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sábado, 1 de abril de 2017

Amburgaria e Pregaria Tradicional II

Manuel, Ricardo e Cristina, os donos e gerentes da 'Amburgaria e Pregaria Tradicional' em Setúbal, aproveitando o enorme sucesso que adveio da participação deste restaurante no programa "Pesadelo na Cozinha", que estreou no passado dia 12 de Março na TVI, seguiram os conselhos da equipa liderada pelo chef Ljubomir Stanisic, e vão abrir dentro de poucas semanas, um novo espaço no nosso bairro com o nome Amburgaria e Pregaria Tradicional II.
Já era tempo para que o mamarracho que construíram mesmo em frente ao "Muro da Vergonha" tivesse algum tipo de utilidade, já que se encontra mais ao menos ao abandono desde 2010. Até mete dó ver tantos apartamentos fechados (73 fogos) e tanta gente a precisar de um tecto para viver.
Os trabalhos de instalação decorrem a bom ritmo e já começaram a remover os horríveis mosaicos que ornamentam a fachada sul do restaurante que lhe davam aquela cor de muro... Um pequeno descuido na montagem dos andaimes levou a que o vidro de uma das janelas se se partisse, mas o seguro do empreiteiro vai cobrir as despesas.
Para já fica aqui a foto do estado actual das obras tirada à poucos minutos. Logo que haja novidades, regressaremos com notícias fresquinhas.


domingo, 21 de outubro de 2012

Regresso à normalidade

No dia 18-10-2008 começaram a vedar um terreno, onde iria nascer mais um novo mamarracho no nosso bairro.

Exactamente quatro anos depois (não pode ser coincidência), ou seja, na passada quinta-feira, foram retiradas todas as vedações e voltou a ser possível o acesso pedestre (de uma forma fácil e expedita) entre a Rua Bartolomeu Dias e as Avenidas Belo Horizonte e  D.Manuel I. O acesso tem mais qualidade, mas não desculpa a construção deste mamarracho com 73 fogos e várias lojas, que continua por acabar por manifestos problemas técnicos (leia-se falta de  dinheiro), aliados à quebra geral do mercado de venda de imóveis novos.
A partir de 24 de Setembro foi visível alguma movimentação no local, de equipas de limpeza do enorme matagal que rodeava esta construção votada ao abandono à mais de um ano, e que na altura foi associado à vergonha que representava este triste espectáculo, numa das vias mais movimentadas da Cidade de Setúbal.
Recordamos então, o que representa este voltar à normalidade:

  • Acesso da Rua Bartolomeu Dias à Avenida Belo Horizonte  
AntesDepoisDepois
  • Acesso da Rua Bartolomeu Dias à Avenida D.Manuel I
AntesAntesDepois
Toda a fachada virada a sul aparece agora com a face limpa de vegetação indesejável, e aparentemente foi a Câmara Municipal de Setúbal que assumiu o ajardinamento de toda esta área.

Para os que insistiram numa receita errada, não tendo aprendido nada com a construção do "Muro" da Vergonha, fica mais um triste monumento nesta Cidade de Setúbal, que irá sempre envergonhar todos os que directamente (ou indirectamente) estiveram ligados à sua viabilização e construção.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

KO técnico


Segundo noticia do Jornal de Negócios (citando o jornal Publico), desapareceu do mundo da construção a empresa Hagen.


Fundo liderado por Pedro Gonçalves fechou acordos na semana passada, diz o "Público".
O fundo Vallis, criado para a recuperação de empresas do sector de construção, fechou acordo com a MonteAdriano e a Hagen na semana passada, adianta a edição de hoje do "Público", que cita Pedro Gonçalves, presidente do fundo. A Vallis fica assim com três empresas, depois da aquisição da Edifer em Março.[...]

Esperamos que tal notícia não signifique um novo adiamento, na data para que está agendada a Audiência de Julgamento do processo 293/08.5BEALM (Abril 2008), que opõe um grupo de moradores contra o Município de Setúbal, Sociedade de Construções H.Hagen e Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana, a realizar no próximo dia 20 de Setembro pelas 09:30, no Tribunal Fiscal e Administrativo de Almada.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Muro vai para obras

Aparentemente o 'Muro' da Vergonha vai para obras. Com o passar dos tempos habituei-me a manter o espírito aberto e já poucas coisas me causam surpresa. Somente iria ficar surpreendido se retirassem das fachadas, os azulejos que lhe dão este look vanguardista de 'Cor de muro'.
Com o corte parcial do transito na avenida Belo Horizonte, onde se realiza por esta altura uma festa de bairro, a "Festanima", deixei de fazer a minha passagem (quase) diária pelo "Muro' da Vergonha para, em jeito masoquista, continuar a lembrar o que a construção deste mamarracho contribuiu para uma reviravolta total, na minha vida familiar e profissional.
Não faço portanto a mínima ideia, qual o dia correcto em que começaram a montar os andaimes, para efectuar obras de reparação nas fachadas, de pelo menos dois dos blocos, desta obra emblemática da Cidade de Setúbal.

Na passada terça-feira, ao final da tarde, passei ocasionalmente por lá e apercebi-me deste autêntico 'bombom'. Muni-me da maquina fotográfica e documentei este triste espectáculo: um prédio acabado de construir, por uma construtora de renome na praça, à cerca de 2 anos, que quando deixou de interessar aos 'gulosos', que se iriam servir de conhecimentos nos locais certos (factor "C"), para adquirirem um apartamento a baixo custo, com uma vista privilegiada para o Estuário do Sado ou para revenderem com elevado lucro, quando terminasse o período de impedimento legal (habitação a custos controlados), foi acabado à pressa com materiais de 5ª categoria, aplicado por trabalhadores apanhados a laço nas redondezas.

Quem apostou no cavalo errado e acabou por ir morar nestas construções, rapidamente descobriu por conta própria, as inúmeras infiltrações de humidade nas paredes, principalmente nas fachadas viradas a Sul, que sofrem bastante com o excesso de calor no Verão e as chuvas e ventos fortes do quadrantes sul durante o Inverno.
Uma pergunta pertinente: Quem vai pagar as obras? Mais uma missão para o Detective Coelho!

domingo, 4 de julho de 2010

Aprovado!

Tal como prometido, cá estamos a dar a nossa opinião final (sempre isenta) desta obra emblemática do Município de Setúbal, a que eu carinhosamente chamo o "Muro" da Vergonha.
Depois de meses de impasse, avanços e recuos, foi sanado o ultimo diferendo em aberto (com a EDP) à cerca de uma semana.
Desde o início da semana que se notou alguma agitação pelas redondezas, com a remoção do gerador industrial de má memória e retoques de ultima hora.
Na sexta-feira de manhã lá compareceu a comitiva da Câmara Municipal de Setúbal, para a vistoria final e, aparentemente já está tudo em condições para ser passado o Certificado de Habitabilidade.

Fica contudo pendente um autêntico imbróglio com os compradores das lojas, a quem, acharam por bem entregar as mesmas em bruto. Os compradores não aceitam e com razão. A Câmara Municipal de Setúbal pelos vistos está do lado dos compradores e não emite as respectivas licenças. O tempo dirá como vai acabar este 'braço de ferro'.
Mas voltando ao que nos trouxe aqui, convém dizer que a construção não teve os melhores acabamentos e será de esperar infiltrações de humidade nas paredes cobertas com a cor de muro. Quem passar por perto facilmente percebe ao que eu me refiro.
Os arranjos da envolvente excederam as expectativas e talvez tenha sido uma forma de se redimirem do 'Pecado Original'. (leitura auxiliar recomendada - O Mapa do Tesouro)
Três reparos:
  1. A entrada principal dos dois blocos mais a nascente, não são práticas, nem tão pouco seguras (mas isso são opiniões externas), pois encontram-se numa zona escondida (se bem que iluminada) e fora do circuito normal da chegada dos moradores. A entrada da garagem é a escapatória normal e lógica para esta situação e faltou prever uma porta de acesso para pessoas, para não ser necessário abrir um portão enorme ao entrar ou sair do edifício.

  2. O outro reparo tem a ver com uma opção estética no arranjo da envolvente, que será objecto de um artigo (humorístico) próprio - Contemplando o 'Muro", previsto à já cerca de 3 meses, mas como envolve fotos bem conseguidas e algum trabalho de Photoshop tem sido sucessivamente adiado.
  3. É de esperar que a casca de pinheiro que evita que nasçam ervas daninhas no ajardinado em frente ao bloco mais a poente, desapareça a olhos vistos já que , regularmente está a ser 'subtraído' por pessoas que se deslocam ao local com sacas e com caixas para levarem à borla algum deste material para o seu jardim. Não me contaram, até já lá vi um sujeito com uma pá no local, e de dia, e nem estava minimamente preocupado com que por lá passava na altura. Tipicamente tuga.
Relembrando um artigo publicado em 06 de Julho de 2008, vamos também mostrar que tínhamos (alguma/toda) razão quando questionamos a construção deste mamarracho tão perto de um viaduto já existente e muitas vezes mal frequentado (bandos de jovens adolescentes provenientes dos bairros sociais das proximidades). O artigo está em preparação e deve ser publicado brevemente - Falta de pontaria.
Vamos acompanhar de perto a chegada dos novos moradores, essas famílias necessitadas, que a Câmara Municipal de Setúbal a seu tempo, analisou e diferiu as centenas de pedidos que lhes foram enviados, por famílias a quem não se esqueceu de enviar cartas personalizadas. O tempo é o melhor Juiz e a falta de privacidade (que é mutua em relação ao edifício contíguo) vai certamente dar para ver e conhecer quem foram os felizes contemplados com um apartamento neste mamarracho, com vista para o Sado.
Se esta vai ser a casa dos seus sonhos ou o inferno das suas vidas, só vai ser possível saber quando houver alguma decisão transitada em julgado, na acção judicial que opõe moradores do edifício contíguo contra o licenciamento pela Câmara Municipal de Setúbal do projecto 274/06, o que pode demorar ainda alguns anos.
Uma descoberta surpreendente do nosso detective de serviço, mostrou-se inconsequente já que, passados vários meses não foi dada continuidade a uma reunião com os actuais moradores de uma zona meia clandestina, onde é suposto ser edificado um projecto em terrenos também pertencentes ao IHRU, para averiguar da disponibilidade das cerca de 2 dezenas de famílias, para serem provisoriamente realojadas no "Muro" da Vergonha. Apesar da disponibilidade da grande maioria, estas não voltaram a ser contactadas. Na altura pensou-se que seria uma arma que a Câmara Municipal de Setúbal iria utilizar no processo judicial para, alegar que a demolição do mamarracho iria conduzir à não alternativa para essas famílias. Pode também ser que tenha havido muitas desistências de todos aqueles que se cansaram de esperar por escrituras prometidas desde Agosto de 2009 ou, por ser difícil continuar com os pedidos de empréstimo bancário já que os bancos começaram a ser mais exigentes nos critérios para empréstimos
, ou então porque abriram os olhos (ainda a tempo). Aparentemente a imobiliária encarregue da venda ainda continua a mostrar os mesmos dois (sempre únicos) apartamentos disponíveis. Vamos continuar atentos e investigar qualquer boato mentiroso que circule por estas bandas.
Pela nossa parte continuaremos a actualizar a informação disponível em artigos neste blog e no seu associado. No local manteremos as faixas negras sempre que for logisticamente possível.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Boato mentiroso (Parte III)

Peço desculpa ao meus seguidores, por já não dar noticias há mais de um mês mas, tenho andado um pouco desmotivado, para alem de precisar de descansar um pouco, após uma intensa actividade política durante a dupla campanha eleitoral, que me consumiu toda a imaginação e me causou um desgaste profundo. Valeu a pena, porque conseguimos reeleger a nossa querida Presidente para um novo mandato, agora sim, sufragado pelo povo de Setúbal e, para os mais invejosos, podemos gritar bem alto que temos a maioria absoluta, apesar de uma votação de 38.83%. Poderiam dizer que não faz sentido o apoio incondicional a este executivo, mas não queremos que no decorrer do processo judicial, venham outros atirar as culpas do licenciamento desta "coisa", a que carinhosamente chamamos 'Muro' da Vergonha, para os seus antecessores e assim sacudissem a água do capote. Foi este executivo que licenciou a obra e será ele que terá de convencer o Juiz, que o fez seguindo todas as regras.
Percorri juntamente com uma equipa de militantes ferrenhos, porta a porta, os vários bairros sociais de Setúbal, com uma lista de todos aqueles que recebem o rendimento mínimo de inserção, perguntando aos próprios se iam votar na CDU e, se eles hesitavam em algum momento, levavam ali uma lavagem que ficavam votantes da CDU para sempre. Só o medo de perderem aquele dinheirinho e terem realmente de ir trabalhar, assustava-os. Tenho a impressão que se lhes tivéssemos dito que tinham de acreditar no Pai Natal, o resultado seria idêntico. Aquela gente não quer mesmo trabalhar. Não sei se este tipo de contacto é legal em período eleitoral, mas que surtiu efeito, lá isso surtiu, e em tempo de guerra não se limpam armas...
O boato mentiroso que hoje nos trás por aqui, é o rumor que circula no local de que, para ajudar a construtora a ver-se livre deste imbróglio, existe um grupo de quadros da Câmara Municipal de Setúbal (fala-se só em engenheiros, mas os apartamentos são tantos, que deve abranger mais gente), que vai comprar apartamentos para depois alugar, ficando assim com uma espécie de rendimento. Faz sentido, já que os supostos compradores (famílias carenciadas) terão dificuldades em reunir os cerca de 10000 euros necessários para o sinal e celebração do contrato de compra e venda e os bancos, que andam muito renitentes em fazer empréstimos, certamente que não verão com bons olhos um empréstimo para compra de habitação própria, numa construção que tem um processo em tribunal, onde se questiona a legalidade do seu licenciamento. Poderá ser uma campanha orquestrada por um engenheiro da Câmara Municipal de Setúbal que era referido pelos trabalhadores no local, com sendo sócio da obra (a palavra empregue era mesmo essa: sócio) e do qual nunca se conseguiu saber o nome, apesar de algumas tentativas, que sempre resultaram infrutíferas. Não é a primeira vez que trabalhadores da autarquia se vêm envolvidos em polémicas de compra de habitação de cariz social, aproveitando-se dos seus conhecimentos na forma de contornar o sistema:

Habitação: é conhecida a carência habitacional e a dramática situação em que se encontram milhares de famílias no nosso concelho. Pois bem, isso não obstou a que a senhora Benedita Conceição, secretária do vereador Eusébio Candeias, recebesse como prenda, duas casas de tipologia T2, pela módica quantia de 50 000. O programa é do INH, mas a atribuição é feita pelo município. A primeira casa foi registada em nome do filho. A segunda é para arrendar, "sem recibos", porque a senhora é detentora de uma terceira habitação que adquiriu a custos controlados a uma cooperativa. (visto aqui)

A incansável imobiliária, continua a levar regularmente pessoas ao local para finalmente vender os 2 únicos apartamentos que dizem disponíveis para venda (são sempre os mesmos, já à meses) de 3 assoalhadas, pela módica quantia de 115000 euros. Se olharmos para a placa, posta de propósito no local, só para justificar o injustificável (foi retirada à cerca de um mês), podemos ver que a inflação por estas bandas é galopante.

As escrituras prometidas para o passado mês de Agosto, para todos aqueles que estão disponíveis para comprar a casa da sua vida, mesmo que para isso tenham de passar por alguns momentos de ansiedade, sempre que estiver para breve alguma decisão dos tribunais sobre a legalidade (ou falta dela) de tão emblemática construção, tem vindo a ser adiada sucessivamente, mês após mês, porque parece que há por ali umas perturbações nos esgotos (saneamento e águas pluviais) de difícil solução. Já impuseram a construção de um nova caixa de esgoto, mas ainda não há a certeza de estar resolvido o problema. Ainda ontem houve uma importante intervenção na Avenida D.Manuel I, no local da foto que se apresenta em seguida, mais à esquerda.
A zona (foto ao centro), onde sempre que chovia havia um escorrimento durante várias horas de águas gordurosas com um cheiro pestilento, foi também objecto de intervenção profunda na passada semana. A zona (foto à direita) depois de várias intervenções menores parece finalmente estável.

Olhando para trás, constatamos que em Maio de 2007 andaram por aqui uns supostos técnicos, de competência pelos vistos muito discutível, a fazer alteração de toda a complexa rede de esgotos, que circulava livremente por todo a área onde foi edificada esta "coisa" e que pelos vistos não fizeram bem os trabalhos de casa.

Ficamos à espera, ansiosamente, pela conclusão dos arranjos da envolvente para darmos a nossa opinião (sempre isenta) do gosto (ou falta dele) com que tentaram embelezar este "produto", de venda mais do que complicada.
Também já encomendamos o tapete vermelho, com que vamos receber os primeiros (e corajosos) moradores deste novo monumento setubalense.

domingo, 19 de abril de 2009

Cor de muro (Parte II)

Para quem acompanhou passo a passo a construção desta obra emblemática nesta bonita cidade de Setúbal, e numa altura em que já desembrulharam a 'prenda', retirando praticamente todos os andaimes e redes de protecção, acho que posso dar a minha opinião quanto à estética geral desta grandiosa obra, tentando ser o menos tendencioso possível.
O título deste artigo está directamente ligado aquilo que penso que foi uma mudança (no bom sentido) do mau gosto que parecia imperar nos iluminados donos da obra: revestir a quase totalidade do 'Muro' da Vergonha em mosaicos cinza (cor de muro) com algumas faixas pintadas de cor creme (como foi explicado aos primeiros interessados na compra destes apartamentos pelos vendedores da imobiliária que, tem a seu cargo a venda rápida desta vergonha). Andei a protelar a publicação do antigo anterior com o mesmo nome, até ter a certeza que a colocação de mosaicos era irreversível.
Esta vai ser uma má imagem que predurará, enquanto este 'Muro' da Vergonha permanecer de pé.
Tendo em conta que a fachada nascente, virada para a Avenida D.Manuel I, será vista diariamente por milhares de pessoas que cruzam esta via de entrada/saída da cidade, vai ser ser díficil ignorar todas os comentários (certamente negativos) de tão estranha escolha de acabamento. Como pontuação (numa escala de 0 a 20) daria um 6 à fachada nascente e um 8 à fachada poente (só porque está virada para uma rua de pequeno trafego e é de pequena dimensão).
A fachada sul parece-me equilibrada e com um impacto visual normal e para ela vai uma pontuação de 13 valores.
A fachada norte é pouco equilibrada e tem um impacto visual negativo. Faltou alguma variação de cor em paredes com muitas janelas de pequena dimensão. Contudo a nota é positiva - 10 valores.
Opções arquitectónicas estranhas, no meu ponto de vista, de colocar pilares de sustentação dos pisos superiores na fachada nascente, não visível em qualquer prédio em redor, nem tão pouco nas proximidades que, associada à cor de muro, faz com que esta fachada seja um autentico nojo.
A colocação das entradas para o bloco central e nascente na fachada sul é uma opção discutível quer a nível de segurança quer a nível de estética, que pelos vistos é muito cara aos arquitectos de tão emblemática obra, que acharam inestético a colocação da caixa exterior da EDP junto á entrada do bloco central. A entrada feita por debaixo de um viaduto, com fraca visibilidade e com muitos pontos de fuga para possíveis assaltantes é sem dúvida uma falha de concepção.
Não poderia acabar esta avaliação sem falar nos 'murinhos', muros pequenos que ainda darão que falar...
Na consulta do projecto feita por mim em finais de 2007, não havia qualquer referência ao aproveitamento dos terraços, nomeadamente do que se situa por cima de 3 das lojas. Na semana passada começou a ser construído um muro de separação, aparentemente para dividir este espaço pelos dois apartamentos do 1º andar do bloco nascente. Esqueceram-se que um dos argumentos do processo judicial dos moradores do edifício contiguo contra o licenciamento deste mamarracho é precisamente a proximidade excessiva. Com a ocupação deste espaço a distância mínima para a varanda do vizinho em frente será de cerca de 5 metros, o que dará certamente para alegres cavaqueiras, caso se consiga estabelecer alguma relação de amizade, e nem é preciso falar muito alto...
O outro 'murinho' é uma coisa inestética e ainda não consegui perceber o que vai esconder e a quem. Uma divisória naquelas circunstancias, seria recomendado ser feita em vidro martelado ou acrilico, mas felizmente existe o mau gosto, para se poder dar valor ao bom gosto!

Dentro de cerca de dois meses, voltarei à carga para avaliar o arranjo da envolvente, que deu origem a alguma negociação com a Câmara Municipal de Setúbal, que não queria por aqui qualquer espaço relvado para evitar a sua manutenção, e foi acordado somente a colocação de floreiras.
Outra coisa que me deixa curioso e expectante é a solução para o acesso à garagem do prédio vizinho que neste momento tem cerca de 5.50 metros e que no final vai ficar com 6.30 metros. Os iluminados projectistas, para ajudar à festa, desenharam uma loja exactamente em frente do portão da garagem. Para uma viatura com 4.80 metros que ali estacionou pacatamente durante mais de 9 anos, vai ser difícil deixar de dormir ao relento, ou então constroem ali uma plataforma rotativa para ela voltar a ter alguma noite longe do frio, chuva e pó.
Até lá, tem de se conviver com todos aqueles que já não se lembram muito bem do código da estrada, ou então acham que aquele acesso apesar de bem identificado (uma boa acção dos serviços da Câmara Municipal de Setúbal, juntamente com a melhoria do acesso a partir da faixa de rodagem, por danos causados com a colocação das vedações da obra) não é utilizado por ser demasiado estreito.
Na mesa está uma proposta da construtora para criar neste espaço um arruamento com um só sentido para evitar a quem se encontre neste nesta zona e em sentido descendente, tenha de dar uma grande volta para inverter a marcha, assim a Câmara Municipal de Setúbal dê o seu parecer favorável.
Como conclusão, recomendava a todos os 'gulosos' que por ali rondam em busca de uma vista para o rio Sado a preços acessíveis, que invistam o seu dinheirinho no outro muro, já que este (que nasceu torto) estará sempre associado a toda esta guerra, a um nome que não dignifica nenhum dos muitos envolvidos em todo este processo, que estará nos próximos anos sempre em risco de ser demolido e que a nível de acabamentos exteriores, estes são de muito baixa qualidade (irregularidades excessivas na fachada norte do bloco central, mosaicos colocados à martelada na fachada poente - se calhar foi o efeito de alguma nortada! - entre outros), construção em cima de lençóis de água e que apesar das estacas terem cerca de 10 metros, será de esperar várias rachas, enquanto o terreno não adquirir estabilidade.
As muitas dezenas de estacas foram colocadas no início da construção, a um ritmo alucinante, tentando criar pressão sobre o Juiz Setubalense que julgaria a nossa Providência Cautelar (e pelos vistos resultou), levou a que a segurança na obra fosse uma coisa totalmente desconhecida. Saltou-me a tampa quando, perante uma algazarra medonha, presenciada por todo um ATL atento e participativo fotografei dois trabalhadores sem qualquer tipo de equipamento de protecção, aos pulos em cima do bate-estacas, mas já não fui a tempo de apanhar um deles que com o entusiasmo dos saltos e a vibração do bate-estacas deixou cair as calças. Na foto abaixo já se encontra com elas quase em cima. Todo o ATL vibrava, enquanto os responsáveis da obra simplesmente se mantinham alheios a toda esta 'macacada' apesar de estarem a escassos metros deste local. O meu artigo sobre o assunto e uma visita à delegação da Inspecção Geral do Trabalho em Setúbal devem ter sido responsáveis pela alteração das regras de segurança na obra, que mudaram radicalmente na semana seguinte.
Desculpem a extensão do artigo, mas já há algum tempo a esta parte que não me encontrava tão inspirado na escrita!
1.O Grupo
1.1. Grupo HAGEN
O Grupo Hagen completou no ano 2000, 50 anos de existência, caracterizado por um percurso consistente e sólido, no mercado da Construção em Portugal.
Destes mais de 50 anos de experiência, a empresa, hoje grupo de empresas, com competências diversificadas e actuando em diversas áreas e diferentes sectores, tem o seu percurso caracterizado por diferentes e importantes lideranças, que lhe conferem uma cultura empresarial alargada.
Operando num mercado em evolução, a estratégia do Grupo Hagen assenta na dinâmica e criação de valor, procurando um crescimento sustentado e um constante alargamento das suas competências.
1.1.1. Identidade e Competências
O Grupo Hagen é hoje constituído por um conjunto de empresas resultantes de uma evolução consistente, tendo por base aquela que é a sua actividade principal – a construção.
Para dar forma ao crescimento interno e aquelas que têm sido as evoluções do mercado da construção, tanto em Portugal como na Europa, o Grupo Hagen tem estado num processo contínuo de evolução, tendo por base a Sociedade de Construções H. Hagen, para um conjunto de outras áreas de negócio onde, nesta fase, as sinergias com a construção e as competências consolidadas, são importantes, entre outras, na área das Concessões Rodoviárias e no Imobiliário.
1.1.2. 50 anos de presença no mercado de construção em Portugal
Resultado de mais de 50 anos de presença no mercado de Construção em Portugal e de um excelente conjunto de recursos humanos aos mais diferentes níveis, o Grupo Hagen tem vindo a desenvolver e consolidar um conjunto de competências, que têm sido a base do crescimento do Grupo e das quais se podem destacar:
• Engenharia e Construção, que tem sido a base para o envolvimento nalgumas das mais importantes e relevantes obras de Engenharia em Portugal, com resultados de elevada qualidade, unanimemente reconhecidos pelos diferentes intervenientes do Sector Engenharia e Construção.
• Inovação, nas técnicas construtivas, nas soluções de engenharia e na abordagem ao mercado, possibilitando uma diferenciação importante num mercado altamente competitivo.
• Promoção Imobiliária, tendo por vector principal a criação de soluções estruturadas para o desenvolvimento de projectos imobiliários, com recurso a parcerias e modelos de financiamento diferenciados e inovadores.
• Montagem de Negócios, em diferentes áreas, aproveitando a experiência e capacidade adquiridas, no sentido de promover o crescimento e a diversificação das áreas de actuação.
1.1.3. Valores
Um conjunto de Valores abrangente orienta diariamente o posicionamento do Grupo e dos seus colaboradores, tanto internamente, como em todas as relações com clientes, fornecedores, parceiros, com o mercado e com a sociedade. São estes Valores que garantem a continuidade de um percurso de indiscutivel sucesso, possibilitando um crescimento consolidado e sustentado. Deste conjunto de Valores destacam-se três como os fundamentais:
• Promover a Qualidade e o Profissionalismo e a Ética em todas as áreas de actuação
• Actuar como Parceiro
• Criar Valor para os Accionistas, Colaboradores, Clientes e Parceiros
1.1.4. História
Um Percurso com mais de 50 Anos
Destes mais de 50 anos de presença no mercado Português e de participação nalgumas daquelas que foram as obras relevantes e marcantes, no desenvolvimento do país, aqui ficam os marcos mais importantes deste período e que caracterizam a história do Grupo Hagen:
• 1950 - A Fundação
Fundação da Sociedade de Construções H. Hagen pela empresa Alemã Henrich Hagen tendo como área de actuação principal a construção civil.
• 1964 - A primeira fase do crescimento
A empresa é adquirida por um grupo de técnicos portugueses. É nesta fase que se desenvolvem trabalhos de construção civil em inúmeros edifícios, com especial incidência na cidade de Lisboa, bem como, na construção de diversas Pontes e viadutos em todo o País. Foi durante os anos finais da década de sessenta, que se realizaram obras como a ponte sobre o Rio Mondego, em Carregal do Sal e as pontes sobre o Rio Mira e Ribeira do Guilherme, em Ourique.
• 1971 - Expansão
Dá-se início a uma expansão efectiva da empresa para diversos pontos do país e regiões autónomas. São abertas as delegações em Coimbra, Faro e na Ilha Terceira, na Região autónoma dos Açores Cada uma destas delegações dava apoio às obras que se desenvolviam na região, possuindo estaleiro próprio, numa primeira abordagem a uma estratégia de descentralização da empresa.
São dos primeiros anos da década de setenta as obras de construção de diversas centrais térmicas para a CPE (Companhia Portuguesa de Electricidade) – Tunes, Alto Mira e Barreiro, Hospitais, bem como edifícios Públicos para os CTT e instituições bancárias em diversos pontos do país
• 1973 - Cofragens deslizantes
A Hagen foi uma das primeiras empresas a introduzir em Portugal a aplicação das Cofragens deslizantes para construção de obras especiais e que foi aplicada num significativo número de obras de chaminés para centrais termoeléctricas, silos, torres e reservatórios de água, fustes de pilares em Pontes, bem como em túneis de barragens de betão.
• 1982 - Central Termoeléctrica de Sines
Início da construção da Central Termoeléctrica de Sines, bem como de diversas obras realizadas para a US Navy no âmbito da expansão da base das Lages, na Ilha Terceira.
• 1985 - Torre do Tombo
Início da Construção da Torre do Tombo em Lisboa.

• 1987-1989 - Sociedade Anónima
Prosseguindo uma estratégia de diversificação e crescimento, em 1987 transformou-se em Sociedade Anónima.
• 1989 – Entrada da Campenon Benard na Estrutura Accionista
A Empresa Francesa Campenon Benard, uma das maiores empresas de Obras Públicas e Construção Civil em França e integrante do Grupo de empresas SGE/ General des Eaux, adquire uma participação de 46% da Soc. de Construções H. Hagen S.A., conferindo-lhe importantes competências e capacidades adicionais que resultavam da integração num grande grupo internacional e muito diversificado.
• 1990 - CCB Lisboa
Em Fevereiro dão-se início às obras do Centro Cultural de Belém em Lisboa, onde a Hagen assumiu a liderança do consórcio construtor, de uma das obras mais emblemáticas e marcantes da primeira década dos anos noventa em Lisboa, sendo, ainda hoje, uma referência, tanto ao nível arquitectónico, como de espaço cultural em Portugal.
Em Dezembro a Campenon Bernard consolida a sua posição na empresa assumindo a totalidade do seu capital.
• Dez. 1990 - Reforço da Participação da Campenon Bernard
No final de 1990 a Campenon Bernard consolida a sua posição na empresa assumindo a totalidade do seu capital.
• 1991 – Internacionalização – Primeiras abordagens
Foi durante o ano de 1991 que se procederam aos primeiros processos no sentido da internacionalização da actividade da empresa com a constituição da Hemoáfrica, conjuntamente, com outras empresas de construção, com o objectivo de detectar oportunidades e promover a construção no mercado Angolano.
• 1995 – Inicio da Construção Ponte Vasco da Gama
Continuou o processo de expansão para os mercados internacionais com a concretização de um empreendimento habitacional em Munique.
Inicio dos trabalhos de construção da Nova Travessia sobre o Tejo em Lisboa – Ponte Vasco da Gama – onde a Hagen integrou o consórcio escolhido para a sua concepção, financiamento, construção e operação por um período de 30 anos, primeiro grande projecto de infra-estruturas de transporte montado em regime de “Project Finance” em Portugal.
Início dos trabalhos de construção de diversas infra-estruturas para a Exposição Mundial de Lisboa – Expo 98 – de onde se destaca a intervenção realizada com a construção do Pavilhão de Portugal da autoria do Arquitecto Siza Vieira.
• 2000 – Alteração Organizacional e da Estrutura Accionista
Após se ter separado do Grupo General des Eaux, a SGE altera a sua denominação para Grupo Vinci e procede à fusão com a GTM, uma das empresas de referência da Construção em França. Com esta reorganização o Grupo Vinci, que por força destes processos de fusão integrava a participação na Hagen, alterou a sua estratégia para alguns países europeus, sendo o mercado português considerado como não prioritário, do ponto de vista da construção, mantendo-se a aposta estratégica nas concessões.
A alteração da estratégia por parte do Grupo Vinci, criou as condições para que se estruturasse e concretizasse, um MBO por parte da estrutura de Administração Portuguesa da empresa e liderada pelo seu Presidente, que estava em funções desde 1990.
Com esta alteração da estrutura accionista a empresa passou a ser detida 100% por capital Português, tendo-se criado as condições para a sua consolidação como empresa de construção e crescimento para diferentes áreas de intervenção.
• 2000 - 2005 - A Criação do Grupo e a Diversificação dos Negócios
Sendo hoje de capital totalmente português, a empresa tem-se consolidado nestes últimos 5 anos com intervenção em obras importantes ao nível da construção civil e das obras públicas.
Em 2000 dá-se o início da participação nas concessões rodoviárias em Portugal integrando o consórcio escolhido para o desenvolvimento em regime de DBFO ( Design, Built, Finance and Operate ), da AENOR – Auto-Estrada do Norte, em regime de Portagem real e das SCUT (Portagem Virtual) do Grande Porto, Costa de Prata e Beira Litoral e Alta, num total de cerca de 500 km.
É neste período que se procede à reorganização da empresa adaptando-a à evolução do mercado e criando empresas diferenciadas para cada uma das relevantes áreas de actividade.
No âmbito do desenvolvimento da área imobiliária, tem sido concretizada uma intervenção muito importante ao nível da Habitação Social e Habitação a Custos controlados, com o estabelecimento de um conjunto de parcerias com diversas Câmaras Municipais e com o Instituto Nacional de Habitação.
Em Fevereiro de 2004 e depois de um exaustivo trabalho de organização interno, foi atribuída à Sociedade de Construções H. Hagen S.A. a certificação de qualidade ISO 9001 para todos os trabalhos de construção.
Este período foi, igualmente, caracterizado por um crescimento muito significativo da actividade e dos resultados e que traduz a aposta numa estratégia de consolidação das principais áreas de actividade, crescimento sustentado e diferenciação pela qualidade.
1.1.5. Principais Obras realizadas
Ao longo dos mais de 50 anos de história e de intervenção no mercado da construção em Portugal, o Grupo Hagen esteve envolvido num conjunto muito diversificado de obras, nos mais diversos sectores: das Pontes e Viadutos, aos edifícios industrias, às centrais Térmicas, grandes silos e chaminés, reabilitação de edifícios de elevado interesse histórico ou edifícios de habitação. Sendo obras de pequena ou grande dimensão, cada uma das intervenções teve sempre subjacente aquelas que têm sido os princípios fundamentais que norteiam o grupo – Rigor e Qualidade.
Das realizações do Grupo Hagen, destacam-se, pela sua complexidade, exigência e dimensão, algumas obras, que contribuíram muito significativamente para o consolidar das competências e que são, igualmente, e em diferentes áreas, uma referência em Portugal.
OBRAS ESPECIAIS
• Central termoeléctrica de Sines
• Central Termoeléctrica do Pego
• ETAR de Frielas
• MARL – Mercado Abastecedor da Região de Lisboa
• Estádio Municipal de Aveiro
OBRAS DE ARTE
• Ponte Vasco da Gama
• Viadutos do Nó de Sacavém – Acessos à Ponte Vasco da Gama
• Tunel do Metro da Falagueira
• Viaduto do Barranco da Vinha
• Viaduto das Ínsuas
• Ponte sobre o Rio Côa
EDIFÍCIOS
• Centro Cultural de Belém
• Pavilhão de Portugal – Expo 98
• Edificio Amoreiras Plaza
• Edificio EDP da Av. Columbano Bordalo Pinheiro em Lisboa
OBRAS DE REABILITAÇÃO
• Reabilitação da Pousada de Queluz – Edifício da Torre do Relógio
• Reformulação do Edificio da EDP no Marquês de Pombal em Lisboa

OBRAS DE REQUALIFICAÇÃO URBANA
• Requalificação do Casal Ventoso
• Requalificação da Ameixoeira
1.1.6. Contactos do Grupo Hagen
Sede:
Avenida Barbosa du Bocage, nº 113
1050-031 Lisboa
Tel: +351 21 7810500
Fax: +351 21 0505
correio@hagen.pt
Delegação Norte:
Rua dos Transitários, nº 182 -Entrada 4 - 2º- Sala B.V.
4455-565 Perafita
Tel: +351 22 9997350
Fax: +351 22 9960797
Estaleiro Central:
Estrada de S. Marcos - Alto da Bela Vista
2735-565 Agualva Cacém
Tel: +351 214262704
Fax: +351 21 4262269
1.2. Áreas de Negócio
O Grupo Hagen tem hoje quatro áreas principais de negócio e que, com excepção, nesta fase, da área de Novos Negócios, constituem empresas autónomas. Assim, e para além da Engenharia e Construção, core business do Grupo e que está centralizada na Sociedade de Construções H. Hagen, existem um conjunto de Concessões em que o Grupo participa e que, nesta fase, se concentram na área rodoviária em Portugal, uma área Imobiliária que agrega as intervenções nesta área que o Grupo tem realizado, tanto como promoção própria como através de parcerias, em especial nas áreas de habitação social e habitação a custos controlados. Mais recentemente, tem sido dinamizada uma área de Novos Negócios, como polo de desenvolvimento de um conjunto de negócios em diferentes áreas e com o objectivo de concretizar uma estratégia de diversificação do Grupo.
O grande valor acrescentado do Grupo resulta da capacidade de gerar e promover as sinergias existentes entre estas diversas áreas, assegurando realizações cada vez mais complexas e indo ao encontro das necessidades de um número cada vez mais alargado de clientes e parceiros, que procuram modelos inovadores para o desenvolvimento e implementação dos seus projectos.
1.2.1. Engenharia e Construção
A área de Engenharia e Construção do Grupo está integrada na Sociedade de Construções H. Hagen, SA, empresa que deriva directamente da empresa original.
Aqui se concentram todas as competências e valências ao nível da engenharia e construção, com duas áreas distintas de actuação: Obras públicas e Construção Civil e cuja sede se situa em Lisboa. De forma a acompanhar com maior proximidade os clientes e a poder responder de uma forma eficaz às especificidades do mercado, existe uma delegação Norte que, em articulação com a estrutura central, acompanha e desenvolve as obras da zona Norte do País.
A área de engenharia do Grupo é constituída por técnicos de enorme experiência que têm acompanhado as grandes obras de engenharia e que têm, em conjunto com a área da produção, conseguido desenvolver soluções de engenharia e construtivas inovadoras, numa tentativa constante de alcançar a diferenciação e a qualidade de cada obra e de cada empreendimento. Num mercado fortemente competitivo, o rigor a qualidade e a diferenciação de métodos e processos têm sido uma parte importante da Chave para o sucesso do Grupo.
1.2.2. Principais Obras em Curso
Para o sector das Obras Públicas as principais obras em curso centram-se naquela que é uma das principais áreas de intervenção do Grupo e cuja competências, tecnologia e processos se têm vido a consolidar ao longo dos anos – Construção de Pontes e Viadutos
Construção Civil
Obras de construção civil a realizar para diversos clientes em diferentes zonas do país e de onde se podem destacar as seguintes obras:
• Hospital da Boavista no Porto
• Edíficio Porto Magnum
• Edíficio Damião de Góis
• Tratolixo - Tratamento de Resíduos Sólidos, SA
• Transtejo - Remodelação da Estação Fluvial da Trafaria
• Hotel de Santa Marta - Lisboa
Obras a realizar para a Hagen Imobiliária e que resultam do projectos de habitação social ou promoções próprias cujo desenvolvimento e montagem financeira foi realizada pela empresa Imobiliária do Grupo e de onde se evidenciam as sinergias existentes entre as principais áreas do Grupo Hagen.
Deste grupo de obras podem destacar-se as seguintes:
• CDH do Bairro da Boa Esperança em Beja
• Empreendimento Habitacional da Urbanização da Arroja em Odivelas
• Condomínio de São Bernardo em Lisboa
• Empreendimento Habitacional da Matioa - Figueira da Foz
• Empreendimento de moradias no concelho de Portimão
Apresentação
A par de um crescimento sustentado do Grupo e da sua capacidade de realização, tem-se consolidado a sua estrutura financeira, suportada por um crescimento significativo dos resultados e de uma estratégia rigorosa de investimentos. O Grupo Hagen revela, assim, resultados muito acima da média verificada para o sector, um crescimento sustentado ao longo dos últimos 5 anos e uma cada vez maior optimização dos seus recursos.
O crescimento dos resultados permitem suportar uma estratégia de investimento, a médio-prazo, em sectores como as Concessões, o Imobiliário e desenvolver um conjunto de oportunidades, em outros sectores, numa perspectiva de crescimento e diversificação.
Esta aposta em áreas diferenciadas da Construção, permite potenciar um conjunto de sinergias resultantes da consolidação de um conjunto alargado de competências internas, bem como antever que, no médio-prazo, o peso relativo dos negócios não construção no Grupo, venham a ter uma relevância cada vez maior, no volume de negócios total do Grupo.
Os resultados Económicos e Financeiros revelam um Grupo muito sólido, que aposta no crescimento sustentado, valorizando as suas competências complementando-as através de uma politica de parcerias estratégicas, com um objectivo de criação permanente de Valor.
Recursos Humanos e Qualidade
Os Recursos Humanos são, para qualquer empresa, o seu recurso mais importante e mais estratégico. Para o Grupo Hagen este princípio é ainda mais importante, dada a competitividade do mercado em que se insere e a necessidade de diferenciação para alcançar uma efectiva criação de Valor.
É por isso, que o recrutamento, acompanhamento e a formação são momentos fundamentais para garantir a escolha de recursos de elevado valor, fazê-los crescer no Grupo, procurando o melhor enquadramento para o seu perfil e garantindo a sua formação e actualização permanente.
Recursos Humanos no Grupo Hagen
É para o concretizar dos sonhos dos nossos clientes que trabalhamos. Nestes mais de 50 anos de actividade aprendemos a partilhar as conquistas de alguém que adquire o seu próprio espaço ou a alegria dos habitantes de povoações, outrora separados, que devido à acção do Grupo Hagen se tornam próximos.
Desenvolvemos e damos vida a um conjunto de metodologias que permitem manter os nossos Recursos Humanos actualizados em termos de competências técnicas, comportamentais e de negócio.
Avaliação de Desempenho
Visando o constante reforço da motivação, estabilidade e envolvimento dos seus colaboradores na prossecução de um objectivo comum, o Grupo Hagen desenvolveu instrumentos de avaliação de desempenho que possibilitam a compreensão, clara para cada colaborador, do que a empresa espera dele, da avaliação do seu desempenho, da sua perspectiva de carreira e a definição de um plano de acções conjunto, visando a melhoria do seu desempenho e o seu crescimento profissional.
É este activo Humano que o Grupo tem preservado, uma vez que é com ele que este percurso de mais de 50 anos de história se percorreu com indiscutível sucesso e será, talvez, cada vez mais, atendendo a um mercado cada vez mais complexo e competitivo, o suporte para um futuro de crescimento e diversificação.
PROMOÇÃO IMOBILIÁRIA
Hagen Imobiliária promove empreendimento em Setúbal
A Hagen Imobiliária adquiriu ao INH, um lote de terreno em Setúbal, no âmbito de um contrato de desenvolvimento para habitação, destinado à construção de edifícios de habitação a custos controlados e áreas complementares de habitação.
O empreendimento está, neste momento, na fase de desenvolvimento dos projectos, compreende a construção de 33 fogos, 2 espaços para comércio e estacionamentos.

E assim terminou mais uma edição do nosso Jornal Fonte do Lavra (hoje especialmente dedicado ao Grupo Hagen) – Sempre a proporcionar experiências unicas aos nossos visitantes.

domingo, 29 de março de 2009

Foto da semana 65

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O outro "Muro"

Mais informações.
Dezenas de fotos disponíveis no blog associado -
Blog do Camelo.

Adicionado em 06/04/2009

Aproveitando uma ausência prolongada aqui do burgo, que me impossibilitou de tirar a foto da semana correspondente à semana 66, decidi terminar com esta sequência de artigos que deixou de fazer sentido em relação ao 'Muro' da Vergonha, que está agora na fase de desembrulhar esta linda prenda com que nos brindaram. Ainda esta semana, quando terminarem de retirar todos os andaimes e redes de protecção poderá ver-se quão bonito ficou. Continuarão a ser tiradas fotos com regularidade, mas agora sem qualquer compromisso de datas. A ultima foto disponível poderá ser sempre vista (no tamanho habitual) na barra lateral direita num espaço próprio, onde constará a data da ultima foto. Os links para fotos anteriores serão inseridos na tabela acima.
Quanto ao outro muro, as fotos com as perspectivas habituais serão sempre publicadas no blog associado - O Blog do Camelo - criado somente com o intuito de acompanhar fotograficamente esta nova construção, tambem totalmente desenquadrada com a envolvente.