quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Diário de obras - 3ª semana

Mais uma semana passou, e aqui estão as imagens dos avanços das obras no local do Projecto 274/06 da Sociedade de Construções H.Hagen.
Assim ao alcance de um click podem ser vistas as transformações de toda esta área.






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terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Parabens!

Estão de parabéns os que tomaram a iniciativa de dar continuação aos trabalhos previstos no Programa de Reabilitação Hurbana (PRU)- Consolidação e Tratamento de Espaços Públicos - Av. D.Manuel I.
Depois de durante o mês de Novembro de 2007 terem modificado o sistema de fixação dos caixotes do lixo, que em dias de vento andavam Avenida abaixo, nunca tendo contudo originado qualquer acidente rodoviário digno de registo, iniciou-se hoje de manhã a limpeza de uma zona de matagal junto ao Viaduto sobre a Avenida D.Manuel I (sentido ascendente) pela empresa IPODEC.
Vai agora poder ser apreciado na sua globalidade a nova escultura em terra (diga-se em abono da verdade que é de uma originalidade discutível) existente no local onde está prevista a execução do Projecto 172/07 propriedade da Sociedade de Construções H.Hagen.

A pulga e o elefante

Uma fábula para os mais pequenos:

Era uma vez uma pulga que saltava e saltava e voltava a saltar para ver mais alto, lá para o outro lado do mundo.

De tanto saltar, foi parar, sem querer, à cabeça de um elefante que por ali passava calmamente com os seus amigos e família.

Quando se viu pousada na cabeça do elefante pensou:

- Agora já não tenho necessidade de andar para aqui aos saltos, saltinhos e saltões, porque daqui de cima vejo tudo até ao longe, como se estivesse numa montanha.

Assim pensou, assim o fez. Chamou logo a sua famelga pulguenta e lá foram instalar-se no "cucuruto" do paquiderme com grandes vivas de felicidade e alegria.

Ora o elefante senhorio começou a sentir uma coisa estranha no andar de cima. Uma sensação incómoda de último andar ocupado por vizinhança desconhecida e em festa agitada. Para escutar e sentir melhor, volta não volta parava, controlando as suas enormes orelhas, e punha-se à escuta para captar o que se passava.

O pulguedo em festança lá estava, observando do alto a paisagem, tomando chá e biscoitos de pulga, em festa de arromba, aliviados de tanto salto ter dado.

A pulga rainha, que lhes tinha indicado aquele miradouro, tinha um chapéu enorme, espécie de corôa, para se distinguir das outras pulgas. Uma espécie de campeã dos saltos. De repente, uma ventania muito forte veio sem avisar e o chapéu saltou-lhe da cabeça real e foi voando, voando pelo ar fora, e só parou dentro do olho do elefante, numa altura em que ele, muito paradinho, tentava, de olhos esbugalhados e muito concentrado, perceber a origem e o porquê daquela algazarra. O nosso elefante, com o chapéu enfiado no olho, deitava abundantes lágrimas, como aquela poeira que nos entra pela vista sem avisar e nos deixa a chorar, como um rio deslizando pela cara abaixo.

Então a pulga do chapéu resolveu aventurar-se para recuperar a sua preciosidade real.

Desceu até à grande orelha do elefante e segredou-lhe:

- Senhor elefante, senhor elefante, sou eu, a vizinha do andar de cima, está-me a ouvir?

Sim, como é que uns super ouvidos como aqueles, não haviam de ouvir? Aquele som, junto aos tímpanos, parecia-se com o ressoar de trovões dentro de uma panela!

O elefante, com o olho a deitar lágrimas, eriçou a tromba e como uma trompete, lá perguntou aflito:

- Quem é que está aí aos berros?

- Sou eu, a sua vizinha pulga. Posso ajudar a parar essa dor que o faz chorar!

-Como?- Perguntou o elefante a desfazer-se em água pela tromba abaixo.

- Posso ir aí ao lado e tirar esse mal do seu olho. Logo ficará melhor!

O elefante, que não sabia o que era uma pulga, ao princípio desconfiou se aquilo não era a voz de algum fantasma, ou o truque do seu primo com a mania de ser ventríloquo. Mas como a dor não saía, nem com a esfregadela da tromba, lá se resignou dizendo:

- Está bem ó Dona Pulga. Não sei se você existe, mas se existe ajude-me, pois parece que me entrou um porco espinho para o olho.

- Não é um porco espinho. É o meu belo chapéu em forma de coroa que me voou da cabeça.
Com um salto bem treinado, a pulga rainha chegou-se perto do olho do paciente e zás, tirou-lhe o chapéu, o que provocou um alto som de alívio do elefante, agora agradecido e olhando para a pulga com melhor visibilidade.

- Você é que é uma pulga? Que raio de bicharoco mais pequeno e saltitão! Bem, mas muito obrigado por me ter aliviado desta dor de olho chorão. E já agora onde vive?

- Eu? Bem, se não ficar zangado comigo vou-lhe contar. Estava eu aos saltos no chão, aqui perto, quando um salto mais campeão me levou ao cimo da sua linda, linda e espaçosa cabecinha, ainda por cima com uns abaniques que dão fresquinho e lindos como asas ao vento. Quando estava lá no seu alto, a vista era magnífica e, com um assobio especial de pulga, convidei os meus amigos e famelga pulguenta a subirem, de salto ou pela tromba acima, assim acontecendo. Foi a visão mais bonita que tivemos todos até agora, fartos de andar sempre aos saltos de terra em terra, de cão em cão, de gato em gato. Como pode sentir daqui, lá estão todos ainda numa grande festa, com uns senhores da montanha, deliciados com a vista no horizonte.

O elefante, ainda com um olhar espantado, ia ouvindo a história daquele bichinho chamado pulga e quase não acreditava na ocupação do seu espaço superior entre as orelhas. Mas como tinha uma dívida de gratidão pelo alívio da vista, lá compreendeu, decidindo apresentar a pulga à sua família maravilhosa e restantes amigos da manada, sempre unida, com boa memória, como todos os elefantes, grandes de corpo e dóceis de coração.

A pulga, por sua vez, prometeu apresentar todo o seu povo pulguento e, com aquele assobio especial, chamou a sua gente, formando-se logo uma grande fila, numa confraternização com os paquidermes, trocando amizades e experiências de saltos e jactos de água saídos das trombas, entre risos e conversas de animais pequenos e animais enormes.

Enfim, o tamanho não tem grande importância. Foi tudo uma questão do elefante saber da existência da pulga, embora a pulga já conhecesse o elefante, e agora muito melhor, depois daquele ponto alto.

E assim ficaram amigos. Os elefantes deram-lhes autorização para viverem no alto de toda a manada.

Neste momento fazem festa todos as semanas. Convidam os elefantes para dançar. Ainda tentaram que estes dessem alguns saltos, mas nada feito, pesadões como são! Dão grandes passeios pelas florestas, sempre em festa e com belas paisagens, num nunca mais acabar.
Um dia ainda passam por aqui. Estejam atentos ao assobio especial da nossa amiga pulga, rainha e campeã de saltos...!

in - http://sotaodaines.chrome.pt/sotao/o%20sotao%20da%20ines%20-%20so%20texto/histor51.html

A 3ª opinião (Parte II)

Foi este o efeito na prática, produzido pela decisão ponderada que o Mmº. Juiz do Tribunal Administrativo e Fiscal de Almada tomou, depois de apreciar à Providência Cautelar nº 39/08.2 BEALM, intreposta pela Administração do Condomínio sito na Avenida D.Manuel I, 17 contra a Câmara Municipal de Setúbal pela sua actuação no licenciamento do Projecto 174/06 da Sociedade de Construções H.Hagen.

domingo, 13 de janeiro de 2008

Memórias - Inauguração do Viaduto

A inauguração vista pelo Jornal "O Setubalense".

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A inauguração vista pelo Jornal "Correio de Setúbal".

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sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Tantas vezes o cântaro vai à fonte ...


Deu entrada esta tarde no Tribunal Administrativo e Fiscal de Almada a Providência Cautelar à qual foi atribuido o nº 39/2008 BEALM, intreposta por moradores do nº 17 da Avenida D.Manuel I, contra a Câmara Municipal de Setúbal pela sua actuação no licenciamento do Projecto 274/06 da Sociedade de Construções H.Hagen.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Denuncia pública

Porque a paciência tem limites, resta-nos sempre o direito à indignação e denuncia. A Administração do Condomínio da Avenida D.Manuel I, n.º 17 leu o seguinte Comunicado na Sessão Pública da Câmara Municipal de Setúbal de hoje, no espaço reservado aos munícipes.
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A Sra. Presidente da Camara Municipal de Setubal, prometeu entregar durante o dia de amanhã aos serviços de fiscalização da autarquia, a denuncia apresentada.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Uns dias chove ... outros dias faz sol

Uns dias a Rua Paulo da Gama está limpa ... outros dias está um nojo!
Depois da denuncia do passado sabado, durante todo o dia de ontem, uma maquina apareceu e ao percorrer a rua de tempos a tempos, em missão de limpeza, esta mantinha-se com um aspecto razoavelmente limpo. O dia passou, e hoje voltamos ao início: uma grande porcaria!
Volta-se a referir que a Sociedade de Construções H.Hagen que se enconta a construir no local, é uma empresa certificada.
Teremos de ser obrigados a ter os tapetes dos nossos carros sujos de terras e passar alguns minutos a limpar os pés antes de entrar em nossas casa? Porquê?
Foi informada da situação, a Divisão de Trânsito da PSP de Setúbal, desconhecendo-se se esta compareceu no local.

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Diário de obra - semana 2

Mais uma semana passou, e aqui estão as imagens dos avanços das obras no local do Projecto 274/06 da Sociedade de Construções H.Hagen.
Assim ao alcance de um click podem ser vistas as transformações de toda esta área.







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Uma grande mentira! Será?

Depois dos ultimos acontecimentos junto ao Viaduto sobre a Avenida D.Manuel I onde a Sociedade de Construções H.Hagen pretende construir 2 projectos habitacionais (Projecto 274/06 e Projecto 172/07), já julgo tudo possivel. Os estudos para viabilizar a construção de um Palácio de Congressos sobre a Pedra Furada, podem transformar esta grande mentira, numa futura verdade.
Foi esta noticia interessante que descobri, depois de ter retomado as actividades de investigação sobre a história e memórias desta zona.

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Uma acção louvável

Pelas 09:50 os funcionários da divisão de trânsito, concluíram a colocação de sinalização apropriada, que identifica o espaço entre as vedações do Projecto 274/07 da Sociedade de Construções H.Hagen e o prédio n.º 17 da Avenida D.Manuel I como sendo uma saída de garagem, após pedido feito nesse sentido pelo proprietário da referida garagem no passado dia 2 de Janeiro junto dos serviços camarários.
Se por vezes havia já estacionamento abusivo nesta área, agora com as alterações existentes no local, a identificação do acesso à garagem tinha ficado comprometido, proporcionando situações que puderiam comprometer o sossego dos moradores/proprietário da garagem.

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

What is Nanotechnology?

Um pouco de "kultura" cientifica, não ficará certamente mal:

"The word nanotechnology is a combination of the two terms "nano" and "technology." A palavra nanotecnologia é uma combinação dos dois termos o termo "nano" e "tecnologia". From this alone, it is apparent that nanotechnology is an application of scientific concepts at the level of molecules and particles, the sizes of which fall within the range of 1 to 100 nanometers. A partir desta sozinho, verifica - se que as nanotecnologias é uma aplicação de conceitos científicos ao nível das moléculas e partículas, o tamanho do que se enquadram na faixa de 1 a 100 nanômetros. In a nutshell, nanotechnology refers to functional engineering at the level of molecules. Em suma, a nanotecnologia se refere a engenharia funcional ao nível das moléculas."

( http://www.tech-faq.com/lang/pt/nanotechnology.shtml )

Da mesma forma, a programação em HTML actua ao nivel do código-fonte, o que não pode ser visto a olho nú, nem recorrendo a microscópios electónicos.(+)