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domingo, 7 de setembro de 2008
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
Monumentos de Setúbal
A razão de ser deste blog!
terça-feira, 2 de setembro de 2008
Viver na toca
Tudo tem uma história, e esta remonta a 1990 quando fizeram a consolidação das escarpas de S. Nicolau, prolongando a Avenida Belo Horizonte ao longo da mesma. A Avenida que tem uma extensão considerável, foi concluída em 1998 com a construção do Viaduto sobre a Avenida D.Manuel I.
Na zona das escarpas, a avenida foi construída não de uma forma plana, mas tentando minimizar os efeitos das irregularidades do terreno, já que várias ruas e caminhos desembocavam nesta nova artéria.
Assim, é possível ainda ver zonas que terminam em escadas (razoável) ou que terminam num buraco (aberração).
Este último caso deveria ter tido uma atenção especial por parte da Câmara Municipal de Setúbal, que juntamente com o IGHAPE - Instituto de Gestão e Alienação do Património Habitacional do Estado (actual IHRU – Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana) tinham poderes e interesses na zona.
Os moradores, essencialmente pescadores, tinham aqui uma casa modesta (em regra de um só piso), mas sua. Também havia algumas barracas construídas em terrenos abandonados, pertencentes ao IGHAPE por expropriações efectuadas no final dos anos 60.
As mentes brilhantes desta autarquia, descobriram que esta era uma zona ‘virgem’ a explorar, quando já tivessem destruído um outro bairro com vista privilegiada para o Rio Sado e o seu estuário – o bairro do Viso. Este, qual pedreira, está com a exploração quase no limite.
Voltando ao assunto que faz o titulo do artigo, existem várias casas térreas que foram desde 1990 impedidas de fazer qualquer modificação estrutural, ou reconstrução porque os ‘iluminados’ da Câmara Municipal de Setúbal entenderam que a lei do mercado não podia funcionar neste espaço, que os proprietários não tinham direito a ter uma habitação condigna (artigos 65 º e 66º da Constituição Portuguesa, que bons políticos e democratas, salvo seja, se esquecem regularmente) e levando a que a maior parte destas casas esteja agora em ruínas.
Depois de 17 anos a ‘marinar’ (termo usado regularmente nas sessões camarárias!!!) está assim criado o cenário ideal para o ataque da especulação imobiliária, enchendo os bolsos de muita gente e destruindo mais um pouco do património paisagístico desta cidade.
Vem agora a Câmara Municipal de Setúbal mostrar mais uma maquete, com um projecto que já anda enrolado nos corredores do poder desde 2003 (Acta 17/2003 paginas 13-15) e onde a autarquia em conjunto com o IHRU pretendem construir blocos de apartamentos com 4 pisos, esquecendo-se que existe muita propriedade privada em zonas chave, maioritariamente casas térreas.
Vamos certamente continuar a assistir a paradigmas urbanísticos como este
Como parâmetros de avaliação adoptam-se os estabelecidos na Portaria n.º 500/97, de 21 de Julho, na Lei n.º 85/98, de 16 de Dezembro, e nas Recomendações Técnicas de Habitação Social, bem como as propostas de inovação no domínio da concepção e das novas tecnologias, designadamente as que correspondem a uma melhor satisfação das exigências de conforto, segurança, habitabilidade e durabilidade, de racionalidade construtiva e redução de custos.
Na consideração dos custos ponderam-se quer o investimento inicial em terreno, urbanização, construção, administração e encargos financeiros, quer os custos inerentes à conservação, utilização, reposição e a sua correcta repartição numa estrutura global de custos.
Todos estes factores, ainda que devidamente ponderados e avaliados per si, são considerados globalmente.
Extracto do artigo - Prémio INH
Os donos das actuais construções agradeciam, mantinha-se esta zona da cidade com um aspecto equilibrado, livre de mamarrachos, acompanhando as novas tendências urbanísticas por esse mundo fora – zonas residenciais com qualidade. Esta zona também é um cartão-de-visita da Cidade e do País, pois está colocada junto aos cais comerciais do Porto de Setúbal. Não queremos ver aqui uma Copacabana, sem praia.
Bons exemplos em que os mesmos intervenientes (autarquias e INH) fazem um bom trabalho e até ganham prémios:
Extracto do artigo - Prémio INH 2005 — 17.ª edição
domingo, 31 de agosto de 2008
Sinais de mudança
De início, o que parece uma situação normal por estes lados, só iam instalar o estaleiro de obra, ficando depois à espera que fosse licenciado o projecto, podendo até iniciar a limpeza e o aterro se fosse oportuno. A visibilidade que foi dada à nossa contestação aconselhou prudência, e durante quase um ano não foram vistas grandes movimentações de pessoas com dossiers, plantas e afins.
Ao que consegui apurar na altura, o atraso no licenciamento tinha a ver com a forma como ia ser feito o prolongamento da Rua Bartolomeu Dias, com passagem inferior sob a Avenida Belo Horizonte, fazendo com que esta ultima fique parecida com um carrossel (exemplo que também faz parte do best-seller "Urbanismo para Totós").
Pelos vistos já resolveram a melhor forma de levar os carros para cima da Pedra Furada, onde está em fase adiantada de estudo, a construção de um Palácio de Congressos com 10 (dez) pisos!!!
Só nessa altura, o bairro fronteiriço - Bairro da Parvoiça - que envergonha a cidade e os seus autarcas terá finalmente uma solução. Não se pode ter um local frequentado por VIP's com vista para bairros da lata.
Os sinais de mudança vem da remoção de um enorme painel publicitário do local. Espera-se agora a todo o momento a colocação das vedações em todo o recinto na nova obra e porque não também um nova companhia de circo.
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
O balanço
Eu, apesar de morar a escassas dezenas de metros do evento estive a relaxar numa praia das proximidades durante toda a semana e somente a visitei poucas horas antes da sua abertura, tirei fotos na manhã seguinte e envolvi-me na enorme multidão que no ultimo dia fazia a despedida da Festanima e aguardava a chegada da hora do fogo de artifício.
A animação era muita a essa hora (cerca das 23:00) e das ruas laterais chegavam continuamente novos grupos de pessoas.
Depois de uma volta rápida pelo recinto, só não gostei de ver o Pavilhão da Câmara Municipal de Setúbal fechado àquela hora, contrastando com o grande Pavilhão da Junta de Freguesia de S.Sebastião, onde o seu Presidente Carlos Almeida, sempre interessado e atento, conversava com os seus fregueses e não só, e onde até se faziam entrevistas. Só sobressaiu por ser o único pavilhão fechado em todo o recinto àquela hora. Certamente que existirá uma explicação razoável, para não participar na festa de encerramento da Festanima 2008.
Como a confusão era muita, optei por regressar a casa, onde assisti da janela a uma exibição de fogo de artifício que me agradou, por ser diferente (para melhor) daquela a que estou habituado: menos barulho e melhor efeito visual.
Com o evento deste ano, ganhou o bairro de forma permanente, umas bandas de aviso de aproximação de passadeira, numa das poucas existentes neste troço da Avenida Belo Horizonte.Aumentando de facto a visibilidade da mesma, não reduz de maneira nenhuma a regular exibição de carros modificados e principalmente motas, que talvez não exagere ao dizer que atingem neste local no sentido oeste-este, velocidades perto dos 200km/h.
Se tem algum vigia junto à esquadra que fica a cerca de 300 metros, ou simplesmente fazem estas exibições também pelo gosto da aventura e imprevisto, o que é certo é que estas decorrem por vezes em dias seguidos e com várias passagens por hora.
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
A promoção do dia
Quando a nossa construtora de eleição, sempre atenta a esses pequenos pormenores (que fazem toda a diferença), soube que uma empresa de aluguer de escavadoras compactas tinha promoções quase diárias, consultou os responsáveis no local da obra que lhe fizeram uma lista exaustiva do equipamento necessário para limpar o piso térreo.
A empresa em causa, de aluguer de máquinas e equipamentos para construção civil e obras públicas, com uma gama de equipamentos multimarca, moderna, diversificada e eficiente para alugar sem operador, oferece um nível superior de serviço, aluga ao dia, semana ou mês e faz promoções regulares.
A promoção de segunda-feira era uma escavadora usada de concha média (colher de sopa), a qual foi entregue cerca das 11:25.
Assim, para fugir aos olhos indiscretos dos outros pretendentes, foi a escavadora retirada do armazém ainda de madrugada e entregue no local da obra escassos minutos depois das 7 da manhã.
Já que o pessoal das redondezas estava acordado, não havia motivos para não servir a sopinha quente que entretanto estava preparada. Ainda não eram sete e meia, mas o pessoal estava com fome!
Assim, apesar de não de ver o prato, ouvia-se o bater da colher de sopa algures no piso -2 do Bloco 1 ou 2.
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
A passadeira "invísível"
A passadeira que se pode ver nas imagens seguintes é utilizada por várias centenas de pessoas por dia, constituindo esta via um dos acessos principais à baixa da cidade com transito intenso durante quase todo o dia.
Sr. Vereador Paulo Valdez - (...) Constatara, já há algumas semanas, que as passagens para peões na Avenida 5 de Outubro tinham uma iluminação muito boa, ainda mais porque aquilo era uma artéria muito escura, mas perguntava se isto era uma situação pontual, ou se a Câmara Municipal estava a pensar colocar isto noutras passadeiras, especialmente nas que havia risco de atropelamento por falta de visibilidade. (...)
Sra. Presidente - (...) Relativamente às passagens para peões, o Sr. Vereador Eusébio Candeias também falaria disso. (...)
Sr. Vereador Eusébio Candeias - Em relação aos sinais luminosos, os chamados olhos de gato, que tinham sido colocados na Avenida 5 de Outubro, pensava que estes eram importantes em termos de visibilidade e de alerta para os condutores, quando se aproximavam das passadeiras, por razões de segurança. O que se estava afazer era um levantamento das situações eventualmente mais perigosas, nalgumas ruas ou avenidas da cidade, para implementarem mais sinalização desta. Havia a avenida Infante D.Henrique, A Avenida Guiné-Bissau, embora estas já tivesse tido uma intervenção que, de certo modo, já resolvia o problema, que eram as bandas cromáticas que identificavam perfeitamente as passadeiras, mas estava-se a fazer este levantamento para ver o que é que se conseguia em termos de orçamento, para depois se colocar em mais passadeiras. Sobre a questão da pintura das passadeiras em geral, e de artérias, no que dizia respeito à sinalização horizontal e que era uma das opções vais visíveis na cidade, estavam a preparar também uma empreitada, porque não tinham possibilidade, por administração directa, para fazer a manutenção de toda a rede viária, no que dizia respeito a toda a sinalização vertical e horizontal, nomeadamente esta ultima, porque a outra era de manutenção e recuperação de alguns sinais que se iam danificando e que era preciso substituir, e tendo em conta que também estava descentralizado em grande parte das Juntas, esta área, acabavam por ter capacidade de resposta. No que dizia respeito à sinalização horizontal, de facto, era mais difícil e teriam de recorrer a empresas porque não tinha, condições de equipamento para fazer a pintura a quente, o que dificultava a manutenção porque era menos duradoura aquela que iam fazendo. Estavam a preparar a obra, para se avançar com isto, porque se estava num tempo bom para esta intervenção. (...)
Extractos da Acta n.º 3-2008 da Câmara Municipal de Setúbal
Andam agora entretidos a testar novas teorias na (quase) renovada Avenida Luísa Tody: passadeiras com lombas, passadeiras sem lombas, passadeiras que já tiveram lombas, passadeiras (...) engrossando assim os custos finais da obra e fazendo a alegria dos empreiteiros.
Poderá estar englobada no Programa de Reabilitação Urbana - Consolidação e Tratamento de Espaços Públicos - Av. D.Manuel I, mas com o passar dos meses desenvolvi uma teoria dos motivos que levaram a esconder a placa à mais de nove meses numa rua periférica: é preciso enganar o povo votante, de forma a que pareça que se está empenhado a fazer alguma coisa, quando na realidade nada se faz, porque o dinheiro não abunda ou porque as verbas são desviadas com outros fins considerados mais urgentes. As restantes obras do Programa de Reabilitação Urbana são em zonas em que só passam setubalenses, restava a placa referente à Avenida D.Manuel I.
Como ainda faltavam muitos meses para as eleições autárquicas e portanto para que fosse dado seguimento a estas obras, foi a dita placa colocada longe dos olhos dos inúmeros visitantes que circulam nesta porta de entrada da cidade.
A falta de espaço na Avenida não é desculpa, assim como a proximidade de entradas de habitações ou lojas também não, já que a placa está colocada em frente a uma pastelaria, paredes meias com a sua esplanada, numa transversal da Avenida!
Encerrado o espaço de má língua voltamos à nossa passadeira.
Para o nosso caso não pretendemos uma passadeira radical como esta
Imagem original publicada em - Novas passadeiras
Fotografia original publicada em - O peão tem sempre razão!
A melhor forma no meu ponto de vista é a colocação de bandas sonoras (não confundir com bandas de aproximação) a uma distância razoável e porque não complementá-la com os 'olhos de gato'.
domingo, 24 de agosto de 2008
sábado, 23 de agosto de 2008
Regresso de férias
Entre um cruzeiro nas Caraíbas, ir ver os Jogos Olímpicos ao vivo a Pequim, um destino paradisíaco numa qualquer ilha do Pacifico ou comprar uma casa nova para fugir deste inferno, foi fácil a escolha.
Assim as minhas férias fora de casa foram como a da maioria dos portugueses: por perto num local onde se gastasse pouco dinheiro.
Apesar dos lamentos à mesa de um café nas redondezas, de alguns trabalhadores que não viam com bons olhos o facto de estarem impedidos de trabalhar ao sábado, só porque alguém podia tirar fotografias e depois ir fazer queixinhas, aproveitaram a ausência do "bufo" para vir para o local da obra a um sábado, retirar cofragens que é uma actividade quase silenciosa!
Podiam ao menos ter perguntado se ia estar cá este fim-de-semana, ou então como o tempo do estágio está acabar e ainda falta fazer muita coisa, está justificado porque em 34 semanas de obra é a segunda vez que tal acontece, e a vez anterior foi à tanto tempo, que já nem me lembro quando.
A pergunta seguinte é: fazer queixa a quem?
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Nova Setúbal - que futuro?
Para alem de parecer a muitos setubalenses (e não só) que a Nova Setúbal só vai ajudar a que uma cidade que já tem poucos atractivos para ser visitada, servindo essencialmente como destino gastronómico para o seu famoso peixe assado e como ponto de passagem para Tróia, venha a ficar moribunda e abandonada, com a criação de um destino paralelo aqui mesmo ao lado.
A Quercus está em campo e desejo-lhe os maiores sucessos na sua iniciativa.
(...)
De uma forma geral e em síntese, as objecções da Quercus ao Plano de Pormenor são motivadas pelo seguinte:Razões políticas e de ordenamento do território
- Não tem sentido em termos de ordenamento do território e numa lógica de desenvolvimento sustentável um crescimento periférico tão elevado (de cerca de 30%) da cidade de Setúbal, cujo centro histórico se encontra cada vez mais abandonado e inseguro; é certo que uma eventual expansão da cidade se deverá fazer para Este, mas não com esta dimensão;
- A área em causa tem características paisagísticas únicas, nomeadamente a presença de importantes manchas de sobreiros, que não merecem ser destruídas com investimento mobiliário e comercial que ampliará ainda mais as dificuldades de mobilidade e a lógica de consumo que se deveria reduzir do ponto de vista ambiental, social e económico na sociedade portuguesa;
- A autarquia encontra-se com enormes dificuldades financeiras e o Plano de Pormenor implica gastos muito consideráveis para o seu orçamento no médio/longo prazo;
- O Plano de Pormenor, como explicado, tem implicações muito mais penalizantes para o Estado por comparação com o financiamento privado;
- Existe todo um conjunto de relações, decisões e negócios associados a este Plano de Pormenor que não deve ser esquecido e que nos parece pouco transparente.
- A atribuição de utilidade pública a todo o Plano de Pormenor e não apenas a determinados empreendimentos em causa não é considerada legal, nomeadamente porque um Despacho Conjunto ultrapassa a fundamentação do Decreto-Lei relativo à protecção dos sobreiros;
- O Tribunal de Contas tem de se pronunciar previamente sobre os contratos subjacentes ao Plano de Pormenor e, que tenhamos conhecimento, até agora não o fez.
Lisboa, 6 de Agosto de 2008
A Direcção Nacional da Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza
Extracto do artigo - Quercus interpõe Providência Cautelar
Eis para onde caminhamos ...
terça-feira, 19 de agosto de 2008
O fermento
O nosso Primeiro-ministro não se cansa de o afirmar regularmente nas cerimonias protocolares ligadas a novos investimentos na área das novas tecnologias:
- (...) Queremos estar na fronteira tecnológica e modernizar o nosso país. É isso que o plano tecnológico está a fazer e é esse o caminho que queremos seguir (...)
- (..) este investimento vem dar mais confiança à nossa economia e demonstra a qualidade dos nossos recursos humanos e as nossas competências. É um desafio importante também a nível de empregabilidade, o que é determinante para o futuro do país(..)
Na recta final dos Jogos Olímpicos de Pequim, é com alegria que vemos em letras gordas na comunicação social Speedo LZR RACER - Michael Phelps veste «Made in Portugal».
Os fatos utilizados pela maioria dos nadadores nos Jogos Olímpicos de Pequim, envoltos em alguma polémica pois vieram revolucionar o mundo da natação ao mais alto nível, resultaram de um processo de desenvolvimento conjunto da Speedo, NASA e do Instituto Australiano de Desporto, sendo fabricado em Portugal, na Petratex, uma unidade têxtil de Paços de Ferreira.(+)
Não querendo rivalizar com a cidade nortenha, o nosso bairro que também já tinha tido o seu destaque no início do ano, (por termos sido pioneiros a nível mundial no primeiro edifício auto-suficiente a nível energético e de abastecimento de água potável, bem cada vez mais escasso), aparece novamente na vanguarda da construção civil. Como fazer um edifício crescer sem usar mais cimento?
Resposta simples, qual ‘Ovo de Colombo’, basta juntar um pouco de fermento na altura da betonagem, que é vê-lo a crescer dia-a-dia.
Não podemos pois chamar mentirosa à funcionária dedicada da Câmara Municipal de Setúbal, que compilou toda a informação referente aos dois projectos que nos atormentam, pois esta baseou-se somente na informação disponibilizada pelos vários departamentos/divisões envolvidos, e que oportunamente publicamos.
Assim, quando ela em jeito de conclusão afirma que:
- que o edifício a construir no alinhamento da banda já edificada sobre a Av. D. Manuel I só terá 6 pisos, dos quais 5 para habitação e um para estacionamento e comércio, acrescendo que, dado o acentuado declive da avenida, a cota da sua cobertura será inferior à que se verifica no prédio imediatamente a norte.
não contou com esta descoberta também pioneira, que de certeza vai levar bem longe o nome da construtora, o nosso bairro, Setúbal e PORTUGAL!









