segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Recordar é viver: O ínicio do fim!

O tempo passa depressa e já lá vão 4 anos, desde o momento em que o azar bateu à porta de quem, numa jogada de antecipação, julgou por bem mandar vedar o espaço onde mais tarde viria a nascer o mamarracho, a que eu carinhosamente chamo "Muro" da Vergonha.

Numa atitude tipicamente Tuga, mesmo encontrando-se o projecto ainda em apreciação na Câmara Municipal de Setúbal, e contando com uma fiscalização ineficiente, avançaram para a vedação de todo este espaço.
Não fora um trabalhador mais zeloso da empresa de vedações, que apesar de ter sido avisado que existia um acesso a uma garagem com uso frequente, insistiu em vedar o referido acesso, o que levou à chamada ao local da PSP (que à falta de qualquer documentação sobre o que ali se passava, mandou interromper as obras e repor a normal circulação de pessoas e viaturas nos passeios entretanto esburacados), talvez esta novela tivesse outros desenvolvimentos.
Somente no dia 28 de Novembro de 2007 foi publicado um artigo, com um título sugestivo 'Ataque de toupeiras?', que era o que melhor retratava o aspecto de todo este espaço.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Três Reparos

Existem situações menos boas com as quais convivemos todos os dias e às quais não damos a devida importância. Contudo, quem chega de novo tem um olhar diferente e dá o alerta!
Existe uma rubrica de sucesso no jornal local O Setubalense chamada “Três Reparos”, um apontar o dedo, de forma simples e concisa, a uma situação menos boa que seja observada na Cidade de Setúbal e/ou arredores.
Felizmente, não temos situações neste pequeno e pacato bairro de Setúbal que nos levem a serem referidos com regularidade nesta secção do referido jornal. No passado dia 7 de Setembro, na sua edição de quarta-feira lá apareceu a nossa nódoa...

Reparámos que na rua Paulo da Gama, paralela à avenida D. Manuel I, existe uma habitação sem tecto e sem portas e janelas, que é usada por marginais. Fica muito perto da Escola Básica da Fonte do Lavra. Deveria ser emparedada na frente e traseiras por questões de segurança e saúde pública.

Passando nas imediações várias vezes por semana, acompanho esta situação que remonta à primavera de 2008. Após um incêndio nesta habitação, a família de etnia cigana que lá habitava foi realojada e a casa ficou ao abandono. Teve uma ocupação durante vários meses em finais de 2009/inicio de 2010 por um casal jovem de tóxico-dependentes e, neste ultimo ano é frequentada, de forma esporádica, por pessoas de aparência descuidada, provavelmente tóxico-dependentes, para ali se injectarem.
Obviamente que esta situação, dada a proximidade de uma escola do 1º ciclo, Escola Básica da Fonte do Lavra, não contribui em nada para uma boa educação, que se pretenda dar às nossas crianças.

As autarquias deveriam ter poderes, não para emparedar as janelas e portas, mas para demolir, caso os proprietários, num prazo razoável, não tomassem as providencias necessárias a não tornar os imóveis num antro de marginais, Se assim fosse, talvez não tivéssemos agora novamente um bairro de lata de grandes dimensões, na Estrada da Graça, na chamada Quinta da Parvoiça.
Esta fotografia foi tirada ao início da tarde de hoje mas, para os meus seguidores mais atentos já não é a minha primeira referencia ao assunto. Quando assumi uma outra personagem nas ultimas eleições autárquicas, a de Maria P, Morais, uma promissora candidata à Câmara Municipal de Setúbal, pelo M.A.C.A.U. - Movimento Alternativo contra as Aberrações Urbanísticas, foi publicada uma fotografia desta mesma habitação a propósito de uma limpeza mais cuidada, que a CMS resolveu agendar nesta zona, para assim apresentar serviço na véspera das Autárquicas 2009, no artigo Candidata visita Parque Infantil. Contudo, estes trabalhadores dedicados esqueceram-se de levar um barco que apodrecia a olhos vistos a cerca de 10 metros deste local (para o qual foi chamada a atenção à Sra Presidente Maria das Dores Meira, que no local prometeu aos moradores uma solução rápida e que depois demorou quase 2 anos...), barco esse que ainda é visível mais abaixo, na barra lateral direita deste blogue.

Para acabar este artigo adiciono mais dois reparos (ou nódoas no bairro), estes agora da minha autoria:
  1. Uma casa em ruínas no cimo da rua Gil Eanes, junto ao cruzamento com a Avenida da Bela Vista, que também é muito mal frequentada;

  2. Prostituição diurna, num baldio junto ao Poço da Bela Vista, onde uns boatos mentirosos afirmavam que a Mota-Engil ia recuperar o projecto para a construção de um hotel de alguma dimensão, com vista para o Estuário do Sado.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Muro vai para obras

Aparentemente o 'Muro' da Vergonha vai para obras. Com o passar dos tempos habituei-me a manter o espírito aberto e já poucas coisas me causam surpresa. Somente iria ficar surpreendido se retirassem das fachadas, os azulejos que lhe dão este look vanguardista de 'Cor de muro'.
Com o corte parcial do transito na avenida Belo Horizonte, onde se realiza por esta altura uma festa de bairro, a "Festanima", deixei de fazer a minha passagem (quase) diária pelo "Muro' da Vergonha para, em jeito masoquista, continuar a lembrar o que a construção deste mamarracho contribuiu para uma reviravolta total, na minha vida familiar e profissional.
Não faço portanto a mínima ideia, qual o dia correcto em que começaram a montar os andaimes, para efectuar obras de reparação nas fachadas, de pelo menos dois dos blocos, desta obra emblemática da Cidade de Setúbal.

Na passada terça-feira, ao final da tarde, passei ocasionalmente por lá e apercebi-me deste autêntico 'bombom'. Muni-me da maquina fotográfica e documentei este triste espectáculo: um prédio acabado de construir, por uma construtora de renome na praça, à cerca de 2 anos, que quando deixou de interessar aos 'gulosos', que se iriam servir de conhecimentos nos locais certos (factor "C"), para adquirirem um apartamento a baixo custo, com uma vista privilegiada para o Estuário do Sado ou para revenderem com elevado lucro, quando terminasse o período de impedimento legal (habitação a custos controlados), foi acabado à pressa com materiais de 5ª categoria, aplicado por trabalhadores apanhados a laço nas redondezas.

Quem apostou no cavalo errado e acabou por ir morar nestas construções, rapidamente descobriu por conta própria, as inúmeras infiltrações de humidade nas paredes, principalmente nas fachadas viradas a Sul, que sofrem bastante com o excesso de calor no Verão e as chuvas e ventos fortes do quadrantes sul durante o Inverno.
Uma pergunta pertinente: Quem vai pagar as obras? Mais uma missão para o Detective Coelho!

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Eles andam por aí... (Parte II)

Noticia já com alguns dias, mas que só ontem foi detectada:

Justiça/Arrábida
Arguidos no licenciamento ilegal de casas negam acusação

por Lusa 21 Março 2011

O antigo director do Parque Natural da Arrábida (PNA) Celso Santos e o ex-funcionário Nuno David, acusados de corrupção no licenciamento de casas na Arrábida, negaram hoje todas acusações na primeira sessão do julgamento, a decorrer no Tribunal de Setúbal.
Acusado de corrupção passiva e peculato, Celso Santos negou que tivesse dado cobertura a qualquer irregularidade no licenciamento de uma casa do arguido Manuel Varela - suspeito de corrupção activa no mesmo processo - e garantiu que nunca pediu nem aceitou dinheiro. Quanto à acusação do crime de peculato, Celso Santos admitiu ter ordenado o pagamento da reparação da viatura particular de uma arquitecta paisagista do PNA, que teve um acidente de viação em serviço. "Senti-me moralmente responsável e arranjei maneira de lhe pagar a reparação", disse Celso Santos, salientando, no entanto, que o acidente tinha ocorrido quando a funcionária estava ao serviço do PNA. O ex-director reconheceu, no entanto, que tinha colocado a questão superiormente, no Instituto de Conservação da Natureza (ICN), que tutelava o PNA, e que lhe tinha sido dito verbalmente que os prejuízos deveriam ser assumidos pela funcionária em causa.
Neste primeiro dia de julgamento foi também ouvido o ex-funcionário do PNA Nuno David, acusado de diversos crimes de corrupção passiva para ato ilícito, designadamente através da venda de quadros que ele próprio pintava a pessoas que tinham projectos pendentes no PNA. De acordo com a acusação, os quadros de Nuno David terão sido vendidos por valores superiores ao preço de mercado. Nuno David mostrou-se indignado com a avaliação das suas obras artísticas e garantiu que o facto de haver várias pessoas com projectos na Arrábida a comprarem as suas obras era simples coincidência, até porque não tinha poder para influenciar qualquer decisão sobre os projectos em causa.
A argumentação poderá não ter convencido o colectivo de juízes, presidido pelo magistrado Nelson Escórcio, que sublinhou o facto de haver várias pessoas a comprarem quadros do arguido Nuno David quando tinham projectos pendentes no PNA. Dos 15 arguidos no processo, entre os quais estão também alguns fiscais do PNA e da Câmara de Setúbal, oito estão acusados de corrupção ativa e sete de corrupção passiva, sendo que alguns respondem também pelo crime de tráfico de influências. O julgamento prossegue a partir das 9:00 de quarta-feira com a audição de outros arguidos que se disponibilizaram para prestar declarações e de algumas das testemunhas arroladas no processo.

Eles andam por aí... Nós é que nem sempre os vemos!

Pode ser que um dia destes também seja identificado (o nosso detective de serviço nunca o conseguiu, apesar de diversas tentativas) aquele a quem os trabalhadores durante a construção do 'Muro' da Vergonha' se referiam como sendo "sócio da obra" para além de ser Engenheiro da Câmara Municipal de Setúbal.
O que não me deixa triste é que, aparentemente o 'Crime não compensou': a Justiça tarda em dar a sua palavra, mas o negócio é ruinoso. A taxa de ocupação do 'Muro' da Vergonha não deve ser superior a 10 apartamentos, num universo de 33, todas as 9 lojas continuam por acabar, já há apartamentos à venda (é só fazer uma pesquisa na Internet) por parte de quem os comprou inicialmente (apesar de possivelmente ainda não ter feito escritura, pois de outra forma como iria justificar a venda de um apartamento, inserido no âmbito de vendas a custos controlados, que não pode ser vendido num espaço muito específico de tempo). Existem também já muitas queixas de infiltrações de agua nas paredes por parte de quem já lá mora.
A outra aposta, no outro muro, também terá sido um fiasco, já que as vendas andam pela rua da amargura (a CRISE também não ajudou nada). Quem ainda poderia estar interessado, vem de lá com muito má impressão, já que existe verdete em todas as janelas viradas para Sul, pinga no ponto de luz das lâmpadas da cozinha quando chove. Segundo palavras de alguém que está por dentro do assunto, ligado àquela construção "Os alicerces são de boa qualidade mas os acabamentos são uma porcaria". Para quem apesar destas contrariedades e informações desencorajantes ainda quiser fazer negócio, é-lhes dito que a conclusão dos acabamentos é incerta, porque não há dinheiro para fazer a instalação eléctrica dos apartamentos...
Isso sim, é que arrasa com qualquer potencial comprador.
Para quem por ali passa, apercebe-se que este novo mamarracho está votado ao abandono...

PAZ À SUA ALMA

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

CSI Lavra - Episódio 5: Duh...

Sinopse:

Após o grande sucesso da série original, foi criada uma nova série nos mesmos formatos do CSI: Crime Scene Investigation.
CSI: Lavra é uma série de artigos num blogue, que apresenta o trabalho de investigação caseira de uma equipa em Setúbal. O seu primeiro caso (1ª Temporada) vai ser a análise de uma denuncia de publicidade enganosa.
A partir de hoje, a equipa de Robin, Detective Coelho e outros 'carolas' avulso, vão investigar este e outros casos misteriosos e muitas vezes inexplicáveis na ensolarada Cidade de Setúbal.

Temporada 1 - Episódio 5
Duh...

Tal como prometido, aqui estamos com o ultimo episódio desta mini-série. O titulo ilustra o que nos aconteceu durante a investigação preliminar, em que se procuravam provas irrefutáveis que sustentassem a nossa argumentação. Procurava-se no vasto arquivo de fotografias, que foram sendo tiradas ao longo do tempo, com o objectivo de preservar as memórias de tudo quanto por aqui se passou, quando um dos nossos seguidores que assistia a esta pesquisa, fez uma afirmação que nos surpreendeu a todos:

- Duh... Então ainda não repararam que no Outro Muro não tem janelas deste tipo!!! E a foto da esquerda também não foi tirada lá!!

E não é que tinha razão! O Outro Muro
(também conhecido por Edifício Encosta do Rio II, ou mesmo, edifício Tróia'Arrábida) tem somente janelas simples.

Foi u
m autêntico desperdício de recursos, andar a fazer alinhamento de candeeiros de iluminação e árvores, identificar navios, etc. Por vezes as coisas são simples e nós é que as complicamos.
Os ideólogos deste blogue aproveitaram logo esta deixa, para enriquecer o enredo desta mini-série e criar mais um episódio.

Nesta imagem inédita, tirada a 19/04/2009, podemos ver as janelas das salas dos apartamentos da fachada sul do bloco numero 2 do 'Muro' da Vergonha, que são do tipo das apresentadas na página de uma revista publicitária de uma qualquer imobiliária portuguesa. Em mais nenhuns apartamentos destes dois mamarrachos que construíram neste pacato bairro da Cidade de Setúbal, existe este tipo de janela.

Quem é responsável por este engano monumental? Desconhecemos totalmente, pois também não fazemos a menor ideia de quem é o responsável pelo conteúdo do anuncio, sabendo somente quem foi o responsável pela sua divulgação.
O que não deixará de ser, por mais voltas que se dê ao assunto, é um caso sério de publicidade enganosa.
Fim!

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

CSI Lavra - Episódio 4: Vistas do Rio Sado

Sinopse:

Após o grande sucesso da série original, foi criada uma nova série nos mesmos formatos do CSI: Crime Scene Investigation.
CSI: Lavra é uma série de artigos num blogue, que apresenta o trabalho de investigação caseira de uma equipa em Setúbal. O seu primeiro caso (1ª Temporada) vai ser a análise de uma denuncia de publicidade enganosa.
A partir de hoje, a equipa de Robin, Detective Coelho e outros 'carolas' avulso, vão investigar este e outros casos misteriosos e muitas vezes inexplicáveis na ensolarada Cidade de Setúbal.

Temporada 1 - Episódio 4
Vistas do Rio Sado

Como estamos na recta final da primeira temporada, temos de nos empenhar para descobrir os motivos que levaram a que uma 'inocente' pagina, numa revista publicitária de uma qualquer imobiliária portuguesa, fosse associada um caso sério de publicidade enganosa.
A imagem à direita na parte inferior da página, mostra uma vista do rio Sado, tendo como plano de fundo a Península de Tróia. Entramos no domínio dos conhecimentos profundos do autor deste blogue, que também é autor de um foto-blogue onde estão publicadas cerca de 600 fotografias com perspectivas da Cidade de Setúbal, Península de Tróia e Serra da Arrábida, a partir do Rio Sado. Sendo assim, qualquer foto que contenha o Estuário do Sado pode ser desmontada ao pormenor. Vamos à imagem em causa:

Nesta imagem, para quem conhece o local ou para quem é conhecedor até à exaustão de todas as possíveis perspectivas, facilmente descobre que esta imagem nunca poderia ter sido tirada a partir do Outro Muro, que pelos vistos tem várias denominações oficiais:
  • Edifício Encosta do Rio II
  • edifício Tróia'Arrábida
Esta foto foi sim tirada a partir do mamarracho, do outro lado da Avenida D.Manuel I, conhecido por muitos como O 'Muro' da Vergonha. Não podia esta equipa de investigadores deixar uma acusação sem apresentar provas irrefutáveis. Vamos então desmontar a fotografia ao pormenor.

Identificamos com letras o que aqui é relevante:
  • A - Um candeeiro de iluminação
  • B - Uma árvore de algum porte
  • C - Um navio atracado no cais comercial
  • D - Uma placa de sinalização de transito (aproximação de passadeira para peões)
Se olharmos para uma foto antiga, tirada numa altura em que andavam por aqui entretidos a fazer os alicerces do 'Muro' da Vergonha podemos ver que a perspectiva é parecida, tendo a foto em estudo sido tirada de um ponto mais elevado e um pouco mais para a direita do que esta foto de arquivo.

Se não fomos suficientemente claros, podemos olhar para outra foto tirada a partir do Rio Sado, que tem como imagem de fundo O 'Muro' da Vergonha, ainda em fase de acabamentos e em primeiro plano a Pedra Furada, um dos Ex libris da Cidade de Setúbal.

Falta apresentar um novo enquadramento, que contenha também o sinal de transito.

Respeitando a privacidade dos moradores que já habitam no apartamento a partir do qual foi tirada esta foto, não é publicada a imagem que foi tirada na Pedra Furada e que mostra o candeeiro de rua a coincidir com a janela da sala, de um apartamento no xº andar esquerdo, do bloco 2 do 'Muro' da Vergonha.
Como bónus vamos datar a fotografia em análise. O que diferencia esta imagem de qualquer outra tirada no mesmo local, com o mesmo ângulo, a mesma perspectiva e a mesma luminosidade? Só pode ser algo que varie no espaço temporal: um navio atracado no cais comercial.
Com tantos navios a escalar o Porto de Setúbal, seria difícil identificar um navio específico, a partir de uma imagem de tão fraca qualidade. Aí tivemos sorte. Um navio de carga amarelo é raro e em Setúbal pode ser único.
Se o Robin tem como hobby (louvável) o de promover Setúbal através de fotografia, num site internacional que agrega uma comunidade de fotografia de cidades de todo o mundo, outros há que tem como passatempo tirar fotografias de (quase) todos os navio que escalam o Porto de Setúbal, para fornecer a um site que possui o mais vasto numero de fotos de navios do mundo. Um pouco de investigação e chegamos facilmente ao navio em causa, depois de um dos nossos interlocutores se lembrar desse navio amarelo, com o nome de 'Atlas B'.

Esta imagem foi publicada às 19:14 do dia 28-05-2010. Confirmamos com outras fontes e trata-se efectivamente deste navio que esteve estacionado naquela posição do cais comercial entre as 17:45 de 27-05-2010 e as 08:00 de 29-05-2010.
Como uma pequena luminosidade na imagem
(incidência do sol na janela) sugere que a imagem foi tirada ao início da tarde, datamos a imagem para uma hora algures entre as 12:30 e as 14:30 no dia 28-05-2010, já que o dia 27 (hora muito tarde) e 29 (hora muito cedo) se excluem devido à incidência dos raios solares.
Toda esta vasta equipa está de parabéns. Uma investigação ao nível de qualquer outra, que podemos ver por aí, em séries televisivas com a marca CSI.
Algures, foi apontado que esta 1ª temporada teria 5 episódios e como este é o quarto faltará portanto um derradeiro episódio, a ser publicado brevemente, e que terá o titulo sugestivo: CSI Lavra - Episódio 5: Duh...
À boa maneira de qualquer bom argumento, quando parece que já foi tudo descoberto, dá-se uma verdadeira reviravolta e reescreve-se toda a história. Prometemos que vai ser a 'cereja em cima do bolo' e usando a terminologia do Dragon Ball Z dizemos:

Não perca o próximo episódio, porque nós também não! ...

Continua...

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

CSI Lavra - Episódio 3: Mensagem

Sinopse:

Após o grande sucesso da série original, foi criada uma nova série nos mesmos formatos do CSI: Crime Scene Investigation.
CSI: Lavra é uma série de artigos num blogue, que apresenta o trabalho de investigação caseira de uma equipa em Setúbal. O seu primeiro caso (1ª Temporada) vai ser a análise de uma denuncia de publicidade enganosa.
A partir de hoje, a equipa de Robin, Detective Coelho e outros 'carolas' avulso, vão investigar este e outros casos misteriosos e muitas vezes inexplicáveis na ensolarada Cidade de Setúbal.

Temporada 1 - Episódio 3
Mensagem

Como foi uma autêntica aposta no cavalo errada a linha de investigação usada no decurso do episódio anterior, a próxima abordagem na firme e determinada campanha para descobrir o que originou esta acusação de publicidade enganosa, vamos debruçar-nos na mensagem publicitária que é visível na imagem apresentada:

Setúbal a Cidade, a Serra, o Sado e tudo o que proporciona: o bom peixe, o bom clima, as boas gentes, enfim... Viver!!!...
Viver é o que lhe é permitido ao investir na sua habitação no edifício "Troia' Arrábida". Pois de uma forma incrivelmente económica ser-lhe-á possível adquirir o seu novo apartamento de topologia T1, T2, T3 ou T4 com parqueamento, arrecadação e equipado com painéis solares, usufruindo de uma vista soberba sobre Serra da Arrábida, Rio Sado e Península de Tróia.

Ficou confuso? Também nós! Está a tentar vender-se o 'Edifício Encosta do Rio II' ou o edifício "Tróia'Arrábida"?
Onde ficará então este edifício mistério? Segundo o site da imobiliária é o nome dada a todo o loteamento. Dois nomes para a mesma coisa é estranho, mas pelos vistos foi uma opção publicitária.
Explicações possíveis:
  • Edifício Encosta do Rio - Para o mercado local, ao qual se dá pouca importância (pelos vistos esta habitação a custos controlados não foi, como nós sempre dissemos, construída a pensar nas muitas famílias carenciadas deste concelho, a quem a Câmara Municipal de Setúbal, enviou uma carta no início de 2008 a todos os que estavam inscritos nesta autarquia, pedindo para se irem inscrever no 'Muro da Vergonha, e assim alegar em tribunal, que a sua construção era necessária, criando um facto a seu favor, mesmo baseando-se numa enorme mentira e conseguir com isso virar a Providencia Cautelar interposta por moradores contra a edificação destes mamarrachos, a seu favor).
  • Tróia'Arrábida - Para o mercado nacional, em que se tenta vender a localização, escondendo que a parte nascente da Avenida D.Manuel I (onde este mamarracho está edificado) é bastante desvalorizada devido à proximidade com os bairros sociais da Bela Vista (faz fronteira com este bairro) e aquele que é conhecido pelos setubalenses como o Bairro Azul, palco de rivalidades ente comunidades e problemas sociais que são regularmente notícia na Comunicação Social.
Não foi possível decifrar a frase (...)de uma forma incrivelmente económica ser-lhe-á possível adquirir o seu novo apartamento(...).
Tornamos a não conseguir desvendar a razão, porque foi esta página foi associada a Publicidade enganosa. Esperámos que no próximo episódio se faça finalmente luz sobre este intrigante caso, já que só vão existir 5 episódios nesta 1ª temporada e, já gastamos 3 sem nada descobrir.
Continua...

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

CSI Lavra - Episódio 2: Preçário

Sinopse:

Após o grande sucesso da série original, foi criada uma nova série nos mesmos formatos do CSI: Crime Scene Investigation.
CSI: Lavra é uma série de artigos num blogue, que apresenta o trabalho de investigação caseira de uma equipa em Setúbal. O seu primeiro caso (1ª Temporada) vai ser a análise de uma denuncia de publicidade enganosa.
A partir de hoje, a equipa de Robin, Detective Coelho e outros 'carolas' avulso, vão investigar este e outros casos misteriosos e muitas vezes inexplicáveis na ensolarada Cidade de Setúbal.

Temporada 1 - Episódio 2
Preçário

Para quem está habituado a ver preços de apartamentos em publicidade de imobiliárias, acha que o 'crime' poderá estar no preço, já que lhe é dado especial relevo na página. Será portanto esse, o objecto de análise da nossa equipa de investigação caseira, neste segundo episódio.
A palavra 'desde' é sempre suspeita, já que normalmente o preço associado representa um valor sem rigorosamente nada associado ao objecto proposto. Neste caso poderiam dizer que tal não inclui as portas ou janelas (que custariam mais 100 euros cada uma), não inclui as torneiras ou as tomadas, as louças sanitárias ou os móveis da cozinha, etc.. Quando se diz que se aceita o negócio, dizem-nos que já está tudo montado e agora o preço passa a ser mais umas centenas ou milhares de euros. Técnicas de markting...
Como não existe nenhuma informação especifica sobre este tipo de propostas mais ou menos desonestas para o caso em apreço, vai ser interrompida esta linha de investigação.
Olhemos então para o preço em concreto: 61 930.82 euros. O que sobressai aqui são os 82 cêntimos. Um rigor deste é de louvar...
Depois de uma exaustiva pesquisa, que nos consumiu inúmeros recursos, descobrimos que, por ser uma habitação de custos controlados, aplica-se um tal Decreto-lei 165/93 de 7 de Maio que no seu artigo 5 diz..

Artigo 5.º

Parâmetros e valores

As habitações construídas com financiamentos concedidos ao abrigo do presente diploma estão sujeitas aos parâmetros e valores em vigor para a habitação de custos controlados, nomeadamente quanto aos custos de construção por metro quadrado e aos valores máximos de venda, ou outros contratualmente estabelecidos.

Como o preço diz respeito a um apartamento T1 com 70.15m2, é só fazer contas, podendo muito bem dar como resultado um valor, aproximado ao cêntimo.
Fomos apanhados de surpresa! Será uma nova filosofia de venda, já que os apartamentos vendidos pela mesma imobiliária, construídos pela mesma construtora e também sob as regras de habitação a custos controlados, tiveram uma dinâmica muito própria?
Se olharmos para uma enorme placa que esteve plantada junto aquele, a que eu carinhosamente chamo 'Muro' da Vergonha, durante largos meses

e os compararmos com o preçário da imobiliária (recolhido sabiamente por um agente infiltrado - o nosso 2º comprador fictício) vemos uns valores totalmente diferentes (inflacionados, claro!), do qual apresentamos uma pequena parte.

Aparentemente, escolhemos uma linha de investigação errada, talvez seja devido ao nosso amadorismo, nesta vasta ciência de investigação de crimes... Contudo, prometemos descobrir e fundamentar todas as provas que nos garantam inequivocamente, que houve mesmo aqui um caso sério de publicidade enganosa.
Voltaremos no próximo episódio com a analise de outros parâmetros!
Continua...

sábado, 8 de janeiro de 2011

CSI Lavra - Episódio 1: Localização

Sinopse:

Após o grande sucesso da série original, foi criada uma nova série nos mesmos formatos do CSI: Crime Scene Investigation.
CSI: Lavra é uma série de artigos num blogue, que apresenta o trabalho de investigação caseira de uma equipa em Setúbal. O seu primeiro caso (1ª Temporada) vai ser a análise de uma denuncia de publicidade enganosa.
A partir de hoje, a equipa de Robin, Detective Coelho e outros 'carolas' avulso, vão investigar este e outros casos misteriosos e muitas vezes inexplicáveis na ensolarada Cidade de Setúbal.

Temporada 1 - Episódio 1
Localização

Após ter sido descoberto e denunciado um caso sério de publicidade enganosa, vai esta equipa fazer uma primeira abordagem, tentando descobrir onde fica o dito Edifício Encosta do Rio II.
Aparentemente, é uma construção de aspecto imponente (tipo mamarracho) construída num pacato bairro de Setúbal, numa zona verde expropriada no final dos anos 60, pelo Fundo de Fomento da Habitação (FFH) e que estaria destinada a ser um espaço verde para actividades ao ar livre dos moradores da zona.

Foi portanto com surpresa, que os moradores em Julho de 2006 foram confrontados com o Concurso Público 1/DGS/06, para a alienação de dois lotes de terreno destinados à construção de habitação de custos controlados.
Numa foto inédita, pode ver-se como foi esventrada esta zona e quando começaram a ser construídos os alicerces desta fantástica obra, inserida no Projecto 172/07.

Foi precisamente num dia de terror, à cerca de 2 anos, quando umas escavações mal calculadas, criaram uma enorme derrocada.
Agora, já podemos visualizar a elegância desta obra imponente, numa qualquer revista publicitária, de uma qualquer imobiliária portuguesa.

Continua...

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Publicidade enganosa

O nosso sempre incansável detective de serviço, descobriu uma autêntica 'pérola' em finais de Setembro do ano passado. Quando pretendi utilizar tal informação, mostrou-se bastante inquieto já que não era suposto ter tido acesso a esta 'prenda', que na altura não era do domínio público.
Como a maioria da cusquice aqui relatada e dos famosos boatos mentirosos são descobertas feitas à custa de métodos nem sempre recomendáveis, tive de aceitar os argumentos apresentados e chegamos a um compromisso: somente adaptei (num artigo escrito na altura) o texto da imagem seguinte, deixando também no ar uma frase enigmática.

Esta imagem que faz parte de uma pequena revista publicitária da imobiliária que tenta a todo o custo vender aquilo que muitos consideram uma casa de bonecas (em que tudo é em miniatura, à excepção da sala comum) é uma aposta de peso, já que foi reservada uma página completa para o efeito.
Não teria sido dada grande importância a esta campanha publicitária, caso esta não fosse um caso sério de publicidade enganosa.
Estamos a preparar o enredo, daquele que vai ser o primeiro episódio do CSI Lavra onde será apresentada toda a argumentação, com provas irrefutáveis, de que se trata realmente de publicidade enganosa, seguindo os métodos do meu querido amigo Horátio Caine, de quem sou um fã desde sempre.

Durante os próximos dias, estaremos receptivos a receber sob a forma de comentário, palpites sobre o que está errado nesta publicidade e que só servirá para enganar com isso alguns potenciais incautos compradores. Para facilitar a tarefa deste pequeno teste proposto aos nossos visitantes, fica também disponível aqui, a versão em pdf da imagem apresentada. Como resposta aos comentários entretanto recebidos utilizar-se-à a escala 'gelado', 'frio', 'morno', 'quente', 'a ferver'.

Bons palpites!

Nota do autor: Não é suposto que aqueles com eu abordei o assunto, façam comentários. A gerência agradece!

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Poluição visual

Um ano em cheio!
Publicamos um artigo no 1º minuto de 2010 com os nossos 'Votos para 2010' e acabamos o ano com um ultimo artigo, no derradeiro minuto deste ano, com um dos nossos desejos para 2011: que acabe de vez esta 'Poluição visual'!
Tudo tem um tempo e, a exibição de uns painéis anunciando obras de Requalificação Urbana, com a comparticipação do Mecanismo Financeiro do EEE já teve seguramente o seu. O que estava 'realmente' previsto fazer não faço a mínima ideia, o que foi feito: muito pouco. Resalva-se um jardim agradável, no meio do nada, do qual já se fez referencia anteriormente.

Depois de mais de 3 anos a olhar para estes painéis, e como agora já ninguém tem dinheiro para fazer coisa nenhuma, apesar da nossa sempre elegante Presidente da Câmara, Maria das Dores Meira, encarar 2011 com muito optimismo, recusando a ideia de parar projectos em Setúbal (entrevista publicada no Jornal de Setúbal a 20/12/2010), deveríamos ter o direito de deixar de ser 'massacrados' diariamente com esta espécie de poluição visual.
As poucas crianças que ainda aqui brincam na rua, já estão mais do que conformadas de que o seu mais que prometido espaço recreativo (a que alguns chamam Parque Infantil da Fonte do Lavra) será uma realidade, no dia de São Nunca, pelo final da tarde.

Comentado em jeito de anedota, num dos artigos que fazem o top deste blogue, e que constitui um dos maiores enigmas de toda esta panóplia de painéis, foi a instalação de um deles, na esplanada de um café situado na Rua Gil Eanes, a anunciar obras de Consolidação de Espaços públicos na... Avenida D.Manuel I!!!

Sempre achei isto uma autêntica anedota e, só me espantou o facto dos proprietários do café nunca terem protestado, ou caso o tenham feito, tal não tenha surtido nenhum efeito.
Confundir uma Rua com uma Avenida é possível, já que neste caso a largura das mesmas é semelhante.

O mistério irá manter-se: teriam os funcionários perdido o plano da obra (supostamente com um pequeno mapa), teriam ficado com a vista um pouco turva, depois de um almoço 'bem regado', teriam aproveitado a existência nas proximidades da esplanada de um café, para ir descansando enquanto concluíam esta árdua tarefa? Talvez nunca se venha a saber, a não ser que seja instaurado um inquérito para apurar responsabilidades por este 'pequeno' lapso.
Seja como for, aqui fica um pedido/desejo para 2011:

Retirem estes painéis, que entre outras coisas contribuem para uma má saúde mental.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Dia de festa

Contrariando as expectativas dos mais cépticos, cá estamos nós a festejar o 3º aniversário.

Hoje o bolo tem cor, porque longe vai o tempo, em que o luto ensombrou o 1º aniversário da nossa acção principal, devido a interferências no normal andamento de um processo com estas características. Foi aberto um inquérito interno, a nosso pedido, pelo Tribunal Fiscal e Administrativo de Almada, que como é habitual nesta Tugalândia, nada apurou. Não estão também esquecidas as coisas menos claras que se passaram na nossa 2ª Providencia Cautelar, que servirão, em altura própria, para darmos continuidade ao nosso jogo "Quem quer ser milionário".
Falando em coisas mais alegres. Este foi o mês em que tivemos mais visitantes, superando todos os máximos obtidos durante o período mais quente dos nossos protestos (primavera e verão de 2008). Um blogue só faz sentido se for visitado e, para manter um bom nível de visitas, é necessário que a oferta de conteúdos seja atractiva. Tem sido preocupação constante diversificar os temas, e o nosso Suplemento Kultural diário tornou-se uma boa fonte de receita. Dá trabalho, mas o prazer obtido, quer na pesquisa de coisas giras e interessantes, quer depois no tratamento das mesmas para terem uma apresentação mais ou menos cuidada, faz com que passe por bons momentos de diversão. Com cerca de 800 edições, deve ser a maior colecção de coisas giras/interessante alguma vez reunidas em toda a blogosfera, com a vantagem de estar num formato portátil (arquivos mensais em formato pdf), ao alcance de um simples click em local próprio, quer no suplemento diário, quer na barra lateral.
De vez em quando, também não é esquecida a razão de ser deste blogue e, apesar das noticias serem actualmente muito escassas, lá vai regularmente havendo algo para justificar mais um artigo. O ultimo artigo, que levou à existência de um novo marcador 'Direito de resposta', foi escrito para dar maior visibilidade ao que eu pensei, sobre um inusitado conjunto de comentários feitos no espaço de cerca de uma hora, por alguém que descobriu que o ruído constante que nos encarregamos por manter activo, mês após mês, ano após ano, o está a prejudicar financeiramente. Não sei é se o efeito que conseguiu, com a oportunidade dos seus comentários, valeu o trabalho...
Neste momento já está previsto um artigo novo, que será escrito logo que seja oportuno tirar as fotos que o vai ilustrar. Deverá sair no principio do ano, e será uma sequela (parte IV) de uma anedota que interrompemos em Maio de 2008. Contudo, dentro de uma ou duas semanas deverá sair mais um coelho da cartola, assim uma situação evolua para a 'asneira', conforme tudo o leva a crer.
Regularmente visualizo as estatísticas sobre os visitantes, para verificar qual o feedback que estou a ter, e já tinha a noção que uma, entre muitas centenas de imagens publicadas, era motivo de dezenas de pesquisas nos motores de busca. Agora a Blogger, dona deste serviço, disponibiliza também estatísticas das visitas do blogue e aí é que fiquei com a noção correcta da sua 'fama', que chegou até a entidades tão insuspeitas como o Banco de Portugal (que me perdoe o visitante, mas não resisti a guardar o registo da sua visita, depois de apagar tudo o que o pudesse identificar). Desde 01 de Junho de 2010 (altura em que a Blogger disponibilizou o serviço) até hoje, esta imagem publicada em Junho de 2008, foi objecto de mais de 4250 visualizações.

Foi uma imagem bem conseguida e neste momento, talvez o interesse por um mapa de tesouro se justifique, devido à existência da famosa CRISE.
O que não é desculpável é que, à custa de muitos atropelos e falta de respeito pelo próximo, à gulodice imobiliária aliada a muitos interesses locais obscuros, também tenham achado ter descoberto por estas bandas um tesouro.
Até ver, o tiro saiu pelo culatra, e aparentemente o numero de moradores mantém-se em meia-dúzia, para um universo de 33 apartamentos. As 9 lojas disponíveis continuam por acabar.

Também, nunca deixo de esboçar um largo sorriso, quando me apercebo que o motivo da visita, se deveu ao interesse pela imagem seguinte, que me deu um imenso gozo a fazer e foi publicada a 1º vez no artigo 'Sinais de mudança' em 31 de Agosto de 2008. Peço desculpa pela franqueza, mas é a realidade.

Estamos a dar os primeiros passos no Facebook e servirá para dar continuidade a esta autêntica saga.
Quando a 7 de Janeiro de 2008 publicamos os artigos 'Resistência à mudança' e 'Internet versus Internet', não nos levaram minimamente a sério. Agora talvez já tenham outra opinião.
Vamos continuar por cá enquanto tal se justificar e, se olharmos para uma Justiça que continua lenta, pelo menos iremos manter este ruído durante mais um ano. A par disso, procuraremos continuar a surpreende-lo com as nossas escolhas, no Suplemento Kultural diário, publicado todos os dias às 09:00.
Obrigado pela visita.