quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Procure as diferenças

Temos orgulho no que fazemos!

Ando a precisar de óculos

Oportunidade de negócio

Aproveitando o facto da grua a operar no local, onde a Sociedade de Construções H.Hagen pretende construir um projecto habitacional, estar exageradamente próxima de um edifício já existente, lembraram-se os moradores de criar um serviço personalizado de bar e cafetaria, para que o operador da grua não tenha que se ausentar do local de trabalho e assim pôr em causa o avanço das obras, que decorrem a bom ritmo.Os lucros deste serviço irão ser utilizados pelos moradores para prosseguir com a acção judicial contra o referido Projecto.

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Uma imagem vale mais que mil palavras!

Pedido de desculpa

Por desejar que haja, no mais curto prazo possível, a continuação aos trabalhos previstos no Programa de Reabilitação Urbana (PRU)- Consolidação e Tratamento de Espaços Públicos - Av. D.Manuel I, não analisei bem a realidade. Também os trabalhos estarem a ser executados pela empresa IPODEC que habitualmente vemos a efectuar serviços para a Câmara Municipal de Setúbal e Junta de Freguesia de S.Sebastião não ajudou a clarificar a situação.

Contudo a limpeza do espaço era urgente, com vista à montagem das bancadas onde o público vai puder admirar o trabalho de um grupo de trinta e três escultores de várias nacionalidades que participam no 1º Festival Internacional de Esculturas em Terra (LAVRA 2008).
Como o evento tem relevância a nível local, apesar de se tratar de uma propriedade privada, será sempre reconhecido um eventual apoio dos orgãos autarquicos.



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quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Agenda cultural - Lavra 2008

Cerca de 250 mil pessoas são esperadas no 1º Festival Internacional de Esculturas em Terra - LAVRA 2008 - que decorre até 01 de Abril, numa zona cuidadosamente preparada pela organização.A edição tem como tema o Urbanismo e tem importantes patrocinadores ligados ao tema.
O 1º Festival Internacional de Esculturas em Terra (LAVRA 2008) abrirá ao público no dia 19 mostrando trinta e cinco mil toneladas de terra, onde se espera dos concorrentes esculturas de exemplos do bom urbanismo desta cidade. O festival ocorre na Fonte do Lavra - Setúbal, e exibirá um conjunto integrado de esculturas em terra de grandes dimensões. A cidade de terra começará a ser construída a partir de amanhã, por um grupo de trinta e três escultores de várias nacionalidades,
O LAVRA 2008, organizado por uma construtora conhecida, é o único festival do género na Península Ibérica e, pela sua dimensão e quantidade de terra utilizada, poderá tornar-se na maior exposição de esculturas em terra construídas em todo o mundo.
O LAVRA 2008 poderá ser visitado todos os dias, entre as dez da manhã e a meia-noite. Durante o dia as esculturas podem ser admiradas em todo o seu detalhe e a noite traz outra atmosfera ao parque de esculturas, que é iluminado por um jogo de luzes concebido de acordo com o simbolismo do exemplo retractado.

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Diário de obras - 3ª semana

Mais uma semana passou, e aqui estão as imagens dos avanços das obras no local do Projecto 274/06 da Sociedade de Construções H.Hagen.
Assim ao alcance de um click podem ser vistas as transformações de toda esta área.






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terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Parabens!

Estão de parabéns os que tomaram a iniciativa de dar continuação aos trabalhos previstos no Programa de Reabilitação Hurbana (PRU)- Consolidação e Tratamento de Espaços Públicos - Av. D.Manuel I.
Depois de durante o mês de Novembro de 2007 terem modificado o sistema de fixação dos caixotes do lixo, que em dias de vento andavam Avenida abaixo, nunca tendo contudo originado qualquer acidente rodoviário digno de registo, iniciou-se hoje de manhã a limpeza de uma zona de matagal junto ao Viaduto sobre a Avenida D.Manuel I (sentido ascendente) pela empresa IPODEC.
Vai agora poder ser apreciado na sua globalidade a nova escultura em terra (diga-se em abono da verdade que é de uma originalidade discutível) existente no local onde está prevista a execução do Projecto 172/07 propriedade da Sociedade de Construções H.Hagen.

A pulga e o elefante

Uma fábula para os mais pequenos:

Era uma vez uma pulga que saltava e saltava e voltava a saltar para ver mais alto, lá para o outro lado do mundo.

De tanto saltar, foi parar, sem querer, à cabeça de um elefante que por ali passava calmamente com os seus amigos e família.

Quando se viu pousada na cabeça do elefante pensou:

- Agora já não tenho necessidade de andar para aqui aos saltos, saltinhos e saltões, porque daqui de cima vejo tudo até ao longe, como se estivesse numa montanha.

Assim pensou, assim o fez. Chamou logo a sua famelga pulguenta e lá foram instalar-se no "cucuruto" do paquiderme com grandes vivas de felicidade e alegria.

Ora o elefante senhorio começou a sentir uma coisa estranha no andar de cima. Uma sensação incómoda de último andar ocupado por vizinhança desconhecida e em festa agitada. Para escutar e sentir melhor, volta não volta parava, controlando as suas enormes orelhas, e punha-se à escuta para captar o que se passava.

O pulguedo em festança lá estava, observando do alto a paisagem, tomando chá e biscoitos de pulga, em festa de arromba, aliviados de tanto salto ter dado.

A pulga rainha, que lhes tinha indicado aquele miradouro, tinha um chapéu enorme, espécie de corôa, para se distinguir das outras pulgas. Uma espécie de campeã dos saltos. De repente, uma ventania muito forte veio sem avisar e o chapéu saltou-lhe da cabeça real e foi voando, voando pelo ar fora, e só parou dentro do olho do elefante, numa altura em que ele, muito paradinho, tentava, de olhos esbugalhados e muito concentrado, perceber a origem e o porquê daquela algazarra. O nosso elefante, com o chapéu enfiado no olho, deitava abundantes lágrimas, como aquela poeira que nos entra pela vista sem avisar e nos deixa a chorar, como um rio deslizando pela cara abaixo.

Então a pulga do chapéu resolveu aventurar-se para recuperar a sua preciosidade real.

Desceu até à grande orelha do elefante e segredou-lhe:

- Senhor elefante, senhor elefante, sou eu, a vizinha do andar de cima, está-me a ouvir?

Sim, como é que uns super ouvidos como aqueles, não haviam de ouvir? Aquele som, junto aos tímpanos, parecia-se com o ressoar de trovões dentro de uma panela!

O elefante, com o olho a deitar lágrimas, eriçou a tromba e como uma trompete, lá perguntou aflito:

- Quem é que está aí aos berros?

- Sou eu, a sua vizinha pulga. Posso ajudar a parar essa dor que o faz chorar!

-Como?- Perguntou o elefante a desfazer-se em água pela tromba abaixo.

- Posso ir aí ao lado e tirar esse mal do seu olho. Logo ficará melhor!

O elefante, que não sabia o que era uma pulga, ao princípio desconfiou se aquilo não era a voz de algum fantasma, ou o truque do seu primo com a mania de ser ventríloquo. Mas como a dor não saía, nem com a esfregadela da tromba, lá se resignou dizendo:

- Está bem ó Dona Pulga. Não sei se você existe, mas se existe ajude-me, pois parece que me entrou um porco espinho para o olho.

- Não é um porco espinho. É o meu belo chapéu em forma de coroa que me voou da cabeça.
Com um salto bem treinado, a pulga rainha chegou-se perto do olho do paciente e zás, tirou-lhe o chapéu, o que provocou um alto som de alívio do elefante, agora agradecido e olhando para a pulga com melhor visibilidade.

- Você é que é uma pulga? Que raio de bicharoco mais pequeno e saltitão! Bem, mas muito obrigado por me ter aliviado desta dor de olho chorão. E já agora onde vive?

- Eu? Bem, se não ficar zangado comigo vou-lhe contar. Estava eu aos saltos no chão, aqui perto, quando um salto mais campeão me levou ao cimo da sua linda, linda e espaçosa cabecinha, ainda por cima com uns abaniques que dão fresquinho e lindos como asas ao vento. Quando estava lá no seu alto, a vista era magnífica e, com um assobio especial de pulga, convidei os meus amigos e famelga pulguenta a subirem, de salto ou pela tromba acima, assim acontecendo. Foi a visão mais bonita que tivemos todos até agora, fartos de andar sempre aos saltos de terra em terra, de cão em cão, de gato em gato. Como pode sentir daqui, lá estão todos ainda numa grande festa, com uns senhores da montanha, deliciados com a vista no horizonte.

O elefante, ainda com um olhar espantado, ia ouvindo a história daquele bichinho chamado pulga e quase não acreditava na ocupação do seu espaço superior entre as orelhas. Mas como tinha uma dívida de gratidão pelo alívio da vista, lá compreendeu, decidindo apresentar a pulga à sua família maravilhosa e restantes amigos da manada, sempre unida, com boa memória, como todos os elefantes, grandes de corpo e dóceis de coração.

A pulga, por sua vez, prometeu apresentar todo o seu povo pulguento e, com aquele assobio especial, chamou a sua gente, formando-se logo uma grande fila, numa confraternização com os paquidermes, trocando amizades e experiências de saltos e jactos de água saídos das trombas, entre risos e conversas de animais pequenos e animais enormes.

Enfim, o tamanho não tem grande importância. Foi tudo uma questão do elefante saber da existência da pulga, embora a pulga já conhecesse o elefante, e agora muito melhor, depois daquele ponto alto.

E assim ficaram amigos. Os elefantes deram-lhes autorização para viverem no alto de toda a manada.

Neste momento fazem festa todos as semanas. Convidam os elefantes para dançar. Ainda tentaram que estes dessem alguns saltos, mas nada feito, pesadões como são! Dão grandes passeios pelas florestas, sempre em festa e com belas paisagens, num nunca mais acabar.
Um dia ainda passam por aqui. Estejam atentos ao assobio especial da nossa amiga pulga, rainha e campeã de saltos...!

in - http://sotaodaines.chrome.pt/sotao/o%20sotao%20da%20ines%20-%20so%20texto/histor51.html

A 3ª opinião (Parte II)

Foi este o efeito na prática, produzido pela decisão ponderada que o Mmº. Juiz do Tribunal Administrativo e Fiscal de Almada tomou, depois de apreciar à Providência Cautelar nº 39/08.2 BEALM, intreposta pela Administração do Condomínio sito na Avenida D.Manuel I, 17 contra a Câmara Municipal de Setúbal pela sua actuação no licenciamento do Projecto 174/06 da Sociedade de Construções H.Hagen.

domingo, 13 de janeiro de 2008

Memórias - Inauguração do Viaduto

A inauguração vista pelo Jornal "O Setubalense".

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A inauguração vista pelo Jornal "Correio de Setúbal".

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