 | --- |

Leitura auxiliar (pertinente) recomendada - Responsabilidade extractontual do Estado. Direito à justiça em prazo razoável
Adicionado a 02/06/2009
Aproveito para informar que, contrariamente ao que era esperado, a culpa morreu solteira e o resultado do inquérito que o Tribunal Fiscal e Administrativo de Almada instaurou a nosso pedido, não apurou a responsabilidade de nenhum dos funcionários da secretaria do Tribunal pelo estranho atraso no cumprimento dos formalismos e prazos normais para este tipo de processos. Se calhar descobriram que ele simplesmente caiu para trás de algum armário e por um mero acaso até foi descoberto ao fim de alguns meses, sem que felizmente nenhum rato o tivesse atacado e roído algumas paginas importantes...
Depois queixam-se de que não há motivos para desconfiarmos de alguma da Justiça que se pratica neste pais, que por não termos um clima tropical não pode ser considerado uma República das Bananas mas somente ser um país equiparado!
Em seguida fica a lista actualizada dos apoios financeiros ao nosso processo judicial até ao momento.
| Mês | Contributos | Valor | Em falta |
| Maio | 0 | 0 | --- |
| Junho | 1 | 0.50 | --- |
| Julho | 1 | 50.00 | --- |
| Agosto | 0 | 0 | --- |
| Setembro | 0 | 0 | --- |
| Outubro | 0 | 0 | --- |
| Novembro | 0 | 0 | --- |
| Dezembro | 0 | 0 | --- |
| Janeiro 2009 | 0 | 0 | --- |
| Fevereiro | 0 | 0 | --- |
| Março | 0 | 0 | --- |
| Abril | 0 | 0 | --- |
| Maio | 1 | 250.00 | --- |
Adicionado a 24-06-2012
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E duobus malis minus eligendum
Ou em bom português ... "De dois males, deve-se escolher o menor". No passado dia 20/12, perante a movimentação de várias pessoas ligadas à construção do Projecto 274/06 da Sociedade de Construções H.Hagen, foram estas informadas que estava para dar entrada nos Tribunais, uma Providencia Cautelar para que houvesse uma 3ª opinião sobre toda a polémica que envolve estas construções. Haveria a hipótese por parte da construtora de não iniciar qualquer actividade e aguardar pelo despacho do Tribunal ou iniciar as obras, sujeita a ter de repor a situação anterior ao seu início, caso a decisão judicial vier dar razão aos moradores.
Desde 20 de Setembro que equacionamos esta opção legal, mas pelos vistos nunca a levaram a sério.
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
"rabos-de-palha"
Foi com grande mágoa que tivemos de alterar a entrada da Providencia Cautelar no Tribunal Administrativo e Fiscal de Almada no passado dia 27 de Dezembro de 2007 contra o Projecto 274/06 da Sociedade de Construções H.Hagen que foi licenciado pela Câmara Municipal de Setúbal no dia anterior.
A razão sobrepõs-se à raiva e impotência que sentíamos com o inicio dos trabalhos de vedação dos terrenos afectos a este projecto e a Providencia Cautelar que se encontrava em preparação desde o inicio do mês ainda tinha muitos "rabos de palha" que puderiam ser utilizados contra nós e assim poderíamos fazer parte dos exemplos para os Provérbios & Ditos de Dom Fuas Bragatela “esquecendo-se de que tinham rabos de palha e de que o lume andava perto; se não os queimasse hoje talvez ardessem amanhã”.
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
O dia D chegou
Apesar do Projecto 274/06 estar envolto em alguma polémica, existe já um alvará desde 20/12/2007 para que a Sociedade de Construções H. Hagen possa iniciar as obras de construção quando assim o entender. Faltou talvez um pouco mais de empenho por parte da Câmara Municipal de Setúbal em promover o dialogo entre as partes envolvidas, para que não tenham de ser os tribunais a ter a ultima palavra, com todos os custos e atrasos inerentes.
Pela parte dos moradores houve esse empenho, embora por vezes tenha sido mal interpretado.



