domingo, 29 de março de 2009

Foto da semana 65

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O outro "Muro"

Mais informações.
Dezenas de fotos disponíveis no blog associado -
Blog do Camelo.

Adicionado em 06/04/2009

Aproveitando uma ausência prolongada aqui do burgo, que me impossibilitou de tirar a foto da semana correspondente à semana 66, decidi terminar com esta sequência de artigos que deixou de fazer sentido em relação ao 'Muro' da Vergonha, que está agora na fase de desembrulhar esta linda prenda com que nos brindaram. Ainda esta semana, quando terminarem de retirar todos os andaimes e redes de protecção poderá ver-se quão bonito ficou. Continuarão a ser tiradas fotos com regularidade, mas agora sem qualquer compromisso de datas. A ultima foto disponível poderá ser sempre vista (no tamanho habitual) na barra lateral direita num espaço próprio, onde constará a data da ultima foto. Os links para fotos anteriores serão inseridos na tabela acima.
Quanto ao outro muro, as fotos com as perspectivas habituais serão sempre publicadas no blog associado - O Blog do Camelo - criado somente com o intuito de acompanhar fotograficamente esta nova construção, tambem totalmente desenquadrada com a envolvente.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Boato mentiroso (Parte II)

No inicio de Fevereiro de 2009 fez-se um pouco de luz ao boato mentiroso que circula por estas bandas à mais de uma década.
Não é novidade que as autarquias criam imposições aos construtores de obras públicas ou privadas ao nível de acessibilidades, melhorando a qualidade de vida das populações a custo zero. Valeu principalmente a muitas autarquias a instalação de grandes superfícies comerciais, que em muito contribuiu para o desenvolvimento e qualidade de vida dos moradores das redondezas e dos utentes dessas vias em geral, o que não teria sido certamente possível com os fracos recursos da maior parte das autarquias deste país.
Com a enorme bronca registada em Vila Franca de Xira com a constatação, ao fim de 8 anos, que a construção de um viaduto (que custou cerca de 2 milhões de euros) tinha sido um erro, fiquei a saber que é também possível negociar com um promotor imobiliário a construção de um viaduto como contrapartida de um licenciamento em futuras edificações (terceira e quarta fases do Forte da Casa, neste triste exemplo).
Ao negócio de futuros só associava a especulação bolsista, mas pelos vistos isso também é aplicável ao ramo imobiliário.
Será que, o boato mentiroso é afinal uma verdade que nunca foi assumida pelos envolvidos e que, explicaria porque razão esta construtora não nos larga a porta.
Será que, o valor que foi apregoado como
custo final da construção do Viaduto sobre a Avenida D.Manuel I, saiu dos cofres da autarquia para pagar as referidas obras ou teve um destino menos lícito?

Será que, quando a Presidente da Câmara se escusou a responder à minha pergunta (numa reunião de trabalho onde também estava presente o Vereador com o Pelouro do Urbanismo, André Martins) se haveria algum compromisso autárquico remontando aos tempos de má memória, do não saudoso Mata de Caceres, que implicassem um licenciamento autárquico destes mamarrachos, alegando que havia assuntos que não podiam ser abordados nessa reunião, devido à Providencia Cautelar por nós interposta contra a Câmara Municipal de Setúbal, ou simplesmente era um assunto incómodo para discutir. A impressão com que fiquei na altura foi de que seria a segunda hipótese.
Nos tempos que correm, descobrem-se coisas do arco da velha e, se realmente houve desvio de fundos com destinos menos próprios, pode ser que as nossas autoridades judiciais algum dia descubram, seguindo a pista do dinheiro (que é agora um chavão, muito à custa dos casos Freeport e BPN) as negociatas que temos quase a certeza que por aqui houveram.

Amigos e compadres (Parte II)

O nosso incansável detective não para de descobrir novidades surpreendentes.
Aquando da minha reunião formal com o Arquitecto da Câmara Municipal de Setúbal em Outubro de 2007, em que se pretendia uma análise mais pormenorizada do projecto do "Muro" da Vergonha e das suas implicações com a envolvente, coisa que não tinha sido possível numa reunião anterior com o mesmo Arquitecto, Engenheiro a acompanhar o projecto e a Presidente da Câmara.
Conversa puxa conversa, e veio a lume a maquete (dita falsa) do Manel "Alcatrão".

O que me foi dito nessa altura é que dos outros dois projectos previstos - Palácio de Congressos e um Hotel - só o primeiro destes é que se mantinha em estudo, tendo o projecto do hotel sido abandonado devido ao Porto de Setúbal se ter expandido para nascente, o que provocaria um impacto visual grande (contentores) para alem do normal barulho associado às operações portuárias.
Tal como no futebol e na política, o que hoje é verdade... amanhã é mentira!
Assim, corre por aí um boato mentiroso de que está em fase avançada um projecto para a construção de um hotel, nos mesmos moldes em que aparece na maquete, a ser construído pelos amigos da Mota-Engil, os mesmos que parece que nunca mais acabam as obras na nossa Avenida Luisa Tody.
Coincidências? Há quem acredite nelas...

Pelo menos já não tem de se preocupar com os acessos. Estes estão feitos desde que outro membro da 'família' construiu o Viaduto sobre a Avenida D.Manuel I em 1998.

Daqui a uns anos (se entretanto o 'Muro' da Vergonha não fôr abaixo por decisão judicial) teremos por aí uns moradores exaltados a lutar contra a construção de um novo mamarracho que lhes vai tirar a vista para o rio e talvez o sol, dependendo da altura que o hotel tiver.
Talvez também nessa altura Manuel Alegre se inspire para um novo poema, agora em defesa do hotel, contra os contentores no Porto de Setúbal, já que o crescimento deste trafego deverá ser exponencial nos próximos anos, devido à melhoria nas acessibilidades.

Fado dos Contentores

Já ninguém parte do Tejo
Para dobrar bojadores
Agora olho e só vejo
Contentores contentores.

E do Martinho Pessoa
Já não veria o vapor
Veria a sua Lisboa
Fechada num contentor.

Por mais que busques defronte
Nem ilhas praias ou flores
Não há mar nem horizonte
Só contentores contentores.

Lisboa não tem paisagem
Já não há navegadores
Nem sol nem sul nem viagem
Só contentores contentores.

Entre o passado e o futuro
Em Lisboa de mil cores
O sonho bate num muro
De contentores contentores.

Por isso vamos cantar
O fado das nossas dores
E com ele derrubar
O muro dos contentores.


[Manuel Alegre, 04.03.2009]
1. O Grupo
1.1. Grupo HAGEN
O Grupo Hagen completou no ano 2000, 50 anos de existência, caracterizado por um percurso consistente e sólido, no mercado da Construção em Portugal.
Destes mais de 50 anos de experiência, a empresa, hoje grupo de empresas, com competências diversificadas e actuando em diversas áreas e diferentes sectores, tem o seu percurso caracterizado por diferentes e importantes lideranças, que lhe conferem uma cultura empresarial alargada.
Operando num mercado em evolução, a estratégia do Grupo Hagen assenta na dinâmica e criação de valor, procurando um crescimento sustentado e um constante alargamento das suas competências.
1.1.1. Identidade e Competências
O Grupo Hagen é hoje constituído por um conjunto de empresas resultantes de uma evolução consistente, tendo por base aquela que é a sua actividade principal – a construção.
Para dar forma ao crescimento interno e aquelas que têm sido as evoluções do mercado da construção, tanto em Portugal como na Europa, o Grupo Hagen tem estado num processo contínuo de evolução, tendo por base a Sociedade de Construções H. Hagen, para um conjunto de outras áreas de negócio onde, nesta fase, as sinergias com a construção e as competências consolidadas, são importantes, entre outras, na área das Concessões Rodoviárias e no Imobiliário.
1.1.2. 50 anos de presença no mercado de construção em Portugal
Resultado de mais de 50 anos de presença no mercado de Construção em Portugal e de um excelente conjunto de recursos humanos aos mais diferentes níveis, o Grupo Hagen tem vindo a desenvolver e consolidar um conjunto de competências, que têm sido a base do crescimento do Grupo e das quais se podem destacar:
• Engenharia e Construção, que tem sido a base para o envolvimento nalgumas das mais importantes e relevantes obras de Engenharia em Portugal, com resultados de elevada qualidade, unanimemente reconhecidos pelos diferentes intervenientes do Sector Engenharia e Construção.
• Inovação, nas técnicas construtivas, nas soluções de engenharia e na abordagem ao mercado, possibilitando uma diferenciação importante num mercado altamente competitivo.
• Promoção Imobiliária, tendo por vector principal a criação de soluções estruturadas para o desenvolvimento de projectos imobiliários, com recurso a parcerias e modelos de financiamento diferenciados e inovadores.
• Montagem de Negócios, em diferentes áreas, aproveitando a experiência e capacidade adquiridas, no sentido de promover o crescimento e a diversificação das áreas de actuação.
1.1.3. Valores
Um conjunto de Valores abrangente orienta diariamente o posicionamento do Grupo e dos seus colaboradores, tanto internamente, como em todas as relações com clientes, fornecedores, parceiros, com o mercado e com a sociedade. São estes Valores que garantem a continuidade de um percurso de indiscutivel sucesso, possibilitando um crescimento consolidado e sustentado. Deste conjunto de Valores destacam-se três como os fundamentais:
• Promover a Qualidade e o Profissionalismo e a Ética em todas as áreas de actuação
• Actuar como Parceiro
• Criar Valor para os Accionistas, Colaboradores, Clientes e Parceiros
1.1.4. História
Um Percurso com mais de 50 Anos
Destes mais de 50 anos de presença no mercado Português e de participação nalgumas daquelas que foram as obras relevantes e marcantes, no desenvolvimento do país, aqui ficam os marcos mais importantes deste período e que caracterizam a história do Grupo Hagen:
• 1950 - A Fundação
Fundação da Sociedade de Construções H. Hagen pela empresa Alemã Henrich Hagen tendo como área de actuação principal a construção civil.
• 1964 - A primeira fase do crescimento
A empresa é adquirida por um grupo de técnicos portugueses. É nesta fase que se desenvolvem trabalhos de construção civil em inúmeros edifícios, com especial incidência na cidade de Lisboa, bem como, na construção de diversas Pontes e viadutos em todo o País. Foi durante os anos finais da década de sessenta, que se realizaram obras como a ponte sobre o Rio Mondego, em Carregal do Sal e as pontes sobre o Rio Mira e Ribeira do Guilherme, em Ourique.
• 1971 - Expansão
Dá-se início a uma expansão efectiva da empresa para diversos pontos do país e regiões autónomas. São abertas as delegações em Coimbra, Faro e na Ilha Terceira, na Região autónoma dos Açores Cada uma destas delegações dava apoio às obras que se desenvolviam na região, possuindo estaleiro próprio, numa primeira abordagem a uma estratégia de descentralização da empresa.
São dos primeiros anos da década de setenta as obras de construção de diversas centrais térmicas para a CPE (Companhia Portuguesa de Electricidade) – Tunes, Alto Mira e Barreiro, Hospitais, bem como edifícios Públicos para os CTT e instituições bancárias em diversos pontos do país
• 1973 - Cofragens deslizantes
A Hagen foi uma das primeiras empresas a introduzir em Portugal a aplicação das Cofragens deslizantes para construção de obras especiais e que foi aplicada num significativo número de obras de chaminés para centrais termoeléctricas, silos, torres e reservatórios de água, fustes de pilares em Pontes, bem como em túneis de barragens de betão.
• 1982 - Central Termoeléctrica de Sines
Início da construção da Central Termoeléctrica de Sines, bem como de diversas obras realizadas para a US Navy no âmbito da expansão da base das Lages, na Ilha Terceira.
• 1985 - Torre do Tombo
Início da Construção da Torre do Tombo em Lisboa.
• 1987-1989 - Sociedade Anónima
Prosseguindo uma estratégia de diversificação e crescimento, em 1987 transformou-se em Sociedade Anónima.
• 1989 – Entrada da Campenon Benard na Estrutura Accionista
A Empresa Francesa Campenon Benard, uma das maiores empresas de Obras Públicas e Construção Civil em França e integrante do Grupo de empresas SGE/ General des Eaux, adquire uma participação de 46% da Soc. de Construções H. Hagen S.A., conferindo-lhe importantes competências e capacidades adicionais que resultavam da integração num grande grupo internacional e muito diversificado.
• 1990 - CCB Lisboa
Em Fevereiro dão-se início às obras do Centro Cultural de Belém em Lisboa, onde a Hagen assumiu a liderança do consórcio construtor, de uma das obras mais emblemáticas e marcantes da primeira década dos anos noventa em Lisboa, sendo, ainda hoje, uma referência, tanto ao nível arquitectónico, como de espaço cultural em Portugal.
Em Dezembro a Campenon Bernard consolida a sua posição na empresa assumindo a totalidade do seu capital.
• Dez. 1990 - Reforço da Participação da Campenon Bernard
No final de 1990 a Campenon Bernard consolida a sua posição na empresa assumindo a totalidade do seu capital.
• 1991 – Internacionalização – Primeiras abordagens
Foi durante o ano de 1991 que se procederam aos primeiros processos no sentido da internacionalização da actividade da empresa com a constituição da Hemoáfrica, conjuntamente, com outras empresas de construção, com o objectivo de detectar oportunidades e promover a construção no mercado Angolano.
• 1995 – Inicio da Construção Ponte Vasco da Gama
Continuou o processo de expansão para os mercados internacionais com a concretização de um empreendimento habitacional em Munique.
Inicio dos trabalhos de construção da Nova Travessia sobre o Tejo em Lisboa – Ponte Vasco da Gama – onde a Hagen integrou o consórcio escolhido para a sua concepção, financiamento, construção e operação por um período de 30 anos, primeiro grande projecto de infra-estruturas de transporte montado em regime de “Project Finance” em Portugal.
Início dos trabalhos de construção de diversas infra-estruturas para a Exposição Mundial de Lisboa – Expo 98 – de onde se destaca a intervenção realizada com a construção do Pavilhão de Portugal da autoria do Arquitecto Siza Vieira.
• 2000 – Alteração Organizacional e da Estrutura Accionista
Após se ter separado do Grupo General des Eaux, a SGE altera a sua denominação para Grupo Vinci e procede à fusão com a GTM, uma das empresas de referência da Construção em França. Com esta reorganização o Grupo Vinci, que por força destes processos de fusão integrava a participação na Hagen, alterou a sua estratégia para alguns países europeus, sendo o mercado português considerado como não prioritário, do ponto de vista da construção, mantendo-se a aposta estratégica nas concessões.
A alteração da estratégia por parte do Grupo Vinci, criou as condições para que se estruturasse e concretizasse, um MBO por parte da estrutura de Administração Portuguesa da empresa e liderada pelo seu Presidente, que estava em funções desde 1990.
Com esta alteração da estrutura accionista a empresa passou a ser detida 100% por capital Português, tendo-se criado as condições para a sua consolidação como empresa de construção e crescimento para diferentes áreas de intervenção.
• 2000 - 2005 - A Criação do Grupo e a Diversificação dos Negócios
Sendo hoje de capital totalmente português, a empresa tem-se consolidado nestes últimos 5 anos com intervenção em obras importantes ao nível da construção civil e das obras públicas.
Em 2000 dá-se o início da participação nas concessões rodoviárias em Portugal integrando o consórcio escolhido para o desenvolvimento em regime de DBFO ( Design, Built, Finance and Operate ), da AENOR – Auto-Estrada do Norte, em regime de Portagem real e das SCUT (Portagem Virtual) do Grande Porto, Costa de Prata e Beira Litoral e Alta, num total de cerca de 500 km.
É neste período que se procede à reorganização da empresa adaptando-a à evolução do mercado e criando empresas diferenciadas para cada uma das relevantes áreas de actividade.
No âmbito do desenvolvimento da área imobiliária, tem sido concretizada uma intervenção muito importante ao nível da Habitação Social e Habitação a Custos controlados, com o estabelecimento de um conjunto de parcerias com diversas Câmaras Municipais e com o Instituto Nacional de Habitação.
Em Fevereiro de 2004 e depois de um exaustivo trabalho de organização interno, foi atribuída à Sociedade de Construções H. Hagen S.A. a certificação de qualidade ISO 9001 para todos os trabalhos de construção.
Este período foi, igualmente, caracterizado por um crescimento muito significativo da actividade e dos resultados e que traduz a aposta numa estratégia de consolidação das principais áreas de actividade, crescimento sustentado e diferenciação pela qualidade.
1.1.5. Principais Obras realizadas
Ao longo dos mais de 50 anos de história e de intervenção no mercado da construção em Portugal, o Grupo Hagen esteve envolvido num conjunto muito diversificado de obras, nos mais diversos sectores: das Pontes e Viadutos, aos edifícios industrias, às centrais Térmicas, grandes silos e chaminés, reabilitação de edifícios de elevado interesse histórico ou edifícios de habitação. Sendo obras de pequena ou grande dimensão, cada uma das intervenções teve sempre subjacente aquelas que têm sido os princípios fundamentais que norteiam o grupo – Rigor e Qualidade.
Das realizações do Grupo Hagen, destacam-se, pela sua complexidade, exigência e dimensão, algumas obras, que contribuíram muito significativamente para o consolidar das competências e que são, igualmente, e em diferentes áreas, uma referência em Portugal.
OBRAS ESPECIAIS
• Central termoeléctrica de Sines
• Central Termoeléctrica do Pego
• ETAR de Frielas
• MARL – Mercado Abastecedor da Região de Lisboa
• Estádio Municipal de Aveiro
OBRAS DE ARTE
• Ponte Vasco da Gama
• Viadutos do Nó de Sacavém – Acessos à Ponte Vasco da Gama
• Tunel do Metro da Falagueira
• Viaduto do Barranco da Vinha
• Viaduto das Ínsuas
• Ponte sobre o Rio Côa
EDIFÍCIOS
• Centro Cultural de Belém
• Pavilhão de Portugal – Expo 98
• Edificio Amoreiras Plaza
• Edificio EDP da Av. Columbano Bordalo Pinheiro em Lisboa
OBRAS DE REABILITAÇÃO
• Reabilitação da Pousada de Queluz – Edifício da Torre do Relógio
• Reformulação do Edificio da EDP no Marquês de Pombal em Lisboa
OBRAS DE REQUALIFICAÇÃO URBANA
• Requalificação do Casal Ventoso
• Requalificação da Ameixoeira
1.1.6. Contactos do Grupo Hagen
Sede:
Avenida Barbosa du Bocage, nº 113
1050-031 Lisboa
Tel: +351 21 7810500
Fax: +351 21 0505
correio@hagen.pt
Delegação Norte:
Rua dos Transitários, nº 182 -Entrada 4 - 2º- Sala B.V.
4455-565 Perafita
Tel: +351 22 9997350
Fax: +351 22 9960797
Estaleiro Central:
Estrada de S. Marcos - Alto da Bela Vista
2735-565 Agualva Cacém
Tel: +351 214262704
Fax: +351 21 4262269
1.2. Áreas de Negócio
O Grupo Hagen tem hoje quatro áreas principais de negócio e que, com excepção, nesta fase, da área de Novos Negócios, constituem empresas autónomas. Assim, e para além da Engenharia e Construção, core business do Grupo e que está centralizada na Sociedade de Construções H. Hagen, existem um conjunto de Concessões em que o Grupo participa e que, nesta fase, se concentram na área rodoviária em Portugal, uma área Imobiliária que agrega as intervenções nesta área que o Grupo tem realizado, tanto como promoção própria como através de parcerias, em especial nas áreas de habitação social e habitação a custos controlados. Mais recentemente, tem sido dinamizada uma área de Novos Negócios, como polo de desenvolvimento de um conjunto de negócios em diferentes áreas e com o objectivo de concretizar uma estratégia de diversificação do Grupo.
O grande valor acrescentado do Grupo resulta da capacidade de gerar e promover as sinergias existentes entre estas diversas áreas, assegurando realizações cada vez mais complexas e indo ao encontro das necessidades de um número cada vez mais alargado de clientes e parceiros, que procuram modelos inovadores para o desenvolvimento e implementação dos seus projectos.
1.2.1. Engenharia e Construção
A área de Engenharia e Construção do Grupo está integrada na Sociedade de Construções H. Hagen, SA, empresa que deriva directamente da empresa original.
Aqui se concentram todas as competências e valências ao nível da engenharia e construção, com duas áreas distintas de actuação: Obras públicas e Construção Civil e cuja sede se situa em Lisboa. De forma a acompanhar com maior proximidade os clientes e a poder responder de uma forma eficaz às especificidades do mercado, existe uma delegação Norte que, em articulação com a estrutura central, acompanha e desenvolve as obras da zona Norte do País.
A área de engenharia do Grupo é constituída por técnicos de enorme experiência que têm acompanhado as grandes obras de engenharia e que têm, em conjunto com a área da produção, conseguido desenvolver soluções de engenharia e construtivas inovadoras, numa tentativa constante de alcançar a diferenciação e a qualidade de cada obra e de cada empreendimento. Num mercado fortemente competitivo, o rigor a qualidade e a diferenciação de métodos e processos têm sido uma parte importante da Chave para o sucesso do Grupo.
1.2.2. Principais Obras em Curso
Para o sector das Obras Públicas as principais obras em curso centram-se naquela que é uma das principais áreas de intervenção do Grupo e cuja competências, tecnologia e processos se têm vido a consolidar ao longo dos anos – Construção de Pontes e Viadutos
Construção Civil
Obras de construção civil a realizar para diversos clientes em diferentes zonas do país e de onde se podem destacar as seguintes obras:
• Hospital da Boavista no Porto
• Edíficio Porto Magnum
• Edíficio Damião de Góis
• Tratolixo - Tratamento de Resíduos Sólidos, SA
• Transtejo - Remodelação da Estação Fluvial da Trafaria
• Hotel de Santa Marta - Lisboa
Obras a realizar para a Hagen Imobiliária e que resultam do projectos de habitação social ou promoções próprias cujo desenvolvimento e montagem financeira foi realizada pela empresa Imobiliária do Grupo e de onde se evidenciam as sinergias existentes entre as principais áreas do Grupo Hagen.
Deste grupo de obras podem destacar-se as seguintes:
• CDH do Bairro da Boa Esperança em Beja
• Empreendimento Habitacional da Urbanização da Arroja em Odivelas
• Condomínio de São Bernardo em Lisboa
• Empreendimento Habitacional da Matioa - Figueira da Foz
• Empreendimento de moradias no concelho de Portimão
Apresentação
A par de um crescimento sustentado do Grupo e da sua capacidade de realização, tem-se consolidado a sua estrutura financeira, suportada por um crescimento significativo dos resultados e de uma estratégia rigorosa de investimentos. O Grupo Hagen revela, assim, resultados muito acima da média verificada para o sector, um crescimento sustentado ao longo dos últimos 5 anos e uma cada vez maior optimização dos seus recursos.
O crescimento dos resultados permitem suportar uma estratégia de investimento, a médio-prazo, em sectores como as Concessões, o Imobiliário e desenvolver um conjunto de oportunidades, em outros sectores, numa perspectiva de crescimento e diversificação.
Esta aposta em áreas diferenciadas da Construção, permite potenciar um conjunto de sinergias resultantes da consolidação de um conjunto alargado de competências internas, bem como antever que, no médio-prazo, o peso relativo dos negócios não construção no Grupo, venham a ter uma relevância cada vez maior, no volume de negócios total do Grupo.
Os resultados Económicos e Financeiros revelam um Grupo muito sólido, que aposta no crescimento sustentado, valorizando as suas competências complementando-as através de uma politica de parcerias estratégicas, com um objectivo de criação permanente de Valor.
Recursos Humanos e Qualidade
Os Recursos Humanos são, para qualquer empresa, o seu recurso mais importante e mais estratégico. Para o Grupo Hagen este princípio é ainda mais importante, dada a competitividade do mercado em que se insere e a necessidade de diferenciação para alcançar uma efectiva criação de Valor.
É por isso, que o recrutamento, acompanhamento e a formação são momentos fundamentais para garantir a escolha de recursos de elevado valor, fazê-los crescer no Grupo, procurando o melhor enquadramento para o seu perfil e garantindo a sua formação e actualização permanente.
Recursos Humanos no Grupo Hagen
É para o concretizar dos sonhos dos nossos clientes que trabalhamos. Nestes mais de 50 anos de actividade aprendemos a partilhar as conquistas de alguém que adquire o seu próprio espaço ou a alegria dos habitantes de povoações, outrora separados, que devido à acção do Grupo Hagen se tornam próximos.
Desenvolvemos e damos vida a um conjunto de metodologias que permitem manter os nossos Recursos Humanos actualizados em termos de competências técnicas, comportamentais e de negócio.
Avaliação de Desempenho
Visando o constante reforço da motivação, estabilidade e envolvimento dos seus colaboradores na prossecução de um objectivo comum, o Grupo Hagen desenvolveu instrumentos de avaliação de desempenho que possibilitam a compreensão, clara para cada colaborador, do que a empresa espera dele, da avaliação do seu desempenho, da sua perspectiva de carreira e a definição de um plano de acções conjunto, visando a melhoria do seu desempenho e o seu crescimento profissional.
É este activo Humano que o Grupo tem preservado, uma vez que é com ele que este percurso de mais de 50 anos de história se percorreu com indiscutível sucesso e será, talvez, cada vez mais, atendendo a um mercado cada vez mais complexo e competitivo, o suporte para um futuro de crescimento e diversificação.
PROMOÇÃO IMOBILIÁRIA
Hagen Imobiliária promove empreendimento em Setúbal
A Hagen Imobiliária adquiriu ao INH, um lote de terreno em Setúbal, no âmbito de um contrato de desenvolvimento para habitação, destinado à construção de edifícios de habitação a custos controlados e áreas complementares de habitação.
O empreendimento está, neste momento, na fase de desenvolvimento dos projectos, compreende a construção de 33 fogos, 2 espaços para comércio e estacionamentos.

E assim terminou mais um capítulo do nosso Jornal Fonte do Lavra – Sempre a proporcionar experiências unicas aos nossos visitantes.

quarta-feira, 11 de março de 2009

Tentação de Morango

Bolo Tentação de Morango

Ingredientes

Pão de Ló:
  • 2 chávenas (chá) de farinha de trigo
  • 2 colheres (chá) de fermento em pó
  • 1/2 chávenas (chá) de chocolate em pó
  • 5 ovos
  • 1 chávena (chá) de açúcar
  • 1 colher (chá) de essência de baunilha

Recheio:

  • 100ml de iogurte de morango
  • 2 colheres (sopa) de suco artificial de morango
  • 2 chávenas (chá) de creme de leite fresco (chantilly batido)
  • 4 colheres (sopa) de leite condensado
  • 1 chávena (chá) de morangos picados
Cobertura:
  • 1/2 chávena (chá) de creme de leite fresco
  • 1 chávena (chá) de chocolate meio amargo picado
  • 100ml de leite
  • Morangos para decorar
Modo de preparação

Pão de Ló:

Bata os ovos com o açúcar na batedeira durante 10 minutos. Após obter um creme homogéneo, colocar a farinha, fermento, chocolate e a essência de baunilha.
Levar ao forno em forma untada com margarina e farinha durante 20 minutos (forno médio).

Recheio:

Misture o chantilly com o iogurte, o suco e o leite condensado.
Corte o bolo ao meio e molhe com uma calda de rum (1 chávena de chá de açúcar, 1 chávena de chá de água e duas colheres de sopa de rum). Acrescente o recheio e coloque morangos picados. Coloque a outra parte do bolo e molhe novamente com a calda de rum. Passe o restante do recheio sobre o bolo como se fosse uma cobertura e decore com morangos cortados ao meio.

Cobertura:

Ferva o creme de leite fresco, desligue o fogão e acrescente o chocolate mexendo até derreter. Junte o leite gelado e espalhe sobre os morangos.

Nada mais estranho, que uma receita neste blog. Mas neste mundo cada vez mais globalizado tudo está interligado...
Na ultima semana de Fevereiro, misturado com o muito 'lixo' com que regularmente brindam as caixas de correio do comum cidadão, estava um desdobrável em jeito de carta da nossa querida Presidente da Câmara Municipal de Setúbal. Em condições normais, teria ido juntamente com toda a outra publicidade direitinha para o caixote do lixo, mas a curiosidade falou mais alto e lá abri o desdobrável.

Em pleno século XXI, numa altura em que a credibilidade dos Políticos anda pelas ruas da amargura e em que ninguém já acredita em promessas sobre coisa nenhuma, ainda há quem não resista à tentação de fazer de juiz em casa própria e à custa dos dinheiros públicos fazer propaganda eleitoralista encapuçada.
Não é certamente um defeito local, nem mesmo partidário. É um vício, de toda uma classe política que não se preocupa em fazer obra útil, não acredita na força da sua liderança e das suas ideias e tenta por todos os meios endrominar o Zé.

"Consegue-se enganar alguns durante muito tempo, consegue-se enganar muitos durante algum tempo, mas ainda está para nascer o primeiro que consiga enganar todos durante todo o tempo..."


Em todo o desdobrável nenhuma referencia ao nosso bairro. O mais perto que chegaram de nós as promessas eleitoralistas foi - Estudo e reabilitação do reservatório elevado da Bela Vista - o que se encontra perfeitamente enquadrado com uma descoberta surpreendente feita pelo nosso incansável detective de serviço, de que falaremos brevemente.
Quando não conseguirem resistir a uma tentação, que seja pelo menos a uma coisa doce: uma Tentação de Morango.

terça-feira, 3 de março de 2009

Entulho na casa da Camila

Aproveitando a distracção de quem anda a tentar entrar para o GUINESS, ao conseguir esconder um bairro inteiro (Bairro da Bela Vista) não á custa de magia, mas à custa de toneladas e toneladas de terra que se amontoam sem que ninguém aparentemente se importe com isso, um espertinho foi estragar o lindo colorido em tons de castanho e algum verde (da vegetação que por ali já cresce) ao depositar duas cargas de algo que parece conter cimento.

De nada valeu o painel colocado pelos serviços camarários a identificar aquela coutada como de uso exclusivo da nossa construtora de eleição.

Para evitar mais abusos, começaram a ser ontem descarregados mais uns camiões de terra retirada do outro muro, mas agora colocada junto ao passeio, para evitar que a coberto da passagem pouco visível para o interior da casa da Camila, fossem descarregar outro tipo de entulho.
Nada como preservar a integridade e uniformidade do local.
Os moradores da zona agradecem!

domingo, 1 de março de 2009