Pode ser ou não, uma consequência do que se passa a poucos metros de distância!
quarta-feira, 26 de março de 2008
Terrenos instáveis
Pode ser ou não, uma consequência do que se passa a poucos metros de distância!
quarta-feira, 19 de março de 2008
Rescaldo do temporal de 18-02-2008 ?
Desde finais de Fevereiro começou-se a notar que o piso da Avenida D.Manuel I no sentido descendente, a partir do Viaduto sobre a referida avenida, se ia deformando pouco a pouco, causando o incómodo de alguns solavancos aos que por ali passam nas sua viaturas. A deformação parece ter estabilizado e à falta de uma monitorização por entidades competentes poderá dizer-se que foi restabelecido um equilíbrio no local.
Mais abaixo, junto à curva e já durante este mês começou também a haver uma deformação no piso, situação que tem evoluído para o aparecimento de fissuras no alcatrão que vão aumentando dia a dia. Se a situação anterior não apresenta riscos aparentes, aqui o risco de aluimento parece real e se não for monitorizada esta zona com a avaliação de todos os riscos envolvidos, poderemos ter ali um dia destes, um acidente rodoviário de consequências imprevisíveis. Se bem que o transito de pesados é reduzido (transportes públicos, veículos de limpeza e recolha de lixo), as forças exercidas em curva são superiores às forças exercidas em trajecto recto, e um simples veículo ligeiro poderá despoletar o aluimento e consequente acidente.
Como o assunto merecerá certamente uma atenção por partes dos serviços competentes da Câmara Municipal de Setúbal, toda a informação acima referida será enviada por correio electrónico para a autarquia através da Participação Cidadã.
Como o assunto merecerá certamente uma atenção por partes dos serviços competentes da Câmara Municipal de Setúbal, toda a informação acima referida será enviada por correio electrónico para a autarquia através da Participação Cidadã.
Agora poderemos especular sobre o que terá despoletado esta deformação.
Não é a primeira vez que chove com alguma intensidade (considerando que este temporal foi uma situação excepcional) e é frequente haverem episódios ao longo da descida a partir do numero 19 e até à zona do viaduto. Que o diga a empresa Aguas do Sado que várias vezes por ano vem reparar as condutas especialmente entre os números 17 e 19.
Na zona de curva é a primeira vez que acontece tal facto.
A novidade no local é o aterro e inicio das fundações para a construção de um projecto habitacional. Pode ver-se na foto seguinte o impacto que a chuva intensa e prolongada provocou no local da construção e demorou mais de uma semana até que já não houvesse nenhuma pequena poça de água nas zonas com cota mais baixa.
A saturação actual no terreno é tão elevada, que qualquer período de chuva por mais fraca que seja, dá origem a largas manchas de terreno lamacento.
Não é a primeira vez que chove com alguma intensidade (considerando que este temporal foi uma situação excepcional) e é frequente haverem episódios ao longo da descida a partir do numero 19 e até à zona do viaduto. Que o diga a empresa Aguas do Sado que várias vezes por ano vem reparar as condutas especialmente entre os números 17 e 19.
Na zona de curva é a primeira vez que acontece tal facto.
A novidade no local é o aterro e inicio das fundações para a construção de um projecto habitacional. Pode ver-se na foto seguinte o impacto que a chuva intensa e prolongada provocou no local da construção e demorou mais de uma semana até que já não houvesse nenhuma pequena poça de água nas zonas com cota mais baixa.
A saturação actual no terreno é tão elevada, que qualquer período de chuva por mais fraca que seja, dá origem a largas manchas de terreno lamacento.
Voltando atrás no tempo, na zona onde está implantado o viaduto e no local onde se iniciou a construção do projecto habitacional, (ainda antes de ser rasgada a parte final desta avenida), corria a agua livremente proveniente de inúmeras nascentes, a mais importante das quais tinha sido aproveitada, tendo sido feito o poço da Bela Vista que abastecia a fabrica de enchimento da água com o mesmo nome. Nunca foi devidamente estudado o percurso das águas subterrâneas associadas a esta grande nascente, que levou um golpe mortal aquando da implementação dos pilares a poente do viaduto construído nas proximidades. Quem acompanhou a construção do viaduto lembra-se da enorme quantidade de pedras e betão que foi necessário colocar para estabilizar toda a zona do alicerces dos pilares a poente.
Restaram algumas nascentes de pequena monta, onde crescia um canavial junto à zona norte de protecção do viaduto, agora objecto de aterro e fundações.
Restaram algumas nascentes de pequena monta, onde crescia um canavial junto à zona norte de protecção do viaduto, agora objecto de aterro e fundações.
quarta-feira, 12 de março de 2008
sábado, 8 de março de 2008
segunda-feira, 3 de março de 2008
Memórias - Convívio de crianças
Dos tempos em que um convívio para crianças fazia noticia de primeira pagina.
Agora resta-nos o Dia Mundial da Criança, a 1 de Junho!
Agora resta-nos o Dia Mundial da Criança, a 1 de Junho!
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
Diario de obra - 8ª semana
Mais uma semana passou, e aqui estão as imagens dos avanços das obras no local do Projecto 274/06 da Sociedade de Construções H.Hagen.
Enquanto decorre o processo em tribunal, as obras encontram-se suspensas e portanto não se justifica a continuação deste diário de obra. Contudo, como vai continuar a ser tirada uma foto diária que mais tarde poderá ser útil no processo judicial, estará disponível para os interessados e só neste artigo, um link para a fotografia correspondente a todas as quartas-feiras das próximas semanas, numeradas a partir da semana 9.
| 9 | 10 | 11 | 12 | 13 | 14 | 15 | 16 | 17 | 18 |
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
Faça uma pausa com KitKat ... (Parte II)
Não sendo possível alterar esta decisão, mesmo que haja recurso das outras partes envolvidas, espera-se que os trabalhos no local sejam interrompidos a todo o momento.
Assim, entregamo-nos nas mãos da Justiça, que irá decidir finalmente quem tem razão em toda esta polémica.
Logo que haja um paragem real no terreno, iremos retirar as faixas pretas, que ornamentam o prédio que faz fronteira com a obra em curso, que já fizeram a sua parte, quando se tratava de denunciar o que julgamos ser um conjunto de situações pouco claras e que por isso precisam de ser melhor esclarecidas em sede própria – os Tribunais.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
sábado, 16 de fevereiro de 2008
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
Festas populares fora de tempo
Como o dia estava soalheiro, neste Fevereiro ameno aproveitou-se para os jogos ao ar livre. Os mais idosos jogavam à malha que ainda continua a ser a rainha da tradição.
Foi impossível jogar á petanca, mais suave e menos violenta que a malha porque a rua é inclinada e tínhamos receio que as bolas fossem embater nas vedações de uma obra em curso.
A miudagem começou pelo jogo da corrida de sacas, de calças arregaçadas pela altura da anca, saltando como coelhos tentando chegar em primeiro lugar à linha da meta. Por vezes alguns tropeçaram, mas são acidentes de percurso que fazem parte do jogo e também divertem a assistência.
Já decorriam as festas à algum tempo quando descobrimos um pau espetado junto ao muro que faz fronteira com a obra. Mesmo não estando previsto nas actividades destas festas populares fora de época, lembraram-se os mais novos de o aproveitar para o jogo do pau-de-sebo. Arranjou-se o sebo, uma bandeirinha, uma escada para a colocar e lá começaram as primeiras tentativas de escalá-lo apenas com a força dos pés e mãos tentando chegar à bandeirinha do topo em menos tempo.
No inicio da noite e depois de umas febras e sardinhas bem regadas, os mais velhos tentaram seguir os passos dos mais novos, o que resultou em momentos de boa disposição.
Em boa hora utilizamos este pau, pois este pertencia ás obras em curso e foi posteriormente deslocado para dentro da obra, onde ontem a EDP montou uma baixada eléctrica que irá servir as necessidades da obra.
Foi impossível jogar á petanca, mais suave e menos violenta que a malha porque a rua é inclinada e tínhamos receio que as bolas fossem embater nas vedações de uma obra em curso.
A miudagem começou pelo jogo da corrida de sacas, de calças arregaçadas pela altura da anca, saltando como coelhos tentando chegar em primeiro lugar à linha da meta. Por vezes alguns tropeçaram, mas são acidentes de percurso que fazem parte do jogo e também divertem a assistência.
Já decorriam as festas à algum tempo quando descobrimos um pau espetado junto ao muro que faz fronteira com a obra. Mesmo não estando previsto nas actividades destas festas populares fora de época, lembraram-se os mais novos de o aproveitar para o jogo do pau-de-sebo. Arranjou-se o sebo, uma bandeirinha, uma escada para a colocar e lá começaram as primeiras tentativas de escalá-lo apenas com a força dos pés e mãos tentando chegar à bandeirinha do topo em menos tempo.
No inicio da noite e depois de umas febras e sardinhas bem regadas, os mais velhos tentaram seguir os passos dos mais novos, o que resultou em momentos de boa disposição.
Em boa hora utilizamos este pau, pois este pertencia ás obras em curso e foi posteriormente deslocado para dentro da obra, onde ontem a EDP montou uma baixada eléctrica que irá servir as necessidades da obra.
Ficam contentes os moradores, por a obra já ser autónoma em electricidade e não precisar de ligar o gerador (colocado por baixo das varandas do prédio que faz fronteira com a obra) que é fonte de ruído constante durante o dia, e até ao Domingo é ligado logo de manhãzinha, apesar das obras estarem paradas, por alguém que precisa de electricidade para preparar o pequeno almoço ou para poder ligar a TV para ver os seus programas favoritos das manhãs de domingo.
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